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Olá pessoal, tudo bem? clip_image002

Vamos continuar com a sérieInfrastrucuture Architecture in a Box”. Sobre o Beta do Sharepoint 2010. Durante o ultimo post nos analisamos os pré-requisitos do Sharepoint 2010.

Vocês se lembram dos SSP (Shared Service Providers) da versão MOSS 2007? Para entender o impacto da mudança do paradigma vamos primeiro analisar como os SSP’s da versão MOSS 2007 foram usadas, lembrando que os SSP’s foram um dos aspectos menos compreendidos do SharePoint 2007. Uma das razões para isso foi que a maioria das implantações usarem a arquitetura mais simples em termos de SSPs – com um único SSP.

O novo modelo de “Service Applications” e a continuação dos SSP’s mas com uma mudança radical. Os “Services Applications” são uma enorme melhoria para o produto, abordando muitos dos compromissos de escalabilidade inerentes no modelo SSP do MOSS 2007. “Service Applications” podem ser construído por terceiros e estão disponível no SharePoint Foundation e o SharePoint Server. “Service Applications” afetam significativamente a topologias da farm e, portanto, é mais importante do que nunca para compreender os conceitos básicos de uma Arquitetura com “Service Applications”.

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Shared Service Providers - Sharepoint 2007

Toda instalação de um ambiente MOSS 2007 precisava ao menos um “Shared Service Provider” para hospedar as definições dos serviços compartilhados (Search, User Profiles, BDC,Execl Services etc). Esta arquitetura fui consideradomuito acoplado e não flexível suficiente. O fato que você poder definir só um conjunto estático de serviços sem a flexibilidade de criar relações entre a “Web Application” customizadas criou uma certa limitação no produto.

Todos os serviços muitas vezes foram agrupados em um unico SSP, muito embora os serviços oferecidos foram  radicalmente diferentes. Assim, SSPs são difíceis de implantar e ainda mais difícil de gerenciar ao longo da vida de uma implantação do SharePoint. SSPs também não escala tão bem, com um único banco de dados .

O conceito de Shared Services Provider nasceu junto com o MOSS 2007 e morre junto com ele.

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Service Applications - Sharepoint 2010

No SharePoint 2010 temos toda sua arquitetura orientada a serviços de forma isolada, acessando banco de dados segmentados e isolados e que agora podem ter implementados alguns requisitos importantes como tolerância a falha e distribuição de requisições. Para resumir, o SSP se desmembrou e pode ser utilizado em farms remotos (Cross-Farm). Torna a atividade de projetar ambientes SharePoint em larga escala uma atividade mais complexa, mas muito mais flexível e escalável.

  • Cada Web Aplicação pode usar qualquer combinação de serviços disponíveis
  • Compartilhar instâncias de serviços em múltiplas farms
  • Implantar várias instâncias do mesmo serviço em servidores distintas
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Cross-Farm Services

O novo modelo de “Service Applications” também remove a barreira pelo qual uma aplicação Web só poderia ser associada com um único SSP. Os “Service Applicartions” ofereçam agora que uma “Web Application” pode consumir serviços numa base individual e pode usar qualquer combinação de aplicações de serviço disponíveis.

Vejam na direita a definição e o escopo dos serviços. Um outro ponto importante é o fato que os “Service Applications”são gerenciados via a ferramenta de administração

 

 

 

 

 

 

 

 

Vamos analisar no próximo post algumas arquiteturas da vida real ;)

Abraços Markus

Olá pessoal, tudo bem?

