Welcome to TechNet Blogs Sign in | Join | Help

Eu precisava criar um sumario sobre nossas opções de alta disponibilidade para ambientes virtualizados que eu gostaria dividir com vocês.

image

Vocês podem ver que nos temos varias opções e vocês precisam escolher qual seria a melhor solução.
Grato,

Ola tudo bem ?
Este Vídeo explica em inglês, como se trata o assunto de identidades na nuvem. Vale assistir ;)

                                   

Grato, Markus

image

Ola tudo bem ,
O guia "Acceptance Test Engineering " fornece orientações e métodos sobre a disciplina de testes de aceitação para todos tipos de profissionais de TI. Vale muito para verificar!

  • Como planejar os testes de aceitação
  • Que tipos de testes de aceitação precisam ser executados
  • Como criar e executar testes de aceitação
  • Definição da palavra “Concluído”
  • Como justificar sua abordagem
  • Como simplificar o processo de aceitação

Abraço Markus

A série de planejamento e design de infraestrutura (IPD) da Microsoft fornece orientaçoes para produtos de infraestrutura da Microsoft. A série é uma coleção de documentos que leva o leitor através de uma seqüência de decisão para projetar uma infraestrutura, baseado nas melhoras práticas da Microsoft. O conjunto também fornece um meio para validar as decisões de design com o negócio para garantir que a solução corresponde os requisitos definidos do negocio.

Guias disponíveis na web:

Exchange Online—Evaluating Software-plus-Services

Sharepoint Online-Evaluating Software-plus-Services

Internet Information Services 7.0

Microsoft Application Virtualization 4.5

Microsoft Enterprise Desktop Virtualization

Microsoft SQL Server 2008

NAP Architecture

Virtualization Technology

System Center Configuration Manager 2007 SP1 R2

System Center Data Protection Manager 2007 SP1

System Center Operations Manager 2007

System Center Virtual Machine Manager 2008

Windows Deployment Services

Windows Optimized Desktop Scenarios

Windows Server 2008 Active Directory Domain Services

Windows Server 2008 File Services

Windows Server 2008 Print Services

Windows Server 2008 Terminal Services

Windows Server Virtualization

Se você gostaria baixar todas as IPD’s em uma vez so, usa este link : http://download.microsoft.com/download/5/B/C/5BC966BC-47D8-41DF-95F2-FA9A2D816258/IPD - All.zip

Se você gostaria uma introdução sobre as guias, baixe via este link.: http://download.microsoft.com/download/5/B/C/5BC966BC-47D8-41DF-95F2-FA9A2D816258/IPD Series Introduction.zip

Vamos começar de falar mais sobre as guias de “Infrastructure and Planning”, que ajudam vocês definir serviços de infraestrutura baseado nas melhor práticas de arquitetura da Microsoft.

Abraço Markus

TechEdBrasilSite

 

Mais uma vez ;)

Foi lançado o site oficial do maior evento da Microsoft para desenvolvedores e profissionais de infraestrutura. O Tech-Ed Brasil 2009 apresentará aos Profissionais de TI e Desenvolvedores inúmeros

recursos técnicos com conteúdo preparado especialmente para o encontro, além da oportunidade de ficar por dentro das últimas versões dos produtos e conversar pessoalmente com funcionários da Microsoft e com especialistas do mercado.

Vamos se ver no TechEd 2009, Abraço Markus

Vamos terminar nossos posts sobre o BizTalk ESB Toolkit com a ultima capacidade, o serviço de roteamento dinâmico.

