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Olá, tudo bem?

Vamos continuar de analisar, porque a infraestrutura de TI até hoje na maioria, não consegui atender os requerimentos do negocio.

Em algumas palavres simples, porque a evolução da maturidade não esta acontecendo mesmo com todas as ferramentas disponíveis no mercado e o que nos precisamos melhorar ou mudar?

Uma frase que eu ouvi no começo da minha “Carreira” na área de TI fui:

  • “Nem toda movimentação é progresso, mas todo progresso precisa movimentação”.

O que vocês acham?

A maioria das movimentações são frutos de pensamentos de progresso ou sair da frente da mira?

 

Você gosta do seu trabalho ?

Eu fiz uma um teste e perguntei dois professionais de TI, que trabalharem na mesma empresa com a mesma função, mas com gerentes diferentes, se eles gostam do trabalho?

  • Resposta do primeiro Professional de TI : Eu não sei, mas eu faço todos os dias à mesma coisa e não sei se vale todo esforço. Nada muda ninguém quer ouvir que eu penso. Simplesmente eu não sei o que eu estou fazendo aqui? Minha única motivação é o salario que eu recebo todo mês, mas fora disto nada mim segura aqui. Toda mudança ou inovação que vem da empresa, em minha opinião é só para o inglês ver, nada mais!

 

  • Resposta do segundo Professional de TI: Eu trabalho todos os dias pensando na estrutura nova que nos podemos oferecer para empresa. As visões da empresa são muito boas, mesmo eu não concordo com todas! A empresa esta interessada em minha opinião. Boas ideias podem influenciar as decisões do ecossistema, independente da posição e cargo. Opiniões críticos são bem vindas em conjunto com soluções. Eu conheço minha função no “Big Picture” da empresa. Nada é perfeito e às vezes eu tenho dias sem motivação, mas mesmo assim eu gosto que eu faça. Mudanças e inovações são sempre bem vindas, só assim nos podemos crescer e realizar novas visões.

 

Quais são as grandes diferenças entre os dois professionais de TI?

Na minha visão a grande diferença é como os gerentes lideram os funcionários. O primeiro Professional é simplesmente visto como um recurso, que tem uma tarefa que ele precisa terminar dentro das definições estabelecidas. Ele não conheça as visões da empresa, nem existe envolvimento no processo de definições. Iniciativas e inovações são vistos como um problemo e trabalho adicional, que ninguém quer.

O segundo Professional é informado sobre a maioria das visões e iniciativas da empresa. Ele se senti como uma parte da empresa que pode influenciar o sucesso da empresa. Dinheiro não é o motivador para ele, fazer parte de uma razão maior é que conta. Mudanças e iniciativas são bem vindas em todas as áreas, criatividade e inovação são consideradas a base da empresa, começando nas entrevistas do RH no processo de contratação.

Durante minhas visitas nas empresas corporativos do Brasil eu percebo durante as primeiras 5 minutos quais tipos de gerentes a empresa tem, tipo 1 ou tipo 2. Ferramentas de tecnologia não muda nada em este aspecto. Se você quer melhor a maturidade de TI na sua empresa envolve todos os aspectos que são: pessoas, recursos, dinheiro e tecnologia.

 

Gerentes de TI

Envolve seus funcionários no processo de decisões, deixa-los contribuir mesmo eles pensam diferente que você. Informa seus funcionários, sobre novas visões e estratégias sem enganação e não abafa discussões críticas. Seja aberto receber novas inovações e mudanças, não envolve se em decisões que são fora do seu conhecimento técnico, simplesmente por rações emocionais.

Não esquece, o nome “RH” na minha visão é simplesmente errado, pessoas não são Recursos nos somos muito mais que isto !

Pessoas felizes são criativas que pôr-se resulta em inovação e mudanças com progresso!

Abraço Markus

http://twitter.com/MarkusChristen

Olá, tudo bem?

Vocês gostaram o ultimo post sobre os motivadores ? Espero que sim! Desta vez eu gostaria dividir com vocês, alguns pensamentos sobre o problemo da ÚLTIMA MILHA, na infraestrutura de TI.

Talvez alguns de vocês já conheçam este fenômeno no contexto da economia social.

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Um exemplo deste fenômeno é o remédio que trata a falta de insulina a Diabetes. Deste vários anos existem remédios, na base de insulina não humano, que precisam ser injetados varias vezes por dia. Mas mesmo assim, 25 % da população que vivam com esta doença, sofrem consequências graves como cegueira. Mas como? Por que alguém precisa sofrer consequências graves se tem remédios?

Os remédios não são adequados? O mercado precisa novas substancias ?

A resposta é bem simples e no mesmo tempo chocante. Na criação dos remédios, os cientistas investirem muito tempo na criação das substancias do remédio. Mas ninguém pensava nas pessoas que precisam aplicar este remédio todos os dias. Os cientistas não fecharem o ciclo da inovação, em criar uma forma adequada e fácil de aplicar o remédio. Um exemplo bem claro do Problema da ÚLTIMA MILHA !

Isto significa que 25% dos portadores da doença, por várias causas, não aplicam o remédio por falta de usabilidade. Isto pode gerar um impacto imenso nos custos adicionais no sistema de saúde.

Eu poderia mencionar vários exemplos iguais em todas as áreas existentes no mercado, mas como isto se mapeia para a área de TI?

Um exemplo muito comum na área de TI, são projetos do tipo 90:10. O que é 90:10 ? Os números indicam a percentagem em tempo gastos entre a área de desenvolvimento e infraestrutura. Todos de vocês que trabalham na área de infraestrutura conheçam as ligações de sexta-feira “Oi, tudo bem segunda-feira vai entrar uma nova aplicação, vocês tem um servidor tipo XY ? “. 

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As fases antes da implementação foram concluídas com sucesso e com todo cuidado, mas a ÚLTIMA MILHA, a implementação parece na maioria dos projetos um vacum! Consequência deste comportamento é que as aplicações (Inovação) não geram o retorno desejável, simplesmente por causa da ÚLTIMA MILHA.

The Boston (Consulting Company) pesquiso 400 organizações e encontraram uma diminuição de projeto de TI com taxa de sucesso e um aumento na taxa de falhas ao longo dos últimos dois anos.

  • Especificamente, 32 por cento dos projetos de TI foi considerado bem sucedido, tendo sido concluído a tempo, dentro do orçamento e com os recursos necessários e funções.
  • Quase um em cada quatro (24 por cento) de projetos de TI foram considerados falhas, tendo sido cancelados antes de serem concluídas, ou que tenham sido entregues, mas nunca utilizado.
  • O restante (44 por cento) foram considerados desafiou: Eles estavam acabados tarde, sobre o orçamento, ou com menos do que os recursos necessários

Como alguns destas falhas poderiam ser evitados? Na minha visão, a integração entre as áreas de desenvolvimento e infraestrutura precisa ser mais forte. Não pode ser, que eles não se falam entre sim, só por causa de problemas emocionais. (Mundo real !)

Todo projeto novo precisa integrar, já no começo um recurso das duas áreas, um arquitetos de infraestrutura e soluções. Assim os arquitetos podem garantir a integridade e sustentabilidade da solução em todo ciclo da vida, fechando a ÚLTIMA MILHA.

Lembrando:

  • Não chama o arquiteto de infraestrutura no ultimo dia antes do projeto, ele precisa ser envolvido deste do primeiro dia do projeto ate o fim !

O que vocês acham da ÚLTIMA MILHA ?

Thanks,

Markus

Olá, tudo bem?

Vamos tentar analisar porque a infraestrutura ate hoje, na maioria dos casos, não consegue atender os requerimentos do negócio.