O assunto hoje é um conjunto especial de sessões na série Infrastrucuture Arclip_image003chitecture in a Box. Como vocês talvez saibam o primeiro beta do Sharepoint 2010 esta quase saindo do forno. Durante meus anos como um “Principal Consultant” eu vi varias instalações e configurações de Sharepoint que mi deixarem com um grande susto ! Na versão nos temos uma grande oportunidade de mudar a percepção e o paradigma que os produtos como Sharepoint não precisam de Arquitetura. Como eu sempre fala “Tudo Mundo tem dinheiro de fazer projetos errados“. Vamos analisar nos primeiros posts as mudanças na área de arquitetura e continuar com um “Deep Dive”, sempre lembrando que nos estamos trabalhando com Beta 2 e tudo pode mudar ;)

Vamos começar com os pré-requisitos, lembrando que SharePoint 2010 será apenas 64-bit:

Suporte-Sistema Operacional somente 64 Bits

  • 64-bit Windows Server 2008 R2
  • 64-bit Windows Server 2008 SP2

 Suporte-Banco de Dados somente 64 Bits

    • SQL Server 2005 SP2 / SQL Server 2008 SP 1 CU2
    • 32-bit SQL Server não suportado

Upgrade In-Place

    • Pré-Req - Sharepoint 2007 SP2 In-Place Upgrade
    • Upgrades bancos de dados e servidores existentes
    • Abordagem mais simples, mas com tempo de inatividade da farm.
    • Adequado para implantações pequenas e medias

Upgrade Database Attach and Upgrade

    • SharePoint Server 2007 farm sem inatividades
    • Movimenta somente o conteúdo, não há as configurações
    • Adequado para implementações “Enterprise”

Browsers Suporte – Somente Level 1 Browser

  • Mais suporte, mas não para IE6
  • IE 7.0, Firefox 3, Safari 3

Vamos continuar no próximo post e falar sobre o morte dos SSP’s ;)

Abraços Markus

Olá pessoal, tudo bem ?

O assunto hoje é mais uma a sessão da série Infrastrucuture imageArchitecture in a Box, segue abaixo uma apresentação sobre a plataforma de aplicações web. A Plataforma de Aplicações é um conjunto de tecnologias, serviços integrados e ferramentas, que permitem que sua  empresa desenvolva e execute aplicações corporativas que geram vantagens estratégicas no mercado. Isso inclui a infraestrutura, “Frameworks”, linguagens de programação e outras tecnologias usadas para desenvolver e hospedar as aplicações corporativas. Vamos ver em nesta apresentação quais capacidades a plataforma da Microsoft pode oferecer e como seria a arquitetura de uma implementação no mundo real. Como vocês vão ver alguns produtos mencionados, não são RTM. Ficam atento novidades estão chegando!

Até o proximo post ;)

Abraços Markus

Olá tudo bem ?

Na ultima semana eu dei uma palestra para professores e estudantes no congresso sobre “SuperComputing”em São Paulo. Eu não sei quanto vocês já estudarem este assunto, mas em minha opinião este assunto é muito interessante? Como existe pouco conteúdo em português eu decidi de escrever um blog sobre SOA com HPC 2008.

O que é Windows 2008 HPC

Windows HPC Server 2008 é uma solução de alto desempenho (HPC) de computação que é executado em x 64-bit hardware. Windows HPC Server 2008 pode ser implantado, gerenciado e estendida usando ferramentas familiares e tecnologias da linha de produtos Microsoft.

Windows HPC Server 2008 permite que a adopção e implementação de sistemas de HPC é mail fácil e acessível para novos segmentos de mercados e fornecendo uma experiência para usuários finais de migrar aplicações de alto desempenho de desktops para um cluster HPC. Uma ampla gama de fornecedores de software, em diversos mercados verticais, têm desenvolvido seus aplicativos para funcionar perfeitamente com o Windows HPC Server 2008, para que os usuários podem enviar e monitorar trabalhos a partir de aplicativos familiares sem ter que aprender a interfaces de usuário novas ou complexas.