Roteamento dinâmico representa uma parte crítica do pacote “BizTalk ESB Toolkit 2.0”. Um itinerário é um conjunto de instruções que define um fluxo de serviços que o barramento deve executar para uma determinada mensagem. Esta capacidade é disponibilizada através de um conjunto de serviços, “Pipelines” e “Schemas” de metadados bem definidos. Estes componentes funcionam em conjunto para manter a persistência e controlam o progresso ao longo do fluxo a cada serviço. Uma vantagem do mecanismo de itinerários é que eles são anexados no cabeçalho da mensagem e não exige qualquer implantação de orquestrações do BizTalk (workflows definidos em tempo de compilação no Visual Studio e executado pelo BizTalk). Portanto, itinerários oferecem uma maneira de compor serviços desacoplados baseados em artefatos existentes, eliminando o custo da construção, implantação e manutenção de orquestrações acopladas.

Um aspecto novo introduzido no pacote “BizTalk ESB Toolkit 2.0” é o Designer de itinerário incluído no Visual Studio .NET 2008. Basta clicar o botão direito do mouse no Visual Studio dentro de um projeto e adicionar um novo item de itinerário. Estas composições de serviços (itinerários) podem ser armazenadas localmente em um arquivo XML ou centralizados em um banco de dados central para o acesso corporativo. Os itinerários são resolvidos no “Enterprise Service Bus” com base nas informações contidas no cabeçalho das mensagens, que são encaminhadas através do barramento para uma série de provedores de serviços de uma forma síncrona ou assíncrona.

image

  1. O “Enterprise Service Bus” recebe a mensagem via o componente de entrada que suporta mensagens síncronas ou assíncronas.
  2. O “Enterprise Service Bus” inicia o processo de roteamento dinâmico.
  3. “Enterprise Service Bus” retorna a mensagem via componente de entrega para o consumidor do serviço com suporte para mensagens síncronas ou assíncronas.

Agora  estamos prontos para executar um exemplo de itinerário. Adicionar um service referência ao serviço do itinerário assíncrona localizadas em /ESB.ItineraryServices.WCF/ProcessItinerary.svc">http://<server>/ESB.ItineraryServices.WCF/ProcessItinerary.svc. A primeira atividade em nosso código é para ler o itinerário XML armazenado em arquivo e serializar um objeto:

   1:  try
   2:  {
   3:  //reference itinerary on disk
   4:  XmlDocument itineraryDoc = new XmlDocument();
   5:  itineraryDoc.Load(@"C:\exemplos\
   6:  Itineraries\Dinamico.xml");
   7:  StringReader itineraryReader =new StringReader(itineraryDoc.DocumentElement.OuterXml);
   8:   
   9:  //serialize XML into itinerary object
  10:  XmlSerializer ser = new XmlSerializer((typeof(Itinerary)),
  11:  "http://schemas.microsoft.biztalk.practices.esb.com/itinerary");
  12:  Itinerary basicItinerary = (Itinerary)ser.Deserialize(itineraryReader);
  13:   
  14:  //set unique ID
  15:  basicItinerary.uuid = Guid.NewGuid().ToString();
  16:   
  17:  //inflate actual XML payload of request
  18:  XmlDocument batchScanResult = new XmlDocument();
  19:  batchScanResult.LoadXml("<MaterialScannerOutput
  20:  xmlns=\"http://Seroter.BizTalkSOA.Chapter9.EsbBits\"><BatchId>BatchId_
  21:  0</BatchId><StageIndicator>StageIndicator_0</StageIndicator></MaterialScannerOutput>");
  22:  client.SubmitRequest(basicItinerary, batchScanResult.OuterXml);

Conforme já discutido neste artigo, podemos considerar o serviço de roteamento dinâmico o coração do “ESB”.Como no exemplo básico descrito acima, ele fornece os padrões e “Patterns” de desacoplamento para criar um ambiente de “SOI”. Este serviço, em conjunto com os outros, amplia o comportamento do BizTalk Server de um “Hub / Spoke” para um “ESB”.

Abraços Markus

Tudo bem ?

Vamos continuar falar sobre o BizTalk ESB Toolkit 2.0.

