• Série: Ferramentas para Gerenciamento de Ambientes Windows e Linux - Parte 12 (netdiag)

     

     

    A ferramenta de linha de comando netdiag pode ser usada para solução de problemas e correção de questões de conectividade de rede. No contexto deste guia, é mais útil para testar e corrigir questões DNS ao usar os seguintes parâmetros:

    · /test:dns. Testa a configuração DNS.

    · /fix. Corrige problemas menores de configuração DNS.

    A ferramenta netdiag é disponibilizada com o Windows Support Tools. Para mais informações sobre netdiag, acesse http://technet2.microsoft.com/WindowsServer/f/?en/Library/eb0d5bd1-89c3-4ee7-975f-596b2e37e3aa1033.mspx.

  • Usando o Perfmon para avaliar o desempenho de Servidores

    Pessoal,

    Esse artigo 'e essencial para todos os ITPros que querem monitorar de modo mais efetivo seu parque computacional. Olha o sumario:

     

    Sumário

    Como tornar os resultados mais legíveis
    O que e quando medir
    Afunilamento de disco rígido
    Afunilamento de memória
    Afunilamento de processador
    Afunilamento de rede
    Afunilamento de processo
    Conclusão

     

     

    Em " Afunilamento" , leia-se "gargalo" , ou claro, " servidor lento" . Nas minhas palestras sempre "brinco" dizendo que estar lento ou não é fácil dizer; o difícil é provar. Como todo ambiente complexo, antes de se tentar fazer um upgrade de hardware ou já diagnosticar o porquê de um servidor estar lento, você precisa medir e provar. Isto mesmo, medir e provar e neste ponto, uma ferramenta simples e eficiente como o Perfmon pode lhe ajudar.

    O que se torna problema muitas vezes são quais contadores monitorar e como interpretar o resultado. Assim, o artigo abaixo é essencial para ajudá-lo a compreender melhor como usar tal ferramenta.

    Download: http://technet.microsoft.com/pt-br/magazine/cc718984.aspx

  • Microsoft Hyper-V Server 2008 R2 – Gratuito / Como Instalar

    O Microsoft Hyper-V Server 2008 fornece uma solução de virtualização otimizada, confiável e simplificada, proporcionando a utilização aprimorada do servidor e redução de custos. Como o Hyper-V Server é uma solução independente e dedicada, contendo apenas o Windows Hypervisor, os componentes de virtualização e o modelo de driver do Windows Server, ela fornece uma pequena superfície de memória e sobrecarga mínima. Ele se adapta facilmente aos ambientes de TI dos clilentes, potencializando seus conhecimentos, processos e ferramentas de atualização, provisionamento, gerenciamento e suporte.

    Agora, com o lançamento do R2, temos uma atualização também desta versão. Ponto importante: esse produto é gratuito, ou seja, um produto completo, sem limitações e/ou expirações de data e ainda, com features completas, como você pode ver na tabela abaixo:

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    Como esse produto se compara com o Windows Server 2008 R2, que possui embutido o Hyper-V também? Em termos simples, falando de funcionalidades, não há diferença. O que acontece, é que o Windows Server 2008 R2 possui direitos extras (licenciamento) para a criação de máquinas virtuais, dependendo da versão do produto (para o Windows Server 2008 R2 Datacenter Edition, por exemplo, você pode criar um número ilimitado de VMs sem nenhum licenciamento adicional do Windows Server). Em termos de cenários, temos:

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    Assim, fica o convite: acesse o site http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=48359dd2-1c3d-4506-ae0a-232d0314ccf6&displaylang=en, faça o download e a instalação do produto, em ambiente de produção ou teste. Criamos também uma documentação passo a passo de como realizar o setup: http://cid-ba07e494be39738a.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/INICIANDO^_HYPER-V^_SERVER^_2008^_R2.pdf 

    E claro, fique à vontade para dar sua opinião sobre o produto e contar sua expência à nos!

  • Linux e Hyper-V Juntos? Sim, com certeza

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    A princípio tal declaração pode ser olhada com desconfiança. Afinal, há um histórico acalorado de Linux x Windows, etc e etc. Entretanto, para o cliente final, o que ele quer, é que as soluções funcionem da melhor maneira possível.

    E quando falamos de datacenter, é claro que encontrar ambientes padronizados e homogêneos é o que chamamos de “mosca branca”. Na maioria dos casos, plataformas diferentes convivem lado a lado. E qual o nosso papel? Facilitar ao máximo a administração e gerenciamento deste ambiente.