Em algumas palavras: por que a evolução da maturidade não esta acontecendo mesmo com todas as ferramentas disponíveis no mercado?

Eu tenho absoluta certeza que todos vocês poderiam contar uma história da vida real sobre os problemas atuais. Mas minha pergunta é mais complexa: Por que isto está acontecendo e quais são os motivadores para as empresas mudarem?

A evolução, processo constante de mudança, só pode acontecer se existe uma disposição ou motivação interna ou externa. Sem um destes fatores, na minha visão, não existe uma evolução positiva. Existem várias ferramentas que ajudam a medir o nível de maturidade e sugerindo possíveis caminhos de melhorias. Com certeza muitos de vocês já usaram estas ferramentas, mas por que, mesmo com estas novas capacidades, a evolução não esta em sinergia com o ritmo das novas tecnologias?

Durante meus anos como um consultor eu fui contratado várias vezes para analisar ambientes e evoluir o nível de maturidade. Você manda para o cliente milhões de perguntas, sobre os processos internos e as ferramentas que ele usa, depois você reporta estas informações na ferramenta e "Voi lá" você tem uma fotografia da situação atual com a maturidade.

Mas, você não sabe se cliente respondeu as perguntas baseado no último estado do ambiente? Você também não sabe se o departamento de TI quer mostrar os resultados mapeando o mundo real maquiando os resultados!

Na minha experiência muitas vezes estes reportes são mais para inglês ver do que para iniciar uma evolução na área de TI. Mas por quê?

Não haveria interesse da área de TI de evoluir? Isto não ocorre, talvez, por causa da falta de criatividade e inovação? Analisando este assunto nos podemos tentar pesquisar a origem da motivação de mudança. Uma pesquisa interessante nos leva ao “problema da vela”. Alguns de vocês talvez possam ter visto isso antes. Foi criado em 1945 por um psicólogo chamado Karl Dunker. Karl Duncher criou esse experimento que é usado em uma enorme variedade de experimentos na ciência comportamental. Suponha que eu seja o experimentador. Te levo para uma sala. Te dou uma vela, algumas tachinhas e alguns fósforos. E te digo: "Seu trabalho é prender a vela na parede para que a cera não pingue na mesa." E agora o que você faz? Muitas pessoas começam a tentar usar as tachinhas para prender a vela na parede. Não funciona. Algumas pessoas têm uma ótima ideia e acendem um fósforo, derretem o lado da vela e tentam aderi-la na parede, mas também não funciona. E, eventualmente, após cinco ou 10 minutos, a maior parte das pessoas resolvem o problema. A chave para resolver é superar o que é chamado de funcionalidade fixa. Você vê a caixa somente como um compartimento para as tachinhas. Mas ela também pode ter outra função, como uma plataforma para a vela. Veja abaixa a solução do problemo da vela:

O problemo da vela (Funcionalidade fixa)

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Agora quero lhes contar sobre um experimento usando este problema da vela. O propósito deste experimento foi o de analisar o poder dos incentivos. Aqui está o que Sam Gucksberg fez: Ele juntou participantes e disse, "Vou cronometrá-los e verificar qual grupos resolvem esse problema mais rápido ?"

Para o primeiro grupo ele disse, vou cronometrá-los para estabelecer normas, médias de quanto tempo leva normalmente para alguém resolver esse problema. Para o segundo grupo ele ofereceu recompensas (incentivos) . Ele disse, "Se vocês estiverem entre os 25 por cento mais rápidos ganharão cinco dólares. Se você for o mais rápido de todos que estão testando hoje, você ganha 20 dólares." - lembrando que estes testes foram feito anos atrás.

Pergunta: Qual grupo foi mais rápido?

Resposta: O grupo com incentivo demorava na média, três minutos e meio mais.

Agora, isso não faz sentido, certo ! Se quiser que as pessoas saiam melhor, você as recompensa. Certo? Bônus, comissões, não é assim que os negócios funcionam no mundo. Mas isso não está acontecendo aqui, você tem um incentivo feito para afiar o pensamento e acelerar a criatividade, mas ele faz justamente o oposto. Ele cega o pensamento e bloqueia a criatividade. Esses motivadores, incentivos, só funcionam bem para certos tipos de tarefas, onde há um grupo simples de regras e um objetivo claro para alcançar.

Focando na área de TI, às vezes os motivadores são ineficientes, e geram simplesmente uma visão para inglês ver, sem pensar fora da caixa. Criatividade, inovação são suprimidos por causa dos motivadores que não se adequam para uma área com a nossa.

Toda tecnologia do mundo não se mostra eficiente o suficiente para gerar uma evolução sem motivadores que inspirem as pessoas a pensar fora da caixa. Só para mencionar, que desenvolvedores que trabalham sem incentivos monetários mostram um grau de qualidade bem superior !

O que vocês acham? Vocês pensam fora da caixa?

Abraço Markus

Primeiramente feliz ano novo é muito sucesso nos desafios. Voltando das ferias aonde eu vivei sem computador e informações da área de TI, eu pensei como seria o primeiro post deste ano.Seria interessante de ariscar uma previsão sobre as possíveis grandes influencias e ondas de tecnologia no ano 2010. Com certeza este ano vai ser um ano com mudanças e inovações, aonde todos profissionais de TI se precisam refletir e preparar para futuras mudanças.

Ficam alertas, ninguém vai esperar para vocês e nada vai passar sem deixar mudanças !

O possível reaquecimento da economia deve aumentar os investimentos em TI realizados pelas empresas localizadas no Brasil ao longo do próximo ano. O mercado já esta mostrando esta mudança, mas umas das perguntas é, se isto é um crescimento sustentável ou não? Quais áreas vão aproveitar e crescer e quais vão se manter no nível ou ate decrescer ?

A constatação faz parte do estudo IDC Worldwide Black Book baseado em varias pesquisas. Redução de custos de operação, criar novas capacidades de inovação, são todas palavras antigas do século passado, sem novos sentidos, mas até agora não concluídos.

 

Mudanças na Careira de Profissionais de TI

Com as novas ondas de tecnologia, como a computação em nuvem, os profissionais de TI precisam se movimentar. Isto é na minha opinião a única verdade que eu posso revelar aqui no meu post. Mas para onde e como eu só posso adivinhar ,baseado em informações e valores históricos. Simplesmente conhecer Windows,Linux não e mais o que o mercado pede de um profissional de TI qualificado.

  • Analisando os profissionais de infraestrutura, um aspecto cada vez mais importante e se dedicar em adquire conhecimento básico em otimização de TI e processos de negocio . Entender a linguagem do negocio, facilitaria a criação de interfaces eficiências na definição e implementação de novos serviços.
  • O mesmo aspecto se aplica na integração dos times de infraestrutura e desenvolvimento. Baseado na minha pratica durante vários anos na área, muitas disputas emocionais entre os dois áreas, prejudicam a qualidade dos serviços e a entrega. Desenvolvedores não querem falar com as pessoas da infraestrutura e vice e versa, isto precisa acabar.
  • Os profissionais de infraestrutura precisam começar definir,criar e gerenciar um portfólio de serviços de infraestrutura com políticas e processo ágeis, que podem ser oferecidos para os desenvolvedores que precisam se submeter estas regras sem exceções. Estes processos precisam ser ágil, oferecendo a capacidade de se adaptar rapidamente a novas requisições.
  • Aumentar o grau de automatização na operação, deixa os profissionais de infraestrutura se dedicar ao assuntos estratégicos complexos e virar um recurso estratégico da empresa.
  • Tarefas basicos de um profissional de TI:
    • Desenhar ambientes de Infraestrutura (Visão)
    • Definir estratégias de TI
    • Definir padrões de TI
    • Revisar projetos de TI
    • Mentor de projetos de TI
    • Gerenciar relacionamento com parceiros 

