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Olá tudo bem...

O segundo dia de evento já começou com algumas novidades. Depois de uma sessão Keynote com, presidente da divisão de Windows e Windows Live, falando sobre a evolução e o desenvolvimento do Windows 7, Scott Guthrie Mr.Silverlight, apresentou novidades do Silvelight 4.0 em conjunto com outras novidades mais para desenvolvedores.

Novidades  do segundo dia que eu acho interessante:

Desta vez só isto, que na minha opinião já é muita coisa para os desenvolvedores.

Vamos ver se amanha tem mais novidades ;)

Abraços Markus

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Hoje eu vou começar uma nova série. A proposta desta nova série, é analisar o mercado e as influencias , traduzindo para nossa realidade.

O mercado de TI é cada vez mais complexo, e eu concordo que às vezes é difícil de aceitar todas as novas tendências na primeira vista, mas nos precisamos lembrar que o mercado tem uma própria dinâmica.

Eu acho seria legal de começar com a tentativa de definir algumas “Frases e Palavres” que todo mundo esta usando durante o trabalho na area de TI. Com a base de definiçõe, eu consultei o famoso “Wikipédia” e como vocês sabem tudo que é esta escrita no “Wikipédia” vira verdade.

Vamos começar com uma palavra maravilhosa que se chama “Inovação” e se vocês pesquisam via “Microsoft Bing” vocês vao receber “55,600,000” resultados.

Como nos podemos definir a palavra Inovação:

  • Inovação significa novidade ou renovação. A palavra é derivada do termo latino innovatio, e se refere a uma ideia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com padrões anteriores. Hoje, a palavra inovação é mais usada no contexto de ideias e invenções assim como a exploração económica relacionada, sendo que inovação é invenção que chega no mercado. De acordo com Milton Freeman, Inovação é o processo que inclui as atividades técnicas, concepção, desenvolvimento, gestão e que resulta na comercialização de novos (ou melhorados) produtos, ou na primeira utilização de novos (ou melhorados) processos. Inovação pode ser também definida como fazer mais com menos recursos, por permitir ganhos de eficiência em processos, quer produtivos quer administrativos ou financeiros, quer na prestação de serviços, potenciar e ser motor de competitividade. A inovação quando cria aumentos de competitividade pode ser considerado um fator fundamental no crescimento económico de uma sociedade.

 

Nos não precisamos concordar com esta definição, mas vamos considerar ela com o fundamento deste post.Continuando a outra palavra que precisa ser analisada é a palavra “Estratégia”. Todo mundo é estratégico, mesmo minha voo, vocês perceberam a ironia ;).

Como nos podemos definir a palavra Estratégia? Wikipédia fala:

  • Estratégia é um plano de ações com vista a alcançar um objetivo particular. Estratégia trata a parte do como e não o quê. A palavra estratégia tem conotações militares, pois deriva da palavra grega para geral. A estratégia é diferente da tática. Em termos militares, a tática está preocupada com o comportamento de um compromisso, enquanto estratégia está preocupada com os compromissos como diferentes são ligados. Em outras palavras, como uma batalha é travada é uma questão de tática: os termos que são travados em e se deve ser combatido em todos é uma questão de estratégia.

 

Analisando esta definição no podemos concluir, que o objetivo principal da estratégia de negocio é criar vantagens competitivas com a essência de ser diferente. Ser diferente vem do pensamento criativo que resulta em uma inovação.

Quais são alguns atributos de uma empresa altamente inovativo:

  • Incentiva as pessoas pensar fora da caixa sem protecionismo
  • Tratando os aspectos de: Tese, Antítese, Síntese.
  • Amam quebrar paradigmas. Para criar uma inovação muitas vezes você precisa enfrentar resistências internas
  • Hierarquias organizacionais “Mais leve - Lets do It”: A Idea não pode morrer no processo de virar realidade
  • Deixam você errar: Erros são tesouros que precisam ser descrobidos e analisadas
  • Tem um grau alto de maturidade dos lideres: Primeira à inovação depois a carreira

Vocês tem isto ? Se não,  pensem: O que precisa ser mudado?

Concluindo em uma frase: Inovação = Janela de vantagem competitiva

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Como tudo na vida, uma vantagem competitiva tem um tempo determinado, dependendo da velocidade da adoção do mercado. A primeira empresa que lança uma inovação tem uma vantagem competitiva forte ate as concorrentes lançam os produtos próprios similiantes. Lembrando que o ciclo de vida de inovações é cada vez mais curto, significa que agilidade e um aspecto elementar no mercado!

Agora vocês se perguntam como isto afeta o trabalho na área de TI. Vamos começar com uma frase muito importante “Todas as Estratégias & Inovações de Negocio dependam na área de TI”, mas ninguém ganha dinheiro com TI.

Isto significa que TI é considerado um gasto. Como nos podemos dividir e qualificar estes gastos e como esta a definicão do Portfolio de Projetos ? Neste post vamos considerar dois tipos “Innovation/Strategic” e “Infrastructural/Transactional”. A distribuição no mercado brasileiro e na media “30% Innovation/Strategic” e “ 70% Infrastructural/Transactional”. Na maioria das empresas brasileiras a maturidade na área de TI é considerada baixa que significa que não existe manobra suficiente de deixar as empresas reduzir custos “Infrastructural/Transactional” e começar investir tempo e dinheiro em aspectos estratégicos. Consequência destes fatos é que a maioria das empresas brasileiras não consideram a área de TI um valor estratégico.