O pacote “BizTalk ESB Toolkit 2.0” oferece várias capacidades de tratamento de exceções. O que vamos tratar  é o serviço central de publicação de exceções com processamento unificado. O serviço de exceções usa todas as capacidades de tratamento de exceções do próprio Servidor BizTalk, tal como roteamento e re-submissão. O serviço de exceções fornece uma interface web service para que as aplicações possam estender o tratamento de erros de forma centralizada.

Vamos analisar um exemplo de serviço básico. O consumidor manda uma requisição para o “Enterprise Service Bus”. O “Enterprise Service Bus” analisa a requisição e manda a mensagem para o provedor do serviço. Continuando o fluxo, o desenvolvedor pode gerar exceções padronizadas para o pacote “BizTalk ESB Toolkit 2.0”, que são arquivadas no banco de exceções.

Fluxo do processo

clip_image001

Figura 2 - Serviço Tratamento de Exceções

    1. Processo encaminha a mensagem com o erro para o “Enterprise Service Bus”
    2. O “Enterprise Service Bus” inicia o processo de tratamento de exceções
    3. O “Enterprise Service Bus” inicia o processamento de exceções baseado no tipo de erros
    4. O “Enterprise Service Bus” retorna a mensagem de status para o consumidor do serviço

 

Exemplo de codigo:

 

   1:  catch (Exception codeEx)
   2:  {
   3:  Console.WriteLine("Chamada exceptio");
   4:  ExceptionHandlingClient client =
   5:  new ExceptionHandlingClient("WSHttpBinding_ITwoWayAsyncVoid");
   6:  try
   7:  {
   8:  FaultMessage fault = newFaultMessage();
   9:  fault.Header = new FaultMessageHeader();
  10:  fault.Header.Application = "SOA";
  11:  fault.Header.Description = "Errro de Servico";
  12:  fault.Header.ErrorType = "Error Tipo Urgente";
  13:  fault.Header.FaultSeverity = 1;
  14:  fault.Header.FaultCode = "00001";
  15:  fault.Header.FailureCategory = "Systema";
  16:  fault.Header.FaultDescription = "Arquivo nao existe";
  17:  fault.Header.FaultGenerator = "Cliente";
  18:  fault.Header.Scope = "CallEsbGuidanceExceptionService";
  19:  fault.Header.ServiceInstanceID = System.Guid.NewGuid().ToString();
  20:  fault.Header.ServiceName = "Exception Service";
  21:  fault.Header.MachineName = System.Environment.MachineName;
  22:  fault.Header.DateTime = DateTime.Now.ToString();
  23:  fault.Header.ControlBit = "1";
  24:  fault.Header.MessageID = System.Guid.NewGuid().ToString();
  25:  fault.Header.ActivityIdentity = System.Environment.UserName;
  26:  fault.Header.NACK = false;
  27:  fault.ExceptionObject = new FaultMessageExceptionObject();
  28:  fault.ExceptionObject.Message = codeEx.Message;
  29:  fault.ExceptionObject.Source = codeEx.Source;
  30:  fault.ExceptionObject.Type = codeEx.GetType().ToString();
  31:  fault.ExceptionObject.TargetSite =
  32:  codeEx.TargetSite.ToString();
  33:  fault.ExceptionObject.StackTrace = codeEx.StackTrace;
  34:  FaultMessageMessageContextProperty[] context =
  35:  newFaultMessageMessageContextProperty[1];
  36:  context[0] = new FaultMessageMessageContextProperty();
  37:  context[0].Name = "Stage1";
  38:  context[0].Type = "Batch";
  39:  context[0].Value = "Completed";
  40:  FaultMessageMessageMessageData msgData =
  41:  new FaultMessageMessageMessageData();
  42:  XmlNode[] docField = new XmlNode[1];
  43:  docField[0] = (XmlNode)scannerDoc;
  44:  msgData.Any = docField;
  45:  FaultMessageMessage[] messages =new FaultMessageMessage[1];
  46:  messages[0] = new FaultMessageMessage();
  47:  messages[0].ContentType = "text/xml";
  48:  messages[0].InterchangeID = "InterchangeID1";
  49:  messages[0].MessageID = "MessageID1";
  50:  messages[0].MessageName = "MessageName1";
  51:  messages[0].MessageType = "MessageType1";
  52:  messages[0].MessageContext = context;
  53:  messages[0].MessageData = msgData;
  54:  messages[0].RoutingURL = "";
  55:  fault.Messages = messages;
  56:  client.SubmitFault(fault);