Gastos na área de TI / Crescimento mundial de 3,3%

Os analistas , afirmam baseado nas pesquisas, para o próximo ano a otimização da TI seria a palavra chave em todas verticais. Ou seja,  as companhias continuarão correndo em busca de tecnologias para reduzir custos de suas operações criando mais espaço de ser invovatios.  Eu já ouviu esta palavras muitas vezas ! Que falta na área de TI ? Porque com todas as novidades e inovações as empresas não conseguiram absorver estas tecnologias e otimizar o próprio ambiente ? Durante 2009 foram feitas farias ondas de redução de custo com mais ou menus sucesso mas com certeza, ainda sobraram gorduras por causa da complexidade, baixa maturidade é falta de conhecimento. Eu nem vou comecar de falar sobre a falta de gerenciamento humano e falta de visões dos líderes de TI :)

Lembrando que novos investimentos seriam feitos em aspectos de inovação de negocio, que por definição são atingidos com novos aplicações. TI precisa mostrar valor em conjunto com a área de negocio com agilidade e eficiência aplicando as novos inovações. Os profissionais de infraestrutura vão aproveitar o possível crescimento do mercado ? Eu acho que não !

Simplesmente por causa da restrição no orçamento e da proteção dos resultados financeiras da empresa.

 

 

Tecnologias

Business Analitycs (BA)
Otimização e simulação usando modelos e ferramentas analíticas para maximizar a eficácia de processo e decisão de negócios, analisando cenários alternativos.Nos últimos anos as empresas investiram em sistemas de, e de relacionamento com clientes e Business Intelligence (BI) e outras aplicações de negócios que geram montanhas de dados e a complexidade dos sistemas dificulta a busca de informações rapidamente para a tomada de decisão.

Redes Sociais
Os trabalhadores não querem dois ambientes distintos para apoiar o seu trabalho – um para seus próprios produtos de trabalho (quer pessoais ou grupo) e outra para acessar informações "externas". Empresas devem concentrar-se tanto em comunidades públicas e uso de software social e meios de comunicação sociais na empresa e participação e integração com externamente virada patrocinado pela empresa. Não ignore o papel do perfil social para reunir as Comunidades.Uma outra tendência para 2010 é o uso das redes sociais no ambiente corporativo para trazer para as áreas de negócios informações dos clientes e da concorrência, que muitas vezes ficam na cabeça dos funcionários e não são compartilhadas.

Virtualização / Cloud Computing / S+S
É um estilo de computação que caracteriza um modelo no qual provedores oferecem uma variedade de recursos de IT aos consumidores de computação em nuvem. Serviços baseados em nuvem podem ser explorados em uma variedade de maneiras para desenvolver um aplicativo ou uma solução. Usar recursos de nuvem não elimina os custos de soluções, mas reorganizar alguns e reduzir os outrosEm 2010, os temas cloud computing, virtualização e TI verde continuarão na agenda dos executivos e vão exigir novos investimentos em infraestrutura. As empresas deverão ir às compras em busca de equipamentos mais modernos para fazer integração de sistemas.

SOI & SOA
SOA/SOI continuarão na agenda das empresas. No ano 2010 varias empresas vão começar ou continuar aplicações baseado em serviços,mas desta vez com mais sucesso e aprendendo dos erros no longo do caminho. Dentro da estratégia “Service Oriented Infrastructure” encontramos a agilidade que as organizações necessitam acrescentando coordenação e gerenciamento de serviços aos benefícios da interoperabilidade. Por esta visão, as organizações podem distribuir novas capacidades mais rápidas, gerenciar mudanças quando elas ocorrem e maximizar a reutilização de componentes de infra-estrutura. Vamo ver se isto vai virar realidade ...

Green-IT
TI pode habilitar muitas iniciativas verdes. Iniciativas verdes comuns incluem o uso de documentos eletrônicos, reduzindo despesas de viagem e tele trabalho. TI também pode fornecer as ferramentas analíticas que outros na empresa podem usar para reduzir o consumo de energia para o transporte de mercadorias ou de outras atividades de gestão de carbono.

Aplicativos Moveis
Pelo final do ano 2010, 1,2 mil milhões de pessoas transportará handsets capazes do comércio móvel, fornecendo um ambiente rico para a convergência da mobilidade e da Web. Já existem muitos milhares de aplicações para plataformas como o iPhone da Apple, apesar do mercado limitado e a necessidade de codificação exclusivo. Pode levar uma versão mais recente, que é projetada para operar com flexibilidade no PC completo e sistemas em miniatura, mas se a arquitetura de interface e o processador do sistema operacional eram idêntica, esse fator permitindo criaria um enorme virar para cima na disponibilidade de aplicativos móveis.

Mas tem muito mais !!!

O que vocês acham ? Seria uma previsão que vai se tornar uma realidade ? Como vocês verem as novas funções na área de TI ?

Grande abraço Markus

,IT Strategies from the Field

O time de Arquitetos de Infraestrutura da Microsoft Brasil criou no ano passado o “Conselho de Arquitetos de Infraestrutura de TI”. Foram selecionados um numero inicial de 10 profissionais que têm ativa participação na comunidade técnica e/ou destaque no mercado, com atuação em todos os segmentos de Arquitetura de Infraestrutura em vários fornecedores.

 

Objetivo do CAI “Conselho de Arquitetos de Infraestrutura de TI

Estabelecer um Conselho para criar melhores práticas e modelos de arquiteturas de infraestrutura, adaptados ao mercado corporativo nacional;

O propor deste Grupo é realizar:

  • Encontros regulares do Conselho sobre novas tendências na área de Arquitetura de Infraestrutura no mercado brasileiro;
  • Apresentações e Mesas Redondas do Conselho, relacionadas a temas de interesse com palestrantes especializados;
  • Discussões de estratégias e definição de eventuais novas iniciativas, em conjunto com outros grupos relacionadas à Arquitetura de Infraestrutura;
  • Compartilhar experiência e conhecimento

Links:

A participação é só via convite e seleção interna do próprio CAI.

Abraços Markus Christen - Arquiteto de Infraestrutura Microsoft Brasil

Olá pessoal, tudo bem?

Vamos continuar com a sérieInfrastructure Architecture in a Box” sobre o beta do Sharepoint 2010. Durante os últimos posts nos falamos sobre vários assuntos que são considerados importantes no contexto da arquitetura de infraestrutura. As novas capacidades em conjunto com as melhorias oferecem uma oportunidade de criar arquiteturas customizadas para providenciar valores estratégicos para as empresa. Desta vez nos vamos falar sobre “Search”.

Vocês tem a opção entre três produtos que suportam varias funcionalidades em comum, mas com poder de escalabilidade e customização diferenciada. Seguintes produtos da linha Sharepoint 2010 que oferecem a capacidade de pesquisa:

  • Search Server 2010 Express (Entry Level),
  • Sharepoint Server 2010 (Infrastructure)
  • Fast Search Server 2010 for Sharepoint (High-End)

Algumas fatos importantes:

  • Sem limitação de 50 milhões de itens ;)
  • Cross-farm search service (Comaprtilhar Servicos entre Farms)
  • Crawling Service (Vários indexadores podem ser usados simultaneamente para rastrear conteúdo diferente durante cada ciclo de rastreamento)
  • Query Partitioning (Cada partição de indice pode conter até ~ 10 milhões de itens e pode também ser "clonada" com várias instâncias)
  • Multiplos Banco de Dados (Property, Crawling, Admin)

Vamos analisar as diferenças entre os produtos.                 