Por que isto esta acontecendo? Eu acho que ficou bem claro, que a área de TI gasta hoje a maioria do dinheiro “Budget de TI” para se sustentar na superfície e garantir a qualidade da operação, e só 30% para criar inovações que garantem a existência dela própria. Vocês se lembram de criar agilidade é um “MUST”, para criar vantagens estratégicas e sem uma área de TI ágil e eficiente não existe inovação na empresa per si?

A decisão de ser um valor estratégico esta se tornando cada vez mais importante e que essas escolhas podem habilitar ou desabilitar as iniciativas de negócios. O mercado está reagindo com iniciativas de redução de custos operacionais, automação, terceirização e computação na nuvem para garantir agilidade, qualidade e redução de custos na área de Operação.

O que vocês acham?  Seu CIO é considerado estratégico? Sua área de TI é um valor estratégico?  Você fornecem novas capacidades que sustentam a estratégia de negócio?

Ate o próximo post, Markus.

Olá,

Durante o “Keynote” com vários executivos da Microsoft foram reveladas várias novidades. Vamos falar de algumas...

Importante mencionar que Microsoft .NET Services é agora Windows Azure platform AppFabric !

 

Windows Azure - RTM

Windows Azure, SQL Azure e os. Net Services estão na transição de "Community Technical Preview” para à versão RTM, até o 1 de janeiro de 2010. (Previsão para o mercado Brasileiro é Março 2010). Mas os clientes não serão cobrados até fevereiro 2010, para que eles possam determinar quais serão os custos durante o mês anterior e analisar os benefícios.

Uma novidade interessante que vai ser lançado na primeira onda seria a possibilidade de escolher entre vários tipos de maquinhas virtuais. Assim você poder garantir a escalabilidade das aplicações horizontal e vertical. Olhando no futuro, uma capacidade interessante que vai ser disponibilizado no ano que vem é que o usuário poderia criar suas próprias imagens, que poderiam ser instalados no Windows Azure.

Parando aqui , mas tem muito mais ;)

Ref.: http://www.microsoft.com/presspass/press/2009/nov09/11-17PDC1PR.mspx

 

Microsoft Pinpoint

Mr Ozzie revelou ainda uma outra inovação, a nova geração do Microsoft Pinpoint (Só para alguns países do mundo). Pinpoint é uma loja de aplicativos online para parceiros Microsoft apresentarem e comercializarem suas soluções, além de novidades na área de servidores. Assim os parceiros receberiam uma plataforma de vendas integrado na infraestrutura Microsoft.

Ref.:http://pinpoint.microsoft.com/en-US/

 

Codinome Dallas - Azure Subsystem

Microsoft Codename "Dallas" permite que os desenvolvedores e profissionais de TI pudessem instantaneamente encontrar, adquirir e gerenciar serviços Web e bancos de dados para alimentar o próximo conjunto de aplicações em qualquer plataforma. Além desses recursos, o projeto "Dallas" ainda oferece API's para que os desenvolvedores consumam o conteúdo contratado desses serviços, através de diferentes métodos de entrega como XML, visualização online, integração com Office, aplicações ou workflows de negócio. O projeto "Dallas" está em seu início, mas já um excelente exemplo das possibilidade desse novo mundo chamada "Cloud Computing".

Ref.:http://pinpoint.microsoft.com/en-US/Dallas

 

SQL Azure Datasync

Na palestra de abertura do PDC 2009 a Microsoft anunciou a disponibilidade do SQL Azure Data Sync – CTP de Novembro, uma versão antecipada e aberta ao público. Para aqueles que conhecem o projeto “Huron”, pode se estar perguntando, como ele se compara ao projeto "Huron"?

Você pode pensar que o “SQL Azure Datasync” é a primeira parte do projeto global "Huron", uma visão que pensa em criar um hub de dados na nuvem, ou mais especificamente, um lugar para você facilmente consolidar e compartilhar todas as suas informações. O proposito do SQL Azure Datasync é de simplificar a tarefa de compartilhamento de informações se o que off-premise (SQL Azure) , on-premise (SQL Server) ou para usuários móveis. Para usuários que gostariam de colocar um banco de dados existente do SQL Azure off-line, este novo modelo simplifica a tarefa de criar um cache de dados offline em SQL Compact. Usando o Assistente de modelo (disponíveis clicando com o botão direito do mouse sobre uma aplicação de Explorer solução Visual Studio e escolha Add | New Item | SQLAzureDataSyncClient, os desenvolvedores podem escolher as tabelas de SQL Azure que eles gostariam de ser disponibilizados offline. Depois de concluir o assistente, será criado um banco de dados SQL Compact e será gerado código que permite que o off-line sincronizar as alterações sob demanda entre SQL Azure e SQL Compact.