 

Seria muito fácil escrever vários blogs exclusivamente sobre as capacidades e os benefícios do Serviço de tratamento de exceções. Embora o serviço de tratamento de exceções forneça funcionalidades valiosas, algumas das melhores qualidades desta biblioteca estão no processamento interno de exceções do próprio BizTalk. Apesar de não abrangermos estas funcionalidades, eu encorajo fortemente acompanhar e estudar este serviço de forma mais profunda.

Abraço Markus

No próximo dia 18 (quinta-feira), Mark Russinovich irá moderar uma Mesa Redonda sobre Compatibilidade de Aplicações no Windows 7.

Mark Russinovich

É uma excelente chance para aprender sobre o tema e esclarecer dúvidas sobre as questões de gerenciamento e implementação que você possa ter.

Como parte da “experiência virtual”, você pode submeter as suas perguntas sobre Compatibilidade no Windows 7 para o debate que ocorrerá ao vivo neste evento.

Para isso, envie já suas perguntas para: vrtable@microsoft.com

 

O Windows 7 está chegando mais rápido do que se esperava, e para as aplicações, ele é muito parecido com o Windows Vista. O debate abrangerá não somente questões relacionadas a migração do Windows Vista, mas também do Windows XP.

Conheça também as tecnologias para compatibilidade existentes no próprio Sistema Operacional e métodos para fazer aplicações incompatíveis rodar no Windows 7.

Data: 18 de Junho, Quinta-feira

Horário: 3:00pm

Link para acesso: https://ms.istreamplanet.com/springboard

Abraco Markus

Ola ;)

Para garantir o desacoplamento dinâmico entre o provedor e o consumidor dos serviços, o barramento precisa de uma nova capacidade que podemos chamar de “Catálogo ou Registro”. Esta capacidade garante que o consumidor possa descobrir as informações mais relevantes dos serviços. O pacote “BizTalk ESB Toolkit 2.0” vem com vários provedores de resolução: como o UDDI, WS-MEX, BRE, XPATH e o uso de registros estáticos. A melhor solução a escolher será definida de acordo com a aplicação.

O Serviço de Resolução fornece uma interface web service para uso de aplicativos externos. Para consumir um serviço, você precisa disponibilizar no seu código um “ResolverString”. Este “ResolverString” define o tipo de provedor e o nome do serviço do qual você quer resgatar informações. Baseado neste cenário, o “ResolverString” vai ser processado e irá retornar o resultado para o consumidor com as descrições do serviço.

Exemplo de um “ResolverString” com UDDI 3.0: “UDDI3:\\serverUrl=http://localhost/uddi;serviceKey=uddi:esb:purchaseorder”

De modo geral, podemos definir o seguinte cenário: o consumidor quer acessar um serviço de cadastramento de usuários, mas ele não tem as informações necessárias para estabelecer uma conexão direta. O consumidor precisa mandar uma requisição para o serviço de resolução, que vai retornar as informações disponíveis no catálogo de serviços. É importante mencionar que este serviço não passa pela mensageira do servidor BizTalk Server, mas pode ser usado diretamente como descrito ou dentro de um fluxo de interações.