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Serviços de Infraestrutura

  • Active Directory (AD)
  • DNS
  • DHCP

Serviços de Gerenciamento

  • Windows Update Service
  • System Center Operations Manager
  • System Center Configurations Manager
  • System Center Virtual Machines Manager

Serviços HPC

  • Compute Node
  • Head Node (Scheduler)
  • WCF Broker Node

Serviços de Desenvolvimento

  • Visual Studio 2008 SP1 com HPC SDK
  • MS MPI , OpenMPI

Desenvolvimento

Desenvolvimento de programas paralelos requer ambientes de desenvolvimento integrado, juntamente com o suporte para padrões de computação distribuídos. O Visual Studio 2008 oferece um ambiente de programação para Windows HPC Server 2008 integrado. Além de oferecer suporte a “Web Services”, MPI e OpenMP, Windows HPC Server 2008 também oferece suporte a bibliotecas de terceiros, otimizadores de desempenho, compiladores e um depurador nativo paralelo para o desenvolvimento e programas paralelos

Gerenciamento

O gerenciamento de um cluster com mais de 1000 mil servidores pode ser uma tarefa complexa. Com a integração com o ecossistema Microsoft, você pode continuar usar as aplicações de gerenciamento que você usa no seu ambiente de produção. A linha de produtos SystemCenter da Microsoft oferece todas capacidades para fechar o ciclo de vida das aplicações.

Service-Oriented Architecture com HPC 2008

Uma arquitetura orientada a serviços é uma abordagem para a criação de aplicativos distribuídos. SOA separa funções em serviços diferentes que podem ser distribuídos por uma rede e combinados e reutilizados. SOA define e disposições à infraestrutura de TI para apoiar e participar no intercâmbio de dados entre aplicativos diferentes. Serviços SOA comunicam entre si por passar dados ou por uma atividade entre os vários serviços de coordenação (MAP Reduce). Na definição de aplicativos de paralelismo nos podemos definir dois tipos de aplicativos que são aplicativos batch e aplicativos interativos. Neste blog nos vamos falar sobre os aplicativos interativos, que são baseados em serviços. Exemplo de aplicativos: Monte Carlo, Blast Searches, Cálculos com Microsoft Office Excel etc. clip_image003

Windows HPC Server 2008 fornece uma plataforma escalável, confiável e segura que capacita os desenvolvedores a desenvolver rapidamente e facilmente aplicativos interativos habilitados para cluster HPC. Construção de um aplicativo SOA usando a SOA modelo de programação consiste de três etapas:

  1. Criando o serviço.
  2. A implantação do serviço a um cluster.
  3. Criar um aplicativo cliente.

Passando por estes passos você poder começar rodar seus servicos em um cluster HPC com alto desempenho e paralelismo sem fim !

Executando o aplicativo SOA:

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  1. O cliente SOA inicia uma sessão com o “Job Scheduler” do cluster
  2. O “Job Scheduler” aloca os nós de computação e inicia as instâncias de serviços (que carregar os arquivos DLL de serviço) sobre esses nós por meio do Gerenciador de nó. Instâncias do serviço são responsáveis pela hospedagem, que são registrados nos nós de computação. O “Job Scheduler” aloca um “WCF Broker” nó para iniciar o trabalho dos “Jobs WCF”, usando a estratégia de round-robin, ao selecionar “WCF Broker”nó.
  3. O cliente obtém um EPR (Endpoint reference) do “WCF Broker” nó do “Job Scheduler”.
  4. O cliente envia solicitações para o “WCF Broker” nó.
  5. O “WCF Broker” nó balança a carga entre o cliente e os nós de computação eles também ajudam no gerenciamento e monitoramento dos serviços para garantir a alocação dinâmica de recursos do cluster.
  6. O “WCF Broker” nó encaminha as respostas recebidas das instâncias dos serviços de volta para o cliente.

Sé voces tem mais perguntas mandam um email ;)

Abraço Markus

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Olá pessoal, tudo bem ?

O assunto hoje é mais uma a sessão da série Infrastrucuture Architecture imagein a Box, segue abaixo uma apresentação sobre Service Oriented Architecture com focus na hospedagem de Servicos. Dentro da estratégia “Service Oriented Infrastructure” encontramos a agilidade que as organizações necessitam acrescentando coordenação e gerenciamento de serviços aos benefícios da interoperabilidade. Por esta visão, as organizações podem distribuir novas capacidades mais rápidas, gerenciar mudanças quando elas ocorrem e maximizar a reutilização de componentes de infra-estrutura. Vamo analisar alguns exemplos de infra-estruturas capacitadas para o “SOI”, seus principais aspectos de arquitetura e impacto para a infra-estrutura corporativa de hoje.