Ref.: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=bce4ad61-5b76-4101-8311-e928e7250b9a&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+MicrosoftDownloadCenter+(Microsoft+Download+Center)

 

Windows Indentity Foundation - RTM

Windows Identity Foundation permite que desenvolvedores .NET, terceirizam a identidade lógica dos seus aplicativos, melhorando a produtividade do desenvolvedor, reforçando a segurança do aplicativo e permitir a interoperabilidade. Aproveita a maior produtividade, aplicando as mesmas ferramentas e modelo, para criar um software local, como na nuvem. Crie aplicativos mais seguros, reduzindo as implementações personalizadas e usando um modelo de identidade simplificado. A maior flexibilidade na implantação de aplicativos por meio de interoperabilidade com base em protocolos padrão de indústria, permitindo a identidade dos aplicativos e serviços se comunicar através de declarações.

Ref.: http://msdn.microsoft.com/en-us/security/aa570351.aspx

 

AppFabrik Windows 2008 & Windows Azure

Durante a palestra do Bob Muglia, um dos Presidentes da Microsoft foi revelado o Windows Server AppFabric e Windows Azur AppFabric, uma nova tecnologia que ajuda nas instalações e monitoração de aplicações na nuvem e local. Disponível na versão beta hoje, o Windows Server AppFabric é uma evolução dos servidores de aplicações, que amadureceu em muitos aspectos como escalabilidade horizontal e monitoramento para permitir hospedar aplicativos de missão crítica. Ao mesmo tempo, uma enorme inovação ocorreu para dar suporte a plataformas baseadas em nuvem, que geralmente dependem de técnicas de “scale-out” elásticas para oferecer suporte a grande escala e alta confiabilidade usando grande números de servidores.  Os serviços fornecidos pela AppFabric permitirão aos desenvolvedores e os IT-Pros o aproveitamento atual e investimentos em tecnologia para melhorar a escalabilidade, confiabilidade e desempenho de aplicativos complexos, independentemente a onde um aplicativo será implantado. Uma versão final do Windows Server AppFabric estará disponível em 2010.  Concluindo: Dublin + Velocity+.Net Services = AppFabrik Windows + Azure

Ref.: http://msdn.microsoft.com/en-us/windowsserver/ee695849.aspx

 

System Center – Windows Azure

Douglas Purdy apresentou as novas possibilidades de gerenciar via uma instalação de SCOM on-premise monitorando aplicações na nuvem. Em caso de problemas de desempenho, SCOM poderia via powershell script, adicionar novas instancias para a aplicação na nuvem.

Ref.: Não tem ate agora ;)

 

Projeto Sydney

Muglia anunciou que o projeto Sydney, oferece a capacidade de conectar servidores on-premise com serviços hospedados em Windows Azure via um canal seguro e IP6. O primeiro beta seria disponível no ano que vem.

Ref.: Não tem ate agora ;)

 

Estas notícias foram oficializadas durante a abertura da conferência anual da Microsoft para desenvolvedores, o PDC 2009, que acontece em Los Angeles.

Para saber mais detalhes dos anúncios de hoje, acompanhar as notícias, imagens e assistir o evento ao vivo, acesse: www.microsoftpdc.com.

Abraços Markus

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Olá pessoal, tudo bem?

Depois de receber muitas perguntas sobre meu ultimo webcast, eu decidi de escrever um post sobre  a Plataforma de Aplicações. O que é uma plataforma de Aplicações e o que ela pode providenciar para os desenvolvedores de soluções?

Quais capacidades estão disponíveis “Out of The Box” na plataforma Microsoft e porque os IT-Pros falham na divulgação das capacidades ?

Olhando na história da plataforma de aplicações, nos podemos começar com os dinossauros, os “Mainframes”. Eles comandarem o mundo com custo exorbitante e oferecerem alguns trabalhos específicos em empresas multinacionais ou no governo. Depois de vários anos de sobrevivência dos mainframes, a invenção do PC abriu a massa ter acesso à nova tecnologia. O foco mudou de do hardware para o software, “The Software is the Magic”, são palavres importantes até hoje. Com esta mudança a descentralização da computação começou ganhar força e o PC em todas as casas virou realidade. A maioria das pessoas começarem a ter acesso ao um PC e a internet. O ciclo de descentralização se fechou. Agora você vai se perguntar por que as novas iniciativas do mercado mostram uma volta para a centralização na nuvem? Como sempre a resposta é relacionada em custos e o tempo de vida de uma invocação = Agilidade!

Na minha visão todas as “Ondas” são cíclicas e não existe uma definição Certa ou Errada? A combinação das ofertas (Software + Services) deixa um espaço imenso de criar novas inovações providenciando o melhor dos dois mundos.

 

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Definição Genérica da Plataforma de Aplicações

Na minha visão nos podemos definir, que o proposto da plataforma de aplicações é genérico entre os provedores do mercado. Embora as capacidades sejam diferentes, a constelação dos “Building Blocks” é igual. Vamos analisar os “Building Blocks” e verificar quais seriam as funcionalidades na plataforma Microsoft.

CamadasL

 
  • Bloco - Fundamento
  • Bloco - Aplicação
  • Bloco - Ferramentas de Desenvolvimento
  • Bloco Serviços de Infraestrutura
  • Bloco Serviços - Aplicações

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Definição Genérica - Fundamento

Todas as casas precisam um fundamento, assim começa nossa definição do primeiro bloco, do fundamento. O fundamento é separado em dois serviços distintos, o Sistema Operacional e o Suporte local. O Sistema operacional (SO) é uma interface entre hardware e o usuário que é responsável pela gestão e coordenação das atividades e compartilha os recursos do computador que funciona como um host para os aplicativos.