    Capacidades    

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http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=D7C0091E-5766-496D-A5FE-94BEA52C4B15&displaylang=en

Repositorios

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http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=D7C0091E-5766-496D-A5FE-94BEA52C4B15&displaylang=en 

Uma das grandes diferenças entre a versão Sharepoint 2007 e Sharepoint 2010 é a mudança do paradigma de SSP’s, para a arquitetura de “Service Applications” (Post sobre Service Applications).

O serviço responsável de providenciar a capacidade der pesquisa é o “Search Service Application” que conte quatro componentes básicos que são:

  1. Administration Component
  2. Query Component
  3. Crawl Component
  4. Databases:
    • Property Database
    • Crawl Database
    • Admin Database

Importante mencionar que um dos grandes benefícios da nova arquitetura de Service Application é a possibilidade de fornecer o serviço independente da fronteira de “Farms”. O serviço SSA (Search Service Application), é um cross farm service que pode ser consumido entre varias “Farms”. Isto oferece a possibilidade de criar uma “Farm” centralizada, que fornece o serviço de pesquisa para a organização inteira.

 

Escalabilidade

Com a componentização dos serviços de pesquisa (4 Componentes Básicos), Sharepoint 2010 elimina as limitações de escalabilidade das versões anteriores. Todos componentes oferecem escalabilidade horizontal com redundância. Vamos analisar como definir uma arquitetura adequada com escalabilidade horizontal e redundância.

Ambiente Pequeno ( Para cerca de 10 milhões itens)

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Arquitetura

Single índice com uma partição unica (Total) com replicação (Mirroring) A1 = A1. A partição é espelhada entre os servidores para garantir redundância. Em caso de fala de um componente de pesquisa o algoritmo interno garante o “FallBack” para a partição espelhada.

  • Servidor compartilhado entre o componente Web e pesquisa
  • Única partição de índice com espelhamento

Escalabilidade

O crescimento é garantido com a componentização dos serviços. Todos componentes podem escalar, dependendo da necessidade, horizontal ou vertical. Todas as requisições de clientes são distribuídas para todas os servidores de pesquisa e consolidados para uma única resposta.

  • Múltiplos servidores de pesquisa (Query Server)

Redundância

Redundância do serviço e garantido em este cenário via a replicação da partição entre os “Query Servers”. Em caso de falha a partição replicada pode fornecer o serviço de pesquisa.

  • Única partição de índices espelhada entre dois servidores
  • Componentes de query redundantes

 

Ambiente Pequeno ( Para cerca de 20 milhões itens)

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Arquitetura

Single índice com uma partição unica (Total) com replicação (Mirroring) A1 = A1. A partição é espelhada entre os servidores para garantir redundância. Em caso de fala de um componente de pesquisa o algoritmo interno garante o “FallBack” para a partição espelhada.

  • Servidor compartilhado entre o componente Web e pesquisa
  • Multiplas partiçoes de índice com espelhamento

Escalabilidade

O crescimento é garantido com a componentização dos serviços. Todos componentes podem escalar, dependendo da necessidade, horizontal ou vertical. Todas as requisições de clientes são distribuídas para todas os servidores de pesquisa e consolidados para uma única resposta.

  • Múltiplos servidores de pesquisa (Query Server)

Redundância

Redundância do serviço e garantido em este cenário via a replicação da partição entre os “Query Servers”. Em caso de falha a partição replicada pode fornecer o serviço de pesquisa.

  • Multiplos particoes de índices espelhadas entre dois servidores
  • Componentes de query redundante
  • Componente de “Crawl” redundante

 

 

 

 

 

Ambiente Corporativo Grande ( Para cerca de 40 milhões itens)  

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Arquitetura

Single índice (Total) com múltiplas partições com replicação per partição. A partição é espelhada entre os servidores para garantir redundância. Em caso de fala de um componente de pesquisa o algoritmo interno garante o “FallBack” para a partição espelhada.

  • Servidor compartilhado entre o componente Web e pesquisa
  • Multiplas partiçoes de índice com espelhamento
  • Múltiplos servidores de bancos de dados  (Crawl, Property)

Escalabilidade

O crescimento é garantido com a componentização dos serviços. Todos componentes podem escalar, dependendo da necessidade, horizontal ou vertical. Todas as requisições de clientes são distribuídas para todos os servidores de pesquisa e consolidados para uma única resposta.

  • Múltiplos servidores de pesquisa
  • Múltiplos servidores de “Crawling”
  • Múltiplos servidores de bancos de dados
    • Crawl DB
    • Property DB

Redundância

Redundância do serviço e garantido em este cenário via a replicação da partição entre os “Query Servers”. Em caso de falha a partição replicada pode fornecer o serviço de pesquisa.

    • Multiplos particoes de índices espelhadas entre dois servidores
    • Componentes de query redundante
    • Componente de “Crawl” redundante
    • Multiplos banco de dados em cluster

    Virtualização

    Virtualização é uma forma eficaz para reduzir o custo total da solução, consolidando vários servidores em um único host físico. Utilizando tecnologias como o Hyper-V ™ para Windows Server 2008 e System Center Virtual Machine Manager, você pode virtualizar toda ou parte do ambiente de pesquisa do SharePoint Server 2010 com a consolidação de servidores que executam uma função específica, tais como servidores de consulta ou servidores de rastreamento.
    A virtualização oferece benefícios nas áreas de custos de manutenção de hardware e servidor, espaço no centro de dados, capacidade de gerenciamento, facilidade de implantação e capacidade de expansão rápida.

    Espero que vocês gostarem e nos vamos continuar falar sobre o Beta 2 do Sharepoint 2010, um grande produto !

    Abraços Markus

    Vamos continuar com a nossa série sobre a estratégia de TI. Vocês gostarem do post sobre inovação? Como no primeiro post da nossa serie, eu gostaria de analisar a palavra Portfolio.

    Como o dicionário online define a palavra portfolio:

    • O Portfolio é uma coleção de todo o trabalho em andamento na organização relacionado com o alcance dos objetivos do negócio. Toda organização tem um portfolio, mesmo que não reconheça especificamente. Consiste nos trabalhos que estão em andamento na empresa, estejam estes trabalhos relacionados de alguma forma entre si ou não. Algumas organizações tem portfolios separados por departamentos, divisões ou unidades de negócio. Em última instância, deve haver um portfolio abrangente para a organização como um todo.

    Vamos aceitar esta definição simplificada e analisar como nos podemos definir a natureza dos investimentos em TI. O que dirigi investimentos em TI em organizações é quase tão diverso como as organizações próprias, mas mesmo assim vamos tentar de analisar a origem. Podemos analisar o investimento em TI por meio de varias perspectivas, mas em neste post vamos se dedicar em uma:

    • Objetivos do Investimento

     

     

    Objetivos do Investimento

    De acordo com Peter Weill, utilizando a nova TI (veja a Figura 1) organizações investem em TI para alcançar quatro objetivos diferentes:

    Figura1: IT Portfolio Management Objectives  image



    Transactional

    • Tecnologia que processa e automatiza transações

    Utility Infrastructure

    • Componentes básicos independentemente dos objetivos globais - PCs, servidores – Considerado “Commodities”

    Informational

    • Oferece suporte para o controle e gerenciamento, tomada de decisões, como sistemas de contabilidade e BI.

    Strategic

    • Para obter vantagem competitiva & pode envolver a reengenharia do modelo de negócios da organização.