Continue acompanhando o Architecture in a Box e aproveite o material.

Abraço Markus

            
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Olá pessoal, tudo bem?

Durante algum tempo eu mim dediquei para um assunto bem interessante. Como eu posso providenciar uma solução de “Multi-Site Clustering” com Windows 2008 R2 e Hyper-V. Muitas pessoas falarem para mim que isto só é possível com VMWare Site Reovery Manager, e que a Microsoft não teria uma solução competitiva.

Hoje eu posso falar, que isto é um mito grego ! A Microsoft com soluções de parceiros pode providenciar esta capacidade em varias níveis de desempenho e funcionalidade. Vamos analisar durante neste post a solução mais exclusivo e dediacada para ambientes de alto desempenho.

Hardware redundante, servidores redundantes e datacenter distribuídas e gerenciamento eficaz, todas estes aspectos desempenham um papel em manter esses aplicativos on-line e disponíveis para seus funcionários e seus clientes. No entanto, nenhumas dessas precauções podem preparar para interrupções de aplicações em grande escala. Incêndios, enchentes e terremotos que podem destruir ou comprometer um datacenter inteiro são relativamente raros, ainda que eles ocorram, sem uma preparação adequada, podam custar uma organização milhões de reais em receitas perdidas. Para verdadeiramente grandes catástrofes, a distância entre os locais de servidor é a única coisa que pode providenciar uma solução para manter suas aplicações online.

Como uma infraestrutura em conjunto com pessoas e processos pode providenciar um ambiente de clustering entre localidades distribuídas para maquinais virtuais (Guest ou Host) ?

 

Solução Hyper-V com EMC (Partition Replication)

A solução da EMC é uma solução de alto desempenho e disponibilidade. Ele já existe vários anos no mercado com muito sucesso. Um dos grandes benefícios é a integração com o serviço de clusteriçacão da Microsoft. Sé a hardware da EMC com o processo da replicação e a definição da SAN esta concluído, a criação de novos maquinais virtualizadas com suporte de “Failover” via LiveMigration é simples e não se diferencia do processo de um ambiente sem replicação entre sites.

A solução da EMC se integra com “Microsoft Failover Cluster” com a possibilidade de “failover” entre localidades dispersas sem a necessidade de modificação nas aplicações. Todo aspecto de replicação de dados entre as localidades e o processo de anexar “LUN’s” e tratado via a solução EMC.

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Processo “Failover” entre localidades

image O processo de “Failover” não se diferencia em grandes partes de outras soluções não replicadas. No processo de “Failover” os recursos do “Cluster Group” são movidos para a localidade 2. O processo de “Failover” é transparente para o sistema operacional, todos os aspectos de replicação e anxo de LUN’s é sobre a responsabilidade da solução EMC. Clientes acessam as aplicações depois do “Failover” na localidade 2 sem modificações o processos manuais.

Se você tem mais perguntas manda um email ;)

Abraços, Markus

 

 

 

Olá pessoal, tudo bem ? O assunto hoje é mais um “IPD” sobre Direct Access.

Ao longo dos últimos meses, os meus amigos da equipe dos “Microsoft Solution Accelerators” trabalharam para desenvolver o IPD” de DirectAccess. Hoje, temos o prazer de anunciar o lançamento do IPD para DirectAccess.

Caso você não tenha ouvido, o novo recurso de DirectAccess no Windows 7 e Windows Server 2008 R2, oferece a você a capacidade de acessar remotamente a compartilhamentos da empresa como Web sites e aplicativos sem a necessidade de se conectar via uma conexão de (VPN). DirectAccess também oferece ao grupo de TI a capacidade de atualizar PCs remotos em qualquer lugar, se eles estão conectados à Internet, sem o usuário está sendo logado na máquina.

Como você se precisa preparar para tirar aproveito do DirectAccess, seu primeiro passo deveria ser projetar a sua infraestrutura para suportar este recurso de acesso que fornece opções de segurança diferentes. Mas como saber onde começar ?