O suporte local é um framework de software que pode ser instalada em computadores com um sistema operacional. Ele inclui uma grande biblioteca de funções e classes para problemas comuns de programação e máquinas virtuais que gerenciam a execução de programas. A definição de um suporte local é que ele seria usado pela maioria dos novos aplicativos criados para o sistema operacional.

Microsoft:  
Sistema Operacional
  • Windows XP, Vista, Windows 7
  • Windows 2003, Windows 2008
  • Windows Azure
  • etc.

Microsoft  
Suporte Local
  • .Net Framework
  • .Net Services
  • etc.

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Definição Genérica - Aplicação

A aplicação e um conjunto de serviços, escrito em uma linguagem de programação usando as bibliotecas do fundamento, que tem como o objetivo central, agregar valor no processo de negocio. As aplicações podem ter várias características, usando varias suportes locais ou remotos.

Microsoft:  
Aplicação Web
  • ASP.Net
  • etc.

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Definição Genérica – Ferramentas de Desenvovimento

O próximo bloco são as ferramentas de desenvolvimento. Esta camada fornece as capacidades para criar as aplicações. O termo mais usado em neste contexto é IDE “Integrated Development Environment” ou Ambiente Integrado de Desenvolvimento, é um programa de computador que reúne características e ferramentas de apoio ao desenvolvimento de software com o objetivo de agilizar este processo. As características e ferramentas mais comuns encontradas nos IDEs são presente em varios produtos e plataformas

Microsoft:  
Feramentas:
  • Visual Studio 200X
  • Team Foundation Suite
  • Expression Suite
  • etc.
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Definição Genérica – Serviços de Infraestrutura

Serviços de Infraestrutura são blocos de serviços que podem ser reusada na construção de aplicações, providenciando aumento de qualidade e agilidade. Na descrição genérica nos podemos definir três serviços básicos, Serviço de Identidade, Armazenamento e Integração. No crescimento e aumento da complexidade de sistemas, cada vez mais serviços de infraestrutura foram criados na visão de atender as necessidades das aplicações com qualidade e agilidade maior.

Microsoft:  
Serviços de Infraestrutura
  • SQL Server
  • SQL Azure
  • BizTalk Server
  • Active Directory
  • IIS , WAS, Dublin
  • etc.

 

Vamos continuar de fala sobre a plataforma de aplicações, que tem um potençial imenso !

Abraços Markus

http://twitter.com/MarkusChristen

Olá pessoal, tudo bem?

Vamos continuar com a sérieInfrastrucuture Architecture in a Box” sobre o Beta do Sharepoint 2010. Durante os últimos posts nos falamos sobre os "Service Applications" e os "Proxy Groups". Estas novas capacidades oferecem uma grande oportunidade de criar arquiteturas com alto desempenho e escalabilidade horizontal. Desta vez nos vamos falar sobre a alta redundância e "Disaster Recovery" incluindo algumas novidades.

 

Database High Availability

SharePoint 2010 Beta 2 suporta o espelhamento de banco de dados da maneira adequada. A forma como o grupo de produtos definiu. SQL fornece um método para tratar failovers entre instâncias do SQL através da definição de conexão. Você pode aprender mais sobre isso no site TechNet via o link http:// technet.microsoft.com/en-us/library/cc917713.aspx. Para cada banco de dados do SharePoint, você pode definir um parceiro de failover. Um parceiro de failover é simplesmente uma outra instância que SharePoint pode esperar encontrar em caso de falha.

Se você estiver espelhando uma base de dados de configuração entre o SQLServer1 e SQLServer2, e o SQLServer1 é atualmente o servidor principal, em seguida, SQLServer2 será o parceiro de failover. Quando o SharePoint é incapaz de falar com o SQLServer1 a instância original do SQL, seriá automaticamente redirecionado para o failover depois de um período de tempo especificado. Padrão de 15 segundos. Uma vez que cada parceiro de failover é definido via a definição de conexão, você não precisa se preocupar com nada mudar manualmente.

 

Farm Disaster Recovery

SharePoint 2010 suporta tanto “Log Shipping” ou "Mirroring". IMPORTANTE - Não é uma 2-Way replicação, mas sim projetada para uma replicação de modo que você copiar conteúdo de um site local para o outro e o local de destino é só de leitura para os usuários. Isso funciona bem nos cenários de intranet, os usuários eram apenas consumir informação em vez de atualizar as informações dos locais remotos. Assim no podemos definir um cenário de “Disaster Recovery Farm” a onde você replica conteúdo de uma localidade para outra e em caso de falha “Farm” você poderia criar uma sequencia de comandos para garantir a recuperação na segunda localidade.

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Espero que vocês gostarem e nos vamos continuar fala sobre o Beta 2 do Sharepoint 2010, um grande produto !

Abraços Markus

Ola tudo bem ,

Business Productivity Online Suite (BPOS) estão disponíveis como um TRIAL no Brasil. O BPOS é uma parte da estratégia de serviços online da Microsoft, para a entrega de ferramentas de colaboração e comunicação online para o mercado. Durante esta semana eu tinha varias perguntas como “Eu posso colocar meu Sharepoint local no BPOS ?”. Eu vou aproveitar este post e tentar de responder algumas perguntas que ajudam vocês decidir se “BPOS” é um serviço adequado.