    Para decidir quais investimentos são apropriados para uma organização, e qual seria uma distribuição equilibrada, o responsável deve tomar em consideração, que a organização precisa ver o portfolio de TI do mesmo modo como um CEO ver o portfolio de investimentos. Para as organizações, isso exige um alinhamento da estratégia de negócio com as decisões de investimentos em projetos de TI. A definição de um portfolio de projetos de TI apresenta uma tarefa complexa com várias considerações específicas, mas no fim é uma definição essencial.

     

    Alinhamento estratégico

    O gerenciamento eficiente do portfolio de TI requer alinhamento com os investimentos estratégicos da organização que foram identificadas e comunicadas. A atenção especial por questões de TI é essencialmente uma questão de adicionar mais atenção e rigor para as capacidades de longo prazo para que eles correspondam é sustentam as estratégias da organização.

     

    Figura 2: Quadrant

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    Um exemplo de como analisar o portfolio seria o quadrante exibido na (Figura 2). Ele pode ser usado para avaliar o alinhamento estratégico de múltiplas iniciativas fora da área de TI, mas dirige-se especialmente às necessidades específicas de investimentos de TI. A análise do quadrante fornece um retrato de onde o valor estratégico do investimento se encontre, de modo que a comparação pode ser feita com os indicadores da estratégia de negócio.

    Infelizmente o processo de alinhar TI com a estratégia de negócio não é uma prática estabelecida. A tecnologia de informação é ainda muito interessada em como fazer projetos na maneira direita e correta invés de ser mais ágil e providenciar os benefícios mais rápidos.

    Agradeço a atenção e ate o próximo post,

    Markus

    Olá tudo bem...

    O segundo dia de evento já começou com algumas novidades. Depois de uma sessão Keynote com, presidente da divisão de Windows e Windows Live, falando sobre a evolução e o desenvolvimento do Windows 7, Scott Guthrie Mr.Silverlight, apresentou novidades do Silvelight 4.0 em conjunto com outras novidades mais para desenvolvedores.

    Novidades  do segundo dia que eu acho interessante:

    Desta vez só isto, que na minha opinião já é muita coisa para os desenvolvedores.

    Vamos ver se amanha tem mais novidades ;)

    Abraços Markus

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    Hoje eu vou começar uma nova série. A proposta desta nova série, é analisar o mercado e as influencias , traduzindo para nossa realidade.

    O mercado de TI é cada vez mais complexo, e eu concordo que às vezes é difícil de aceitar todas as novas tendências na primeira vista, mas nos precisamos lembrar que o mercado tem uma própria dinâmica.

    Eu acho seria legal de começar com a tentativa de definir algumas “Frases e Palavres” que todo mundo esta usando durante o trabalho na area de TI. Com a base de definiçõe, eu consultei o famoso “Wikipédia” e como vocês sabem tudo que é esta escrita no “Wikipédia” vira verdade.

    Vamos começar com uma palavra maravilhosa que se chama “Inovação” e se vocês pesquisam via “Microsoft Bing” vocês vao receber “55,600,000” resultados.

    Como nos podemos definir a palavra Inovação:

    • Inovação significa novidade ou renovação. A palavra é derivada do termo latino innovatio, e se refere a uma ideia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com padrões anteriores. Hoje, a palavra inovação é mais usada no contexto de ideias e invenções assim como a exploração económica relacionada, sendo que inovação é invenção que chega no mercado. De acordo com Milton Freeman, Inovação é o processo que inclui as atividades técnicas, concepção, desenvolvimento, gestão e que resulta na comercialização de novos (ou melhorados) produtos, ou na primeira utilização de novos (ou melhorados) processos. Inovação pode ser também definida como fazer mais com menos recursos, por permitir ganhos de eficiência em processos, quer produtivos quer administrativos ou financeiros, quer na prestação de serviços, potenciar e ser motor de competitividade. A inovação quando cria aumentos de competitividade pode ser considerado um fator fundamental no crescimento económico de uma sociedade.

     

    Nos não precisamos concordar com esta definição, mas vamos considerar ela com o fundamento deste post.Continuando a outra palavra que precisa ser analisada é a palavra “Estratégia”. Todo mundo é estratégico, mesmo minha voo, vocês perceberam a ironia ;).

    Como nos podemos definir a palavra Estratégia? Wikipédia fala:

    • Estratégia é um plano de ações com vista a alcançar um objetivo particular. Estratégia trata a parte do como e não o quê. A palavra estratégia tem conotações militares, pois deriva da palavra grega para geral. A estratégia é diferente da tática. Em termos militares, a tática está preocupada com o comportamento de um compromisso, enquanto estratégia está preocupada com os compromissos como diferentes são ligados. Em outras palavras, como uma batalha é travada é uma questão de tática: os termos que são travados em e se deve ser combatido em todos é uma questão de estratégia.

     

    Analisando esta definição no podemos concluir, que o objetivo principal da estratégia de negocio é criar vantagens competitivas com a essência de ser diferente. Ser diferente vem do pensamento criativo que resulta em uma inovação.

    Quais são alguns atributos de uma empresa altamente inovativo:

    • Incentiva as pessoas pensar fora da caixa sem protecionismo
    • Tratando os aspectos de: Tese, Antítese, Síntese.
    • Amam quebrar paradigmas. Para criar uma inovação muitas vezes você precisa enfrentar resistências internas
    • Hierarquias organizacionais “Mais leve - Lets do It”: A Idea não pode morrer no processo de virar realidade
    • Deixam você errar: Erros são tesouros que precisam ser descrobidos e analisadas
    • Tem um grau alto de maturidade dos lideres: Primeira à inovação depois a carreira

    Vocês tem isto ? Se não,  pensem: O que precisa ser mudado?

    Concluindo em uma frase: Inovação = Janela de vantagem competitiva

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    Como tudo na vida, uma vantagem competitiva tem um tempo determinado, dependendo da velocidade da adoção do mercado. A primeira empresa que lança uma inovação tem uma vantagem competitiva forte ate as concorrentes lançam os produtos próprios similiantes. Lembrando que o ciclo de vida de inovações é cada vez mais curto, significa que agilidade e um aspecto elementar no mercado!

    Agora vocês se perguntam como isto afeta o trabalho na área de TI. Vamos começar com uma frase muito importante “Todas as Estratégias & Inovações de Negocio dependam na área de TI”, mas ninguém ganha dinheiro com TI.

    Isto significa que TI é considerado um gasto. Como nos podemos dividir e qualificar estes gastos e como esta a definicão do Portfolio de Projetos ? Neste post vamos considerar dois tipos “Innovation/Strategic” e “Infrastructural/Transactional”. A distribuição no mercado brasileiro e na media “30% Innovation/Strategic” e “ 70% Infrastructural/Transactional”. Na maioria das empresas brasileiras a maturidade na área de TI é considerada baixa que significa que não existe manobra suficiente de deixar as empresas reduzir custos “Infrastructural/Transactional” e começar investir tempo e dinheiro em aspectos estratégicos. Consequência destes fatos é que a maioria das empresas brasileiras não consideram a área de TI um valor estratégico.

    Por que isto esta acontecendo? Eu acho que ficou bem claro, que a área de TI gasta hoje a maioria do dinheiro “Budget de TI” para se sustentar na superfície e garantir a qualidade da operação, e só 30% para criar inovações que garantem a existência dela própria. Vocês se lembram de criar agilidade é um “MUST”, para criar vantagens estratégicas e sem uma área de TI ágil e eficiente não existe inovação na empresa per si?

    A decisão de ser um valor estratégico esta se tornando cada vez mais importante e que essas escolhas podem habilitar ou desabilitar as iniciativas de negócios. O mercado está reagindo com iniciativas de redução de custos operacionais, automação, terceirização e computação na nuvem para garantir agilidade, qualidade e redução de custos na área de Operação.