Este guia de IPD para DirectAccess abrange quatro etapas chaves no processo no design para DirectAccess:

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Próximos passos:

  1. Download the IPD Guide for Direct Access.

Espero que eu ajudei ;)

Até o próximo post . Abraço Markus

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Vocês já pensarem , como vocês poderiam falar sobre Cloud Computing com os CxO’s ? Quais seriam os tópicos que importam para eles ? Quais são as considerações de negócios de riscos e benefícios ao considerar computação em nuvem…

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Confira esta discussão entre Miha Kralj e Zhiming Xue.

Abraços Markus Christen

Olá pessoal, tudo bem ?  image

O assunto hoje é um artigo sobre o ESB da Microsoft.Este artigo apresenta as principais capacidades do “BizTalk ESB Toolkit” e os modelos que ele oferece. Veremos as 5 capacidades básicas com as interfaces e classes para a criação de um barramento corporativo de serviços.

Imagine uma infraestrutura onde você poderia escolher os componentes de serviços da sua aplicação da prateleira de um repositório de serviços. Onde o desenvolvedor seria simplesmente um consumidor de serviços.

Este cenário é muito futurístico? Os pedidos do mercado mostram que isto é um das principais tendências na construção de novas aplicações corporativos (Service Oriented Architecture). Para sustentar esta nova visão, a infraestrutura precisa implementar novas capacidades baseado na “Service Oriented Infrastructure”, ou SOI.

A revista esta ja nas bancas ;)

Abraços Markus

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O assunto hoje é mais uma sessão da série Infrastructure Architecture in a Box, segue abaixo uma apresentação sobre a plataforma de aplicações da Microsoft . Como nos podemos ver em nesta apresentação, que a Microsoft tem uma plataforma de aplicações com muitas capacidades em todas as níveis até a nuvem (Windows Azure) . Infelizmente tem ate hoje muitos desenvolvedores que, por causa do desconhecimento, preferem rescrever varias delas. Esta apresentação mostra também que os próprios donos do ambiente, IT-Pro’s, não tem suficiente conhecimento desta plataforma e não criam processos de governança.

Vamos analisar baseado em comparação com o mercado, quais capacidades a plataforma de aplicações da Microsoft pode oferecer.

Abraços,  Markus

Olá pessoal, tudo bem ? O assunto hoje é “Process Warm-Up” com IIS 7.5.

As vezes os problemas, de inicializar “Worker Processes” para os primeiros solicitações no IIS ou a reciclagem ocorre em conjunto com o “Preload”, deixe o IT-Pro sem dormir a noite. Os IT Pro’s de Web sites, provavelmente querem fazer tudo o que é possível ao seu lado para fazer os problemas com tempo de resposta tão poucas quanto possível, para os usuários finais.

Agora você pode criar um 'Warm-Up' dos seus sites antes de responder solicitações, para reduzir o tempo de respostas de aplicações web . Hoje, a Microsoft anunciou a versão beta do IIS Application Warm-Up – uma extensão para IIS 7.5, que permite que profissionais de TI, para melhorar o tempo de resposta de seus sites, carregando os aplicativos Web antes da chegada do primeiro pedido. Pro-ativamente carregar e inicializar todas as dependências, como conexões de banco de dados, compilação de código ASP.NET e carregamento de módulos.

Para obter mais informações ou fazer o download, visite a página de Warm-Up do IIS.

Até o próximo post,

Markus

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Olá pessoal, tudo bem ?

O assunto hoje é mais uma a sessão da série Architecture in a Box, segue abaixo uma apresentação sobre Identidades na Nuvem, mais especificamente, Access Control Service, Windows Identity Foundation é ADFS 2.0. Esta apresentação mostra as desafios atuais e a complexidade da integração com a nuvem.

Quem trabalha com segurança local ou na nuvem deve assistir esta apresentação, e vocês vão ficar impressionado com a evolução e a simplificação da integração de sistemas em domínios de segurança distribuídos fica facil.