Sharepoint Online - Standard

Baseado no Office SharePoint Server 2007, hospedado pela Microsoft permite que os funcionários facilmente possam criar e gerenciar conteúdo personalizado e sites voltados a projetos de colaboração, incluindo compartilhamento de documentos com segurança integrada.

Provavelmente uma das questões mais importantes é se você pode customizar suas paginas e webparts com a versão “Standard”. Respondendo: Você pode fazer personalizações, mas você está limitado a personalização de apenas o que não requer codificação.

SharePoint Designer é a ferramenta para personalizar o site do SharePoint Online Standard. Com ele você pode:

    • Criar fluxos de trabalho sem nenhum código
    • Criar páginas mestras e layouts de páginas.
    • Criar tipos de conteúdo e taxonomia
    • Criar modelos de sites personalizados
    • Usar Data Form Web Part
    • Criar formulários InfoPath — sem nenhum código

O que você não pode fazer com SharePoint Online Standard:

    • Código customizado
    • Criar features, site definitions, web parts, solutions ou tudo que precisa instalar componentes no servidor.
    • Modificar web.config’s ou outros arquivos de configuração 
    • Customizar banco de dados do SharePoint ou criar extensões
    • Customizar o servidor IIS ou .Net Framework

Definição do Serviço Sharepoint Online Standard:

    • Multi-tenancy
    • Max 20 site collections
    • 250 MB por usuário na organização
    • Protocolos suportados: Https e Http
    • Antivirus com Microsoft Forefront Security  para Sharepoint
    • Single sign-on capacidade com cliente especial 
    • Web form e 24/7 suporte para administradores
    • Browsers suportados: Internet Explorer® 6.0 <, Firefox 3.0 <, Safari 3.1.2
    • 30-day Recycle Bin para documentos
    • 99.9% SLA
    • Microsoft tool para synchronicar seu on-premise Active Directory® (DirSync Tool / 3hours)
    • Tipo de usuários: "deskless worker" sem grandes customizações e integrações
    • Intrusion monitoring and detection.

Mais informações: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=d007f35e-375c-4b11-bc40-bc9082bb224a&displaylang=en

Abraços e uma boa escolha,

Markus

Olá pessoal, tudo bem? clip_image002

Vamos continuar com a sérieInfrastrucuture Architecture in a Box”. Sobre o Beta do Sharepoint 2010. Durante o ultimo post nos analisamos os Service Applications.

 

Como eu já mencionei no ultimo post, os SSP "Shared Service Providers" não existem mais e os Service Applications “Rule”. Neste post vamos analisar mais uma capacidade nova os “Proxy Groups”

O que é uma “Proxy Group” ?

Quando uma “Service Application” é criada, um proxy é automaticamente criado para cada “Service Application” nova. “Proxy Groups” são um grupo de proxies de “Service Applications”, que são selecionados para cada “Web Application”. Um Proxy é um link virtual que conecta a “Service Application” com uma “Web Application” é um único proxy pode ser adicionado em vários “Proxy Groups. Por padrão, todos os proxies são incluídos na “Default Proxy Group”. Você pode criar “Proxy Groups” personalizados e adicionar vários proxies de “Service Applications” dependendo na necessidade. Proxies se comunicam com a “Service Application” instalado em um servidor de aplicações via um serviço WCF customizado.

A grande vantagem da arquitetura de “Service Application” é que se o serviço está sobre alta demanda, você pode implantá-lo em um servidor de aplicativos adicional. Quando o proxy no Web Front End pedir o farm para o endereço (Proxy) de uma “Service Application”, o balanceador de “Service Applications” irá pegar o próximo servidor da aplicação que contém a instância da “Service Application” e fornecer uma URI para o proxy que ele usa para se comunicar com a “Service Application”.

Sempe se lembrando que algumas “Service Applications” tem a capacidade de fornecer serviços entre “Farms”.

Alguns exemplos básicos:

Exemplo A:

  • Sinlge Farm
  • Default Proxy Groupimage

Exemplo B:

  • Single Farm
  • Multiple Proxy Groups
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Exemplo C:

  • Multiple Farms
  • Multiple Proxy groups

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            Vamos continuar amanha com alguns exemplos do mundo real,

Ate o próximo post,

Markus

 

Olá pessoal, tudo bem? clip_image002

Vamos continuar com a sérieInfrastrucuture Architecture in a Box”. Sobre o Beta do Sharepoint 2010. Durante o ultimo post nos analisamos os pré-requisitos do Sharepoint 2010.

Vocês se lembram dos SSP (Shared Service Providers) da versão MOSS 2007?

Para entender o impacto das mudanças, vamos primeiro analisar como os SSP’s da versão MOSS 2007 foram usadas, lembrando que os SSP’s foram um dos aspectos menos compreendidos do SharePoint 2007, e que a maioria das implantações usarem a arquitetura mais simples em termos de SSPs – com um único SSP.