    O que vocês acham?  Seu CIO é considerado estratégico? Sua área de TI é um valor estratégico?  Você fornecem novas capacidades que sustentam a estratégia de negócio?

    Ate o próximo post, Markus.

    Olá,

    Durante o “Keynote” com vários executivos da Microsoft foram reveladas várias novidades. Vamos falar de algumas...

    Importante mencionar que Microsoft .NET Services é agora Windows Azure platform AppFabric !

     

    Windows Azure - RTM

    Windows Azure, SQL Azure e os. Net Services estão na transição de "Community Technical Preview” para à versão RTM, até o 1 de janeiro de 2010. (Previsão para o mercado Brasileiro é Março 2010). Mas os clientes não serão cobrados até fevereiro 2010, para que eles possam determinar quais serão os custos durante o mês anterior e analisar os benefícios.

    Uma novidade interessante que vai ser lançado na primeira onda seria a possibilidade de escolher entre vários tipos de maquinhas virtuais. Assim você poder garantir a escalabilidade das aplicações horizontal e vertical. Olhando no futuro, uma capacidade interessante que vai ser disponibilizado no ano que vem é que o usuário poderia criar suas próprias imagens, que poderiam ser instalados no Windows Azure.

    Parando aqui , mas tem muito mais ;)

    Ref.: http://www.microsoft.com/presspass/press/2009/nov09/11-17PDC1PR.mspx

     

    Microsoft Pinpoint

    Mr Ozzie revelou ainda uma outra inovação, a nova geração do Microsoft Pinpoint (Só para alguns países do mundo). Pinpoint é uma loja de aplicativos online para parceiros Microsoft apresentarem e comercializarem suas soluções, além de novidades na área de servidores. Assim os parceiros receberiam uma plataforma de vendas integrado na infraestrutura Microsoft.

    Ref.:http://pinpoint.microsoft.com/en-US/

     

    Codinome Dallas - Azure Subsystem

    Microsoft Codename "Dallas" permite que os desenvolvedores e profissionais de TI pudessem instantaneamente encontrar, adquirir e gerenciar serviços Web e bancos de dados para alimentar o próximo conjunto de aplicações em qualquer plataforma. Além desses recursos, o projeto "Dallas" ainda oferece API's para que os desenvolvedores consumam o conteúdo contratado desses serviços, através de diferentes métodos de entrega como XML, visualização online, integração com Office, aplicações ou workflows de negócio. O projeto "Dallas" está em seu início, mas já um excelente exemplo das possibilidade desse novo mundo chamada "Cloud Computing".

    Ref.:http://pinpoint.microsoft.com/en-US/Dallas

     

    SQL Azure Datasync

    Na palestra de abertura do PDC 2009 a Microsoft anunciou a disponibilidade do SQL Azure Data Sync – CTP de Novembro, uma versão antecipada e aberta ao público. Para aqueles que conhecem o projeto “Huron”, pode se estar perguntando, como ele se compara ao projeto "Huron"?

    Você pode pensar que o “SQL Azure Datasync” é a primeira parte do projeto global "Huron", uma visão que pensa em criar um hub de dados na nuvem, ou mais especificamente, um lugar para você facilmente consolidar e compartilhar todas as suas informações. O proposito do SQL Azure Datasync é de simplificar a tarefa de compartilhamento de informações se o que off-premise (SQL Azure) , on-premise (SQL Server) ou para usuários móveis. Para usuários que gostariam de colocar um banco de dados existente do SQL Azure off-line, este novo modelo simplifica a tarefa de criar um cache de dados offline em SQL Compact. Usando o Assistente de modelo (disponíveis clicando com o botão direito do mouse sobre uma aplicação de Explorer solução Visual Studio e escolha Add | New Item | SQLAzureDataSyncClient, os desenvolvedores podem escolher as tabelas de SQL Azure que eles gostariam de ser disponibilizados offline. Depois de concluir o assistente, será criado um banco de dados SQL Compact e será gerado código que permite que o off-line sincronizar as alterações sob demanda entre SQL Azure e SQL Compact.

    Ref.: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=bce4ad61-5b76-4101-8311-e928e7250b9a&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+MicrosoftDownloadCenter+(Microsoft+Download+Center)

     

    Windows Indentity Foundation - RTM

    Windows Identity Foundation permite que desenvolvedores .NET, terceirizam a identidade lógica dos seus aplicativos, melhorando a produtividade do desenvolvedor, reforçando a segurança do aplicativo e permitir a interoperabilidade. Aproveita a maior produtividade, aplicando as mesmas ferramentas e modelo, para criar um software local, como na nuvem. Crie aplicativos mais seguros, reduzindo as implementações personalizadas e usando um modelo de identidade simplificado. A maior flexibilidade na implantação de aplicativos por meio de interoperabilidade com base em protocolos padrão de indústria, permitindo a identidade dos aplicativos e serviços se comunicar através de declarações.

    Ref.: http://msdn.microsoft.com/en-us/security/aa570351.aspx

     

    AppFabrik Windows 2008 & Windows Azure

    Durante a palestra do Bob Muglia, um dos Presidentes da Microsoft foi revelado o Windows Server AppFabric e Windows Azur AppFabric, uma nova tecnologia que ajuda nas instalações e monitoração de aplicações na nuvem e local. Disponível na versão beta hoje, o Windows Server AppFabric é uma evolução dos servidores de aplicações, que amadureceu em muitos aspectos como escalabilidade horizontal e monitoramento para permitir hospedar aplicativos de missão crítica. Ao mesmo tempo, uma enorme inovação ocorreu para dar suporte a plataformas baseadas em nuvem, que geralmente dependem de técnicas de “scale-out” elásticas para oferecer suporte a grande escala e alta confiabilidade usando grande números de servidores.  Os serviços fornecidos pela AppFabric permitirão aos desenvolvedores e os IT-Pros o aproveitamento atual e investimentos em tecnologia para melhorar a escalabilidade, confiabilidade e desempenho de aplicativos complexos, independentemente a onde um aplicativo será implantado. Uma versão final do Windows Server AppFabric estará disponível em 2010.  Concluindo: Dublin + Velocity+.Net Services = AppFabrik Windows + Azure

    Ref.: http://msdn.microsoft.com/en-us/windowsserver/ee695849.aspx

     

    System Center – Windows Azure

    Douglas Purdy apresentou as novas possibilidades de gerenciar via uma instalação de SCOM on-premise monitorando aplicações na nuvem. Em caso de problemas de desempenho, SCOM poderia via powershell script, adicionar novas instancias para a aplicação na nuvem.

    Ref.: Não tem ate agora ;)

     

    Projeto Sydney

    Muglia anunciou que o projeto Sydney, oferece a capacidade de conectar servidores on-premise com serviços hospedados em Windows Azure via um canal seguro e IP6. O primeiro beta seria disponível no ano que vem.

    Ref.: Não tem ate agora ;)

     

    Estas notícias foram oficializadas durante a abertura da conferência anual da Microsoft para desenvolvedores, o PDC 2009, que acontece em Los Angeles.

    Para saber mais detalhes dos anúncios de hoje, acompanhar as notícias, imagens e assistir o evento ao vivo, acesse: www.microsoftpdc.com.

    Abraços Markus

    Technorati Tags: ,,,

    Olá pessoal, tudo bem?

    Depois de receber muitas perguntas sobre meu ultimo webcast, eu decidi de escrever um post sobre  a Plataforma de Aplicações. O que é uma plataforma de Aplicações e o que ela pode providenciar para os desenvolvedores de soluções?