    Uma das frentes para ajudar neste ponto são os esforços que fazemos para garantir que sistemas operacionais Linux funcionem, em nossa plataforma de virtualização (Hyper-V) da maneira mais transparente possível. Como isto é feito?

    Basicamente, via 2 frentes:

    1. Garantir que tecnicamente algumas funcionalidades, disponíveis na plataforma Windows, estejam disponíveis via Linux. Nós temos o que chamamos de Integration Components (ou IC’s), que aplica em uma VM um código que habilita algumas funções especiais, tais como time sync, enlightments, shutdown remoto, etc, que faz com que uma VM Linux tenha comportamento muito parecido à uma VM Windows na plataforma Hyper-V. A propósito, a Microsoft liberou o código destes ICs via GPL v2 para que a comunidade OSS pudesse alterar esse código e portar para outras distros ou SOs. (released). Como parte destes esforços por exemplo, um membro da comunidade OSS criou um IC para a distro Debian (released)
    2. Garantir, via acordos comerciais, que as distros sejam realmente suportadas na plataforma Hyper-V. Veja, há uma clara diferença entre suportar e funcionar. Para a Microsoft, para nós, o que queremos é suporte. Isto significa que uma distro suportada poderá se valer de suporte unificado e conjunto. Exemplo: imagine que você tem uma VM RedHat 5.3 rodando em Hyper-v. Se você tiver um problema nesta VM, em uma aplicação como o JBoss, nem a MS nem a Redhat lhe pedirão para reproduzir o problema em ambiente físico ou negarão o suporte por estar em Hyper-v. Isto para ambientes críticos é essencial; deste modo, MS e Redhat atenderão a esse chamado, se necessário, a quatro mãos.

    Significa isto que distribuições não-suportadas não funcionam em Hyper-v? De modo algum. Temos vários clientes que rodam Debian, Ubuntu, etc, em Hyper-V. Não há o suporte oficial (como explicado no item 2), mas muitas vezes, pela própria natureza da distro, já não há suporte comercial.

    E quais as distros suportadas oficialmente? Informação oficial: http://www.microsoft.com/windowsserver2008/en/us/hyperv-supported-guest-os.aspx

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    Adicionalmente, no mês passado, durante o Teched US 2011, a Microsoft expandiu o suporte também para o CentOS (http://blogs.technet.com/b/openness/archive/2011/05/15/expanding-interoperability-to-community-linux.aspx)

    Mas Danilo, CentOS não é uma distro comercial. Exato. E neste caso, nosso suporte significa que nós vamos desenvolver & suportar os IC’s para CentOS e suportar também (via chamado) problemas de ínstalação & setup. Tudo para garantir mais tranquilidade aos clientes.

    Somente isto é suficiente? Pode ser que não e nosso compromisso é continuar estudando o mercado (e o Brasil faz parte disto) para entender que outros cenários ou até mesmo distros merecem atenção especial!

    []’s

     

  • Windows Server 2008 R2 – Características Técnicas

    Classroom

    Sim, pode parecer estressante para os ITPros (puxa, mais coisa pra aprender !!), mas ao mesmo tempo, mostra que a evolução de um sistema operacional deve ser contínua e é parte do nosso trabalho estar em constante evolução. Por isso, já está programado para 2010, o lançamento do Windows Server 2008 R2. Para saber mais sobre a visão, acesse esse outro post.

    Algumas características que estarão incluídas:

    • Hyper-v 2.0, incluindo a funcionalidade de Live Migration;
    • Cluster Shared Volume (CSV), tipo de volume para ser usado em cluster com Virtual Machines, que possibilitará a infraestrutura para LiveMigration
    • Powershell 2.0, como parte integrante do Sistema Operacional
    • DirectAccess (permite que você conecte, de modo transparente, na sua rede interna, sem a necessidade de VPN) – se você esteve no Tech-Ed Brasil 2008 e assistiu a palestra do Steve Riley, vai entender perfeitamente esse conceito
    • BranchCache (otimiza o cache de documentos acessados em um esquema matriz—>filial)
    • Failover nativo para DHCP Servers (alta disponibilidade, sem a necessidade de criar scopos “split”
    • Suporte a DNSSEC
    • Suporte a .NET Framework em Server Core (o que basicamente significa que você poderá hospedar aplicações ASP.NET no IIS 7 e executar scripts Powershell)

    Site oficial: http://www.microsoft.com/windowsserver2008/en/us/R2.aspx

    Reviewers Guide: Windows Server 2008 R2 (Beta) Reviewers Guide