O novo modelo de “Service Applications” e a continuação dos SSP’s mas com uma mudança radical. Os “Services Applications” são uma melhoria enorme para o produto, abordando muitos dos compromissos de escalabilidade inerentes no modelo SSP do MOSS 2007. “Service Applications” podem ser construído por terceiros e estão disponível no SharePoint Foundation e o SharePoint Server. “Service Applications” afetam significativamente as topologias da farm e, portanto, é mais importante do que nunca, compreender os conceitos básicos de uma Arquitetura.

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Shared Service Providers - Sharepoint 2007

Toda instalação de um ambiente MOSS 2007 precisava ao menos um “Shared Service Provider” para hospedar as definições dos serviços compartilhados (Search, User Profiles, BDC,Execl Services etc). Esta arquitetura fui considerado muito acoplado e não flexível suficiente. O fato que você so poder definir um conjunto estático de serviços sem a flexibilidade de criar relações entre a “Web Application” customizadas criou uma certa limitação no produto.

Todos os serviços, muitas vezes, foram agrupados em um unico SSP, muito embora os serviços oferecidos foram  radicalmente diferentes.

Assim, SSPs são difíceis de implantar e ainda mais difícil de gerenciar ao longo da vida de uma implantação e tambem nao escalavem tão bem, com um único conjunto de banco de dados .

O conceito de Shared Services Provider nasceu junto com o MOSS 2007 e morre junto com ele.

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Service Applications - Sharepoint 2010

No SharePoint 2010 temos toda sua arquitetura orientada a serviços de forma isolada, acessando banco de dados segmentados e isolados e que agora podem ter implementados alguns requisitos importantes como tolerância a falha e distribuição de requisições. Para resumir, o SSP se desmembrou e pode ser utilizado em farms remotos (Cross-Farm). Torna a atividade de projetar ambientes SharePoint em larga escala uma atividade mais complexa, mas muito mais flexível e escalável.

  • Cada Web Aplicação pode usar qualquer combinação de serviços disponíveis
  • Compartilhar instâncias de serviços em múltiplas farms
  • Implantar várias instâncias do mesmo serviço em servidores distintas
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Cross-Farm Services

O novo modelo de “Service Applications” também remove a barreira pelo qual uma aplicação Web só poderia ser associada com um único SSP. Os “Service Applicartions” ofereçam agora que uma “Web Application” pode consumir serviços numa base individual e pode usar qualquer combinação de aplicações de serviço disponíveis.

Vejam na direita a definição e o escopo dos serviços. Um outro ponto importante é o fato que os “Service Applications”são gerenciados via a ferramenta de administração

 

 

 

 

 

 

 

 

Vamos analisar no próximo post algumas arquiteturas da vida real ;)

Abraços Markus

Olá pessoal, tudo bem?

O assunto hoje é um conjunto especial de sessões na série Infrastrucuture Arclip_image003chitecture in a Box. Como vocês talvez saibam o primeiro beta do Sharepoint 2010 esta quase saindo do forno. Durante meus anos como um “Principal Consultant” eu vi varias instalações e configurações de Sharepoint que mi deixarem com um grande susto ! Na versão novo nos temos uma grande oportunidade de mudar a percepção e o paradigma que os produtos como Sharepoint não precisam de Arquitetura.

Como eu sempre fala “Tudo Mundo tem dinheiro de fazer projetos errados“. Vamos analisar nos primeiros posts as mudanças na área de arquitetura, sempre lembrando que nos estamos trabalhando com Beta 2 e tudo pode mudar ;)

Vamos começar com os pré-requisitos, lembrando que SharePoint 2010 será apenas 64-bit:

Suporte-Sistema Operacional somente 64 Bits

  • 64-bit Windows Server 2008 R2
  • 64-bit Windows Server 2008 SP2

 Suporte-Banco de Dados somente 64 Bits

    • SQL Server 2005 SP2 / SQL Server 2008 SP 1 CU2
    • 32-bit SQL Server não suportado

Upgrade In-Place

    • Sharepoint 2007 SP2 In-Place Upgrade
    • Upgrades bancos de dados e servidores existentes
    • Abordagem mais simples, mas com tempo de inatividade da farm.
    • Adequado para implantações pequenas e medias

Upgrade Database Attach and Upgrade

    • SharePoint Server 2007 farm sem inatividades
    • Movimenta somente o conteúdo, não há as configurações
    • Adequado para implementações “Enterprise”

Browsers Suporte – Somente Level 1 Browser

  • Mais suporte, mas não para IE6
  • IE 7.0, Firefox 3, Safari 3

Vamos continuar no próximo post e falar sobre o morte dos SSP’s ;)

Abraços Markus

Olá pessoal, tudo bem ?

O assunto hoje é mais uma a sessão da série Infrastrucuture imageArchitecture in a Box, segue abaixo uma apresentação sobre a plataforma de aplicações web. A Plataforma de Aplicações é um conjunto de tecnologias, serviços integrados e ferramentas, que permitem que sua  empresa desenvolva e execute aplicações corporativas que geram vantagens estratégicas no mercado. Isso inclui a infraestrutura, “Frameworks”, linguagens de programação e outras tecnologias usadas para desenvolver e hospedar as aplicações corporativas. Vamos ver em nesta apresentação quais capacidades a plataforma da Microsoft pode oferecer e como seria a arquitetura de uma implementação no mundo real. Como vocês vão ver alguns produtos mencionados, não são RTM. Ficam atento novidades estão chegando!