    Quais capacidades estão disponíveis “Out of The Box” na plataforma Microsoft e porque os IT-Pros falham na divulgação das capacidades ?

    Olhando na história da plataforma de aplicações, nos podemos começar com os dinossauros, os “Mainframes”. Eles comandarem o mundo com custo exorbitante e oferecerem alguns trabalhos específicos em empresas multinacionais ou no governo. Depois de vários anos de sobrevivência dos mainframes, a invenção do PC abriu a massa ter acesso à nova tecnologia. O foco mudou de do hardware para o software, “The Software is the Magic”, são palavres importantes até hoje. Com esta mudança a descentralização da computação começou ganhar força e o PC em todas as casas virou realidade. A maioria das pessoas começarem a ter acesso ao um PC e a internet. O ciclo de descentralização se fechou. Agora você vai se perguntar por que as novas iniciativas do mercado mostram uma volta para a centralização na nuvem? Como sempre a resposta é relacionada em custos e o tempo de vida de uma invocação = Agilidade!

    Na minha visão todas as “Ondas” são cíclicas e não existe uma definição Certa ou Errada? A combinação das ofertas (Software + Services) deixa um espaço imenso de criar novas inovações providenciando o melhor dos dois mundos.

     

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    Definição Genérica da Plataforma de Aplicações

    Na minha visão nos podemos definir, que o proposto da plataforma de aplicações é genérico entre os provedores do mercado. Embora as capacidades sejam diferentes, a constelação dos “Building Blocks” é igual. Vamos analisar os “Building Blocks” e verificar quais seriam as funcionalidades na plataforma Microsoft.

    CamadasL

     
    • Bloco - Fundamento
    • Bloco - Aplicação
    • Bloco - Ferramentas de Desenvolvimento
    • Bloco Serviços de Infraestrutura
    • Bloco Serviços - Aplicações

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    Definição Genérica - Fundamento

    Todas as casas precisam um fundamento, assim começa nossa definição do primeiro bloco, do fundamento. O fundamento é separado em dois serviços distintos, o Sistema Operacional e o Suporte local. O Sistema operacional (SO) é uma interface entre hardware e o usuário que é responsável pela gestão e coordenação das atividades e compartilha os recursos do computador que funciona como um host para os aplicativos.

    O suporte local é um framework de software que pode ser instalada em computadores com um sistema operacional. Ele inclui uma grande biblioteca de funções e classes para problemas comuns de programação e máquinas virtuais que gerenciam a execução de programas. A definição de um suporte local é que ele seria usado pela maioria dos novos aplicativos criados para o sistema operacional.

    Microsoft:  
    Sistema Operacional
    • Windows XP, Vista, Windows 7
    • Windows 2003, Windows 2008
    • Windows Azure
    • etc.

    Microsoft  
    Suporte Local
    • .Net Framework
    • .Net Services
    • etc.

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    Definição Genérica - Aplicação

    A aplicação e um conjunto de serviços, escrito em uma linguagem de programação usando as bibliotecas do fundamento, que tem como o objetivo central, agregar valor no processo de negocio. As aplicações podem ter várias características, usando varias suportes locais ou remotos.

    Microsoft:  
    Aplicação Web
    • ASP.Net
    • etc.

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    Definição Genérica – Ferramentas de Desenvovimento

    O próximo bloco são as ferramentas de desenvolvimento. Esta camada fornece as capacidades para criar as aplicações. O termo mais usado em neste contexto é IDE “Integrated Development Environment” ou Ambiente Integrado de Desenvolvimento, é um programa de computador que reúne características e ferramentas de apoio ao desenvolvimento de software com o objetivo de agilizar este processo. As características e ferramentas mais comuns encontradas nos IDEs são presente em varios produtos e plataformas

    Microsoft:  
    Feramentas:
    • Visual Studio 200X
    • Team Foundation Suite
    • Expression Suite
    • etc.
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    Definição Genérica – Serviços de Infraestrutura

    Serviços de Infraestrutura são blocos de serviços que podem ser reusada na construção de aplicações, providenciando aumento de qualidade e agilidade. Na descrição genérica nos podemos definir três serviços básicos, Serviço de Identidade, Armazenamento e Integração. No crescimento e aumento da complexidade de sistemas, cada vez mais serviços de infraestrutura foram criados na visão de atender as necessidades das aplicações com qualidade e agilidade maior.

    Microsoft:  
    Serviços de Infraestrutura
    • SQL Server
    • SQL Azure
    • BizTalk Server
    • Active Directory
    • IIS , WAS, Dublin
    • etc.

     

    Vamos continuar de fala sobre a plataforma de aplicações, que tem um potençial imenso !

    Abraços Markus

    http://twitter.com/MarkusChristen

    Olá pessoal, tudo bem?

    Vamos continuar com a sérieInfrastrucuture Architecture in a Box” sobre o Beta do Sharepoint 2010. Durante os últimos posts nos falamos sobre os "Service Applications" e os "Proxy Groups". Estas novas capacidades oferecem uma grande oportunidade de criar arquiteturas com alto desempenho e escalabilidade horizontal. Desta vez nos vamos falar sobre a alta redundância e "Disaster Recovery" incluindo algumas novidades.

     

    Database High Availability

    SharePoint 2010 Beta 2 suporta o espelhamento de banco de dados da maneira adequada. A forma como o grupo de produtos definiu. SQL fornece um método para tratar failovers entre instâncias do SQL através da definição de conexão. Você pode aprender mais sobre isso no site TechNet via o link http:// technet.microsoft.com/en-us/library/cc917713.aspx. Para cada banco de dados do SharePoint, você pode definir um parceiro de failover. Um parceiro de failover é simplesmente uma outra instância que SharePoint pode esperar encontrar em caso de falha.

    Se você estiver espelhando uma base de dados de configuração entre o SQLServer1 e SQLServer2, e o SQLServer1 é atualmente o servidor principal, em seguida, SQLServer2 será o parceiro de failover. Quando o SharePoint é incapaz de falar com o SQLServer1 a instância original do SQL, seriá automaticamente redirecionado para o failover depois de um período de tempo especificado. Padrão de 15 segundos. Uma vez que cada parceiro de failover é definido via a definição de conexão, você não precisa se preocupar com nada mudar manualmente.

     

    Farm Disaster Recovery

    SharePoint 2010 suporta tanto “Log Shipping” ou "Mirroring". IMPORTANTE - Não é uma 2-Way replicação, mas sim projetada para uma replicação de modo que você copiar conteúdo de um site local para o outro e o local de destino é só de leitura para os usuários. Isso funciona bem nos cenários de intranet, os usuários eram apenas consumir informação em vez de atualizar as informações dos locais remotos. Assim no podemos definir um cenário de “Disaster Recovery Farm” a onde você replica conteúdo de uma localidade para outra e em caso de falha “Farm” você poderia criar uma sequencia de comandos para garantir a recuperação na segunda localidade.

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    Espero que vocês gostarem e nos vamos continuar fala sobre o Beta 2 do Sharepoint 2010, um grande produto !

    Abraços Markus

    Ola tudo bem ,

    Business Productivity Online Suite (BPOS) estão disponíveis como um TRIAL no Brasil. O BPOS é uma parte da estratégia de serviços online da Microsoft, para a entrega de ferramentas de colaboração e comunicação online para o mercado. Durante esta semana eu tinha varias perguntas como “Eu posso colocar meu Sharepoint local no BPOS ?”. Eu vou aproveitar este post e tentar de responder algumas perguntas que ajudam vocês decidir se “BPOS” é um serviço adequado.