Links Importantes:

Abraço Markus

Olá pessoal, tudo bem ?

O assunto hoje é uma nova iniciativa da área de arquitetura. Amanha nos vamos ter nosso primeiro Virtual Roundtable sobre Windows Azure para Arquitetos de Infraestrutura e IT-Pros. Vocês podem perguntar via áudio, e-mail, Twitter (#VRTAzure) ou chat todas questões relacionado a computação na nuvem e Windows Azure. Vamos se encontrar amanha ao vivo ;)

Manda suas perguntas via Twitter usando a hashtag #VRTAzure 

 Abraço Markus

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Olá pessoal, tudo bem ? O assunto hoje é ;)

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Amanhã (sabado – 17/10) eu e Fabio Hara  (http://fabiohara.spaces.live.com/) fomos convidados para palestrar no evento da Faculdade Impacta. Falarei  Cloud Computing e Fabio Hara sobre Virtualicacao.

Para se inscrever acesse o link abaixo:

http://www.impacta.com.br/eletter/palestra/mbt_pos/set09.asp

OBS: O valor da inscrição é 1kg de alimentos (não preceivel)

Abraço Markus

Olá pessoal, tudo bem ? O assunto hoje é Windows Server Core.

Uma dos recursos mais “Cool” do Windows Server 2008 R2 é a capacidade de ter a possibilidade de instalar uma Servidor como um Server Core. Uma instalação Server Core fornece um ambiente mínimo para a execução de funções específicas, que reduz os requisitos de manutenção e gerenciamento e a superfície de ataque para essas funções de servidor.

Um servidor que executa uma instalação Server Core suporta as seguintes funções de servidor:

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Server Core não inclui a interface tradicional completo gráfica do usuário (GUI).Isto é, de certa forma, revolucionando a forma como a Microsoft está a estudar a administração baseada em GUI, um passo imposta por outros meios, como o Windows PowerShell e Microsoft Exchange Server 2007, todos permitindo recursos de gerenciamento de linha de comando.

A opção de instalação o Server Core no Windows Server 2008R2 requer a configuração inicial em um prompt de comando. Uma instalação Server Core não inclui a interface completo gráfica tradicional. Quando você tiver configura o servidor, você pode gerenciá-lo localmente em um prompt de comando ou remotamente usando uma conexão com Remote Desktop Service. Você também pode gerenciar o servidor remotamente usando o Microsoft Management Console (MMC) ou ferramentas de linha de comando que suportam o uso remoto.

A opção Server Core do Windows Server 2008 fornece os seguintes benefícios:

  • Reduzindo manutenção - como o Server Core instala apenas o que é necessário ter um servidor gerenciável para o AD DS, funções de AD LDS, servidor DHCP, servidor DNS, File Services, serviços de impressão e serviços de mídia de streaming, menor manutenção é necessário que em uma instalação completa do Windows Server 2008
  • Superfície de ataques reduzida - instalações como Server Core , há menos aplicativos em execução no servidor, o que diminui a superfície de ataque
  • Menos espaço em disco necessário - instalação do Server Core requer apenas cerca de 1 gigabyte (GB) de espaço em disco para instalar e cerca de 2 GB para operações após a instalação.
  • Diminuir riscos de bugs - reduzir a quantidade de código pode ajudar a reduzir a quantidade de bugs.

Windows Server Core oferece suporte a software antivírus, você pode instalar e gerenciar remotamente os agentes de antivírus. ForeFront da Microsoft foi testado em um ambiente de Server Core, como têm muitos dos principais produtos de antivírus para Windows Server.

O Server Core R2 vem nas edições Standard, Enterprise e Datacenter para plataformas x 64. A maioria das empresas irão provavelmente para a Standard edition, porque a maioria das diferenças encontradas nas edições Enterprise e Datacenter do Windows Server 2008 não está presente no Server Core. O Enterprise Server Core, no entanto, permitirá a você utilizar mais suporte de memória e processador, bem como clustering.

Espero que eu ajudei…

Até o próximo post . Abraço Markus

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