Até o proximo post ;)

Abraços Markus

Olá tudo bem ?

Na ultima semana eu dei uma palestra para professores e estudantes no congresso de “SuperComputing”em São Paulo. Eu não sei quanto vocês já estudarem este assunto, mas em minha opinião este assunto é muito interessante?

Como existe pouco conteúdo em português eu decidi de escrever um blog sobre SOA com HPC 2008.

O que é Windows 2008 HPC

Windows HPC Server 2008 é uma solução para computação de alto desempenho (HPC) que é executado em  Hardware x 64-bit. Windows HPC Server 2008 pode ser implantado, gerenciado e estendida usando ferramentas familiares e tecnologias da linha de produtos Microsoft.

Windows HPC Server 2008 permite que a adoção e implementação de sistemas de HPC é mais fácil e acessível para novos segmentos de mercado, fornecendo uma experiência positivo na migração de aplicações de alto desempenho de desktops para um cluster.

Uma ampla gama de fornecedores de software, em diversos mercados verticais, têm desenvolvido seus aplicativos para funcionar perfeitamente com o Windows HPC Server 2008, para que os usuários podem enviar e monitorar trabalhos a partir de aplicativos familiares sem ter que aprender a interfaces de usuário novas ou complexas.

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Serviços de Infraestrutura

  • Active Directory (AD)
  • DNS
  • DHCP

Serviços de Gerenciamento

  • Windows Update Service
  • System Center Operations Manager
  • System Center Configurations Manager
  • System Center Virtual Machines Manager

Serviços HPC

  • Compute Node
  • Head Node (Scheduler)
  • WCF Broker Node

Serviços de Desenvolvimento

  • Visual Studio 2008 SP1 com HPC SDK
  • MS MPI , OpenMPI

Desenvolvimento

O desenvolvimento de programas paralelos requer conhecimento e ambientes de desenvolvimento integrado com uma experiência de integração que facilita a criação de novas aplicações. O Visual Studio 2008 oferece um ambiente de programação para Windows HPC Server 2008 integrado sem sair da linha de produtos que os desenvolvedores usam durante a criação de aplicações normais. Além de oferecer suporte a “Web Services”, MPI e OpenMP, Windows HPC Server 2008 também oferece suporte a bibliotecas de terceiros, compiladores e depuradores nativos paralelo para o desenvolvimento e programas paralelos

Gerenciamento

O gerenciamento de um cluster com mais de 1000 mil servidores pode ser uma tarefa complexo e intenso com muitas tarefas manuais. Com a integração no ecossistema de produtos Microsoft, você pode continuar usar as aplicações de gerenciamento que você usa no seu ambiente de produção e simplesmente adicionar o HPC cluster com um cliente novo dos serviços de infraestrutura. A linha de produtos System Center da Microsoft oferece todas as capacidades para fechar o ciclo de vida das aplicações HPC.

Service-Oriented Architecture com HPC 2008

Uma arquitetura orientada ao serviço é uma abordagem para a criação aplicativos distribuídos com baixo acoplamento. SOA separa funções em serviços diferentes que podem ser distribuídos, reutilizados e compostas em novos serviços. Na definição de aplicativos de paralelismo nos podemos definir dois tipos de aplicativos que são aplicativos batch e aplicativos interativos. Neste blog nos vamos falar sobre os aplicativos interativos, que são baseados em serviços. Exemplo de aplicativos: Monte Carlo, Blast Searches, Cálculos com Microsoft Office Excel etc.

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Windows HPC Server 2008 fornece uma plataforma escalável, confiável e segura que capacita os desenvolvedores a desenvolver rapidamente e facilmente aplicativos interativos habilitados para cluster HPC. Construção de um aplicativo SOA usando a SOA modelo de programação consiste de três etapas:

  1. Criando o serviço.
  2. A implantação do serviço a um cluster.
  3. Criar um aplicativo cliente.

Passando por estes passos você poder começar rodar seus servicos em um cluster HPC com alto desempenho e paralelismo sem fim !

Executando o aplicativo SOA:

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  1. O cliente SOA inicia uma sessão com o “Job Scheduler” do cluster
  2. O “Job Scheduler” aloca os nós de computação e inicia as instâncias de serviços (que carregar os arquivos DLL de serviço) sobre esses nós por meio do Gerenciador de nó. Instâncias do serviço são responsáveis pela hospedagem, que são registrados nos nós de computação. O “Job Scheduler” aloca um “WCF Broker” nó para iniciar o trabalho dos “Jobs WCF”, usando a estratégia de round-robin, ao selecionar “WCF Broker”nó.
  3. O cliente obtém um EPR (Endpoint reference) do “WCF Broker” nó do “Job Scheduler”.
  4. O cliente envia solicitações para o “WCF Broker” nó.
  5. O “WCF Broker” nó balança a carga entre o cliente e os nós de computação eles também ajudam no gerenciamento e monitoramento dos serviços para garantir a alocação dinâmica de recursos do cluster.
  6. O “WCF Broker” nó encaminha as respostas recebidas das instâncias dos serviços de volta para o cliente.

Sé voces tem mais perguntas mandam um email ;)

Abraço Markus

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Olá pessoal, tudo bem ?