    Sharepoint Online - Standard

    Baseado no Office SharePoint Server 2007, hospedado pela Microsoft permite que os funcionários facilmente possam criar e gerenciar conteúdo personalizado e sites voltados a projetos de colaboração, incluindo compartilhamento de documentos com segurança integrada.

    Provavelmente uma das questões mais importantes é se você pode customizar suas paginas e webparts com a versão “Standard”. Respondendo: Você pode fazer personalizações, mas você está limitado a personalização de apenas o que não requer codificação.

    SharePoint Designer é a ferramenta para personalizar o site do SharePoint Online Standard. Com ele você pode:

      • Criar fluxos de trabalho sem nenhum código
      • Criar páginas mestras e layouts de páginas.
      • Criar tipos de conteúdo e taxonomia
      • Criar modelos de sites personalizados
      • Usar Data Form Web Part
      • Criar formulários InfoPath — sem nenhum código

    O que você não pode fazer com SharePoint Online Standard:

      • Código customizado
      • Criar features, site definitions, web parts, solutions ou tudo que precisa instalar componentes no servidor.
      • Modificar web.config’s ou outros arquivos de configuração 
      • Customizar banco de dados do SharePoint ou criar extensões
      • Customizar o servidor IIS ou .Net Framework

    Definição do Serviço Sharepoint Online Standard:

      • Multi-tenancy
      • Max 20 site collections
      • 250 MB por usuário na organização
      • Protocolos suportados: Https e Http
      • Antivirus com Microsoft Forefront Security  para Sharepoint
      • Single sign-on capacidade com cliente especial 
      • Web form e 24/7 suporte para administradores
      • Browsers suportados: Internet Explorer® 6.0 <, Firefox 3.0 <, Safari 3.1.2
      • 30-day Recycle Bin para documentos
      • 99.9% SLA
      • Microsoft tool para synchronicar seu on-premise Active Directory® (DirSync Tool / 3hours)
      • Tipo de usuários: "deskless worker" sem grandes customizações e integrações
      • Intrusion monitoring and detection.

    Mais informações: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=d007f35e-375c-4b11-bc40-bc9082bb224a&displaylang=en

    Abraços e uma boa escolha,

    Markus

    Olá pessoal, tudo bem? clip_image002

    Vamos continuar com a sérieInfrastrucuture Architecture in a Box”. Sobre o Beta do Sharepoint 2010. Durante o ultimo post nos analisamos os Service Applications.

     

    Como eu já mencionei no ultimo post, os SSP "Shared Service Providers" não existem mais e os Service Applications “Rule”. Neste post vamos analisar mais uma capacidade nova os “Proxy Groups”

    O que é uma “Proxy Group” ?

    Quando uma “Service Application” é criada, um proxy é automaticamente criado para cada “Service Application” nova. “Proxy Groups” são um grupo de proxies de “Service Applications”, que são selecionados para cada “Web Application”. Um Proxy é um link virtual que conecta a “Service Application” com uma “Web Application” é um único proxy pode ser adicionado em vários “Proxy Groups. Por padrão, todos os proxies são incluídos na “Default Proxy Group”. Você pode criar “Proxy Groups” personalizados e adicionar vários proxies de “Service Applications” dependendo na necessidade. Proxies se comunicam com a “Service Application” instalado em um servidor de aplicações via um serviço WCF customizado.

    A grande vantagem da arquitetura de “Service Application” é que se o serviço está sobre alta demanda, você pode implantá-lo em um servidor de aplicativos adicional. Quando o proxy no Web Front End pedir o farm para o endereço (Proxy) de uma “Service Application”, o balanceador de “Service Applications” irá pegar o próximo servidor da aplicação que contém a instância da “Service Application” e fornecer uma URI para o proxy que ele usa para se comunicar com a “Service Application”.

    Sempe se lembrando que algumas “Service Applications” tem a capacidade de fornecer serviços entre “Farms”.

    Alguns exemplos básicos:

    Exemplo A:

    • Sinlge Farm
    • Default Proxy Groupimage

    Exemplo B:

    • Single Farm
    • Multiple Proxy Groups
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    Exemplo C:

    • Multiple Farms
    • Multiple Proxy groups

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                Vamos continuar amanha com alguns exemplos do mundo real,

    Ate o próximo post,

    Markus

     

    Olá pessoal, tudo bem? clip_image002

    Vamos continuar com a sérieInfrastrucuture Architecture in a Box”. Sobre o Beta do Sharepoint 2010. Durante o ultimo post nos analisamos os pré-requisitos do Sharepoint 2010.

    Vocês se lembram dos SSP (Shared Service Providers) da versão MOSS 2007?

    Para entender o impacto das mudanças, vamos primeiro analisar como os SSP’s da versão MOSS 2007 foram usadas, lembrando que os SSP’s foram um dos aspectos menos compreendidos do SharePoint 2007, e que a maioria das implantações usarem a arquitetura mais simples em termos de SSPs – com um único SSP.

    O novo modelo de “Service Applications” e a continuação dos SSP’s mas com uma mudança radical. Os “Services Applications” são uma melhoria enorme para o produto, abordando muitos dos compromissos de escalabilidade inerentes no modelo SSP do MOSS 2007. “Service Applications” podem ser construído por terceiros e estão disponível no SharePoint Foundation e o SharePoint Server. “Service Applications” afetam significativamente as topologias da farm e, portanto, é mais importante do que nunca, compreender os conceitos básicos de uma Arquitetura.

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    Shared Service Providers - Sharepoint 2007

    Toda instalação de um ambiente MOSS 2007 precisava ao menos um “Shared Service Provider” para hospedar as definições dos serviços compartilhados (Search, User Profiles, BDC,Execl Services etc). Esta arquitetura fui considerado muito acoplado e não flexível suficiente. O fato que você so poder definir um conjunto estático de serviços sem a flexibilidade de criar relações entre a “Web Application” customizadas criou uma certa limitação no produto.

    Todos os serviços, muitas vezes, foram agrupados em um unico SSP, muito embora os serviços oferecidos foram  radicalmente diferentes.

    Assim, SSPs são difíceis de implantar e ainda mais difícil de gerenciar ao longo da vida de uma implantação e tambem nao escalavem tão bem, com um único conjunto de banco de dados .

    O conceito de Shared Services Provider nasceu junto com o MOSS 2007 e morre junto com ele.

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    Service Applications - Sharepoint 2010

    No SharePoint 2010 temos toda sua arquitetura orientada a serviços de forma isolada, acessando banco de dados segmentados e isolados e que agora podem ter implementados alguns requisitos importantes como tolerância a falha e distribuição de requisições. Para resumir, o SSP se desmembrou e pode ser utilizado em farms remotos (Cross-Farm). Torna a atividade de projetar ambientes SharePoint em larga escala uma atividade mais complexa, mas muito mais flexível e escalável.

    • Cada Web Aplicação pode usar qualquer combinação de serviços disponíveis
    • Compartilhar instâncias de serviços em múltiplas farms
    • Implantar várias instâncias do mesmo serviço em servidores distintas
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    Cross-Farm Services

    O novo modelo de “Service Applications” também remove a barreira pelo qual uma aplicação Web só poderia ser associada com um único SSP. Os “Service Applicartions” ofereçam agora que uma “Web Application” pode consumir serviços numa base individual e pode usar qualquer combinação de aplicações de serviço disponíveis.

    Vejam na direita a definição e o escopo dos serviços. Um outro ponto importante é o fato que os “Service Applications”são gerenciados via a ferramenta de administração

     

     

     

     

     

     

     

     

    Vamos analisar no próximo post algumas arquiteturas da vida real ;)

    Abraços Markus

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