O assunto hoje é mais uma a sessão da série Infrastrucuture Architecture imagein a Box, segue abaixo uma apresentação sobre Service Oriented Architecture com focus na hospedagem de Servicos. Dentro da estratégia “Service Oriented Infrastructure” encontramos a agilidade que as organizações necessitam acrescentando coordenação e gerenciamento de serviços aos benefícios da interoperabilidade. Por esta visão, as organizações podem distribuir novas capacidades mais rápidas, gerenciar mudanças quando elas ocorrem e maximizar a reutilização de componentes de infra-estrutura. Vamo analisar alguns exemplos de infra-estruturas capacitadas para o “SOI”, seus principais aspectos de arquitetura e impacto para a infra-estrutura corporativa de hoje.

Continue acompanhando o Architecture in a Box e aproveite o material.

Abraço Markus

            
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Olá pessoal, tudo bem?

Durante algum tempo eu mim dediquei para um assunto bem interessante. Como eu posso providenciar uma solução de “Multi-Site Clustering” com Windows 2008 R2 e Hyper-V. Muitas pessoas falarem para mim que isto só é possível com VMWare Site Reovery Manager, e que a Microsoft não teria uma solução competitiva.

Hoje eu posso falar, que isto é um mito grego ! A Microsoft com soluções de parceiros pode providenciar esta capacidade em varias níveis de desempenho e funcionalidade. Vamos analisar durante neste post a solução mais exclusivo e dediacada para ambientes de alto desempenho.

Hardware redundante, servidores redundantes e datacenter distribuídas e gerenciamento eficaz, todas estes aspectos desempenham um papel em manter esses aplicativos on-line e disponíveis para seus funcionários e seus clientes. No entanto, nenhumas dessas precauções podem preparar para interrupções de aplicações em grande escala. Incêndios, enchentes e terremotos que podem destruir ou comprometer um datacenter inteiro são relativamente raros, ainda que eles ocorram, sem uma preparação adequada, podam custar uma organização milhões de reais em receitas perdidas. Para verdadeiramente grandes catástrofes, a distância entre os locais de servidor é a única coisa que pode providenciar uma solução para manter suas aplicações online.

Como uma infraestrutura em conjunto com pessoas e processos pode providenciar um ambiente de clustering entre localidades distribuídas para maquinais virtuais (Guest ou Host) ?

 

Solução Hyper-V com EMC (Partition Replication)

A solução da EMC é uma solução de alto desempenho e disponibilidade. Ele já existe vários anos no mercado com muito sucesso. Um dos grandes benefícios é a integração com o serviço de clusteriçacão da Microsoft. Sé a hardware da EMC com o processo da replicação e a definição da SAN esta concluído, a criação de novos maquinais virtualizadas com suporte de “Failover” via LiveMigration é simples e não se diferencia do processo de um ambiente sem replicação entre sites.

A solução da EMC se integra com “Microsoft Failover Cluster” com a possibilidade de “failover” entre localidades dispersas sem a necessidade de modificação nas aplicações. Todo aspecto de replicação de dados entre as localidades e o processo de anexar “LUN’s” e tratado via a solução EMC.

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Processo “Failover” entre localidades

image O processo de “Failover” não se diferencia em grandes partes de outras soluções não replicadas. No processo de “Failover” os recursos do “Cluster Group” são movidos para a localidade 2. O processo de “Failover” é transparente para o sistema operacional, todos os aspectos de replicação e anxo de LUN’s é sobre a responsabilidade da solução EMC. Clientes acessam as aplicações depois do “Failover” na localidade 2 sem modificações o processos manuais.

Se você tem mais perguntas manda um email ;)

Abraços, Markus

 

 

 

Olá pessoal, tudo bem ? O assunto hoje é mais um “IPD” sobre Direct Access.

Ao longo dos últimos meses, os meus amigos da equipe dos “Microsoft Solution Accelerators” trabalharam para desenvolver o IPD” de DirectAccess. Hoje, temos o prazer de anunciar o lançamento do IPD para DirectAccess.

Caso você não tenha ouvido, o novo recurso de DirectAccess no Windows 7 e Windows Server 2008 R2, oferece a você a capacidade de acessar remotamente a compartilhamentos da empresa como Web sites e aplicativos sem a necessidade de se conectar via uma conexão de (VPN). DirectAccess também oferece ao grupo de TI a capacidade de atualizar PCs remotos em qualquer lugar, se eles estão conectados à Internet, sem o usuário está sendo logado na máquina.

Como você se precisa preparar para tirar aproveito do DirectAccess, seu primeiro passo deveria ser projetar a sua infraestrutura para suportar este recurso de acesso que fornece opções de segurança diferentes. Mas como saber onde começar ?

Este guia de IPD para DirectAccess abrange quatro etapas chaves no processo no design para DirectAccess:

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Próximos passos:

  1. Download the IPD Guide for Direct Access.

Espero que eu ajudei ;)

Até o próximo post . Abraço Markus

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Vocês já pensarem , como vocês poderiam falar sobre Cloud Computing com os CxO’s ? Quais seriam os tópicos que importam para eles ? Quais são as considerações de negócios de riscos e benefícios ao considerar computação em nuvem…

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Confira esta discussão entre Miha Kralj e Zhiming Xue.

Abraços Markus Christen

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