Fluxo do processo de  Resolução       

                   image

Descrição:

      1. Processo encaminha a mensagem com a interação de resolução para o “Enterprise Service Bus”
      2. O anexo da mensagem é processado via o processo de resolução de serviços.
      3. O “Enterprise Service Bus” entrega a mensagem para o serviço de destino.
      4. O “Enterprise Service Bus” recebe a mensagem de retorno do serviço destino.
      5. O “Enterprise Service Bus” retorna a mensagem para o consumidor do serviço.

Exemplo de Código com enpoint : (http://server/ESB.ResolverServices.WCF/ResolverService.svc)

O serviço de resolução executa este ruleset e traz novamente o valor que o Transformar serviço requer para a conclusão (Valor Mapa).

  • Resolver String = string resolverString = @"BRE:\\policy=Teste.transformacao;version=1.0;useMsg=";
    • Retorno = mapa = resolver.Value;
  • Chamada de Transformação: string resultString = client.Transform(xmlString, mapa);
    • Retorno: String Transformado (ResultString)
 
   2:  ("ResolverEndpoint");
   3:  try
   4:  {
   5:  rClient.ClientCredentials.Windows.AllowedImpersonationLevel =
   6:  System.Security.Principal.TokenImpersonationLevel.Impersonation;
   7:  string resolverString = @"BRE:\\policy=Teste.transformacao;version=1.0;useMsg=";
   8:  Resolver[] resolverCollection = rClient.Resolve(resolverString);
   9:  foreach (Resolver resolver in resolverCollection)
  10:  {
  11:  if (resolver.Name == "Resolver.TransformType")
  12:  {
  13:  mapa = resolver.Value;
  14:  break;
  15:  }
  16:  }
  17:  rClient.Close();
  18:  }
  19:  catch (System.ServiceModel.CommunicationException){client.Abort();}
  20:  catch (System.TimeoutException) { client.Abort(); }
  21:  catch (System.Exception) { client.Abort(); throw; }
  22:  Console.WriteLine("Calling ESB Guidance transform service");
  23:  string resultString = client.Transform(xmlString, mapa);
  24:  Console.WriteLine(resultString);
  25:  client.Close();
  26:  }
  27:  catch (System.ServiceModel.CommunicationException){client.Abort();}
  28:  catch (System.TimeoutException) { client.Abort(); }
  29:  catch (System.Exception) { client.Abort(); throw; }
  30:  Console.WriteLine("done");
  31:  Console.ReadLine();

Na semana que vem, vamos falar mais sobre as outras capacidades do “BizTalk ESB Toolkit 2.0”

Microsoft BizTalk ESB Toolkit 2.0
Ref.: http://msdn.microsoft.com/en-us/dd876606.aspx

O pacote está disponível no link a seguir:

Download BizTalk ESB Toolkit 2.0
Ref.: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=bc86cf1e-ef29-4b19-95f7-388f64555090

Artigo MSDN: http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/dd920288.aspx

 

Abraço Markus

IMPORTANTE: Lembrando que fui anunciado durante o TechEd 2009  a mudança do nome de “Enterprise Service Bus Guidance 2.0” para Microsoft BizTalk ESB Toolkit 2.0

Abraço Markus

Assista está edição do Newscast Brasil para conhecer as novidades sobre o TechEd Brasil que está oficialmente anunciado para acontecer no final de Agosto em São Paulo.

http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/NewsCast-Brasil-Nr2-TechEd-2009-Brasil/

Abraço Markus

Ola ;)

Vamos analisar mais detalhado o serviço de transformação incluindo um exemplo de código. Primeiramente vamos analisar como usar este serviço. De modo geral, podemos definir o seguinte cenário: uma mensagem de entrada precisa ser transformada em uma mensagem nova baseado em um mapa de transformação. Este serviço pode ser consumido em conjunto com o serviço de iterações para garantir a interoperabilidade entre diferentes serviços.

Desenho Físico

image

Produtos:

  • Windows 2008 Server
  • SQL Server 2008 SP1
  • Servidor BizTalk Server 2009
  • Microsoft .NET Framework 3.5 SP1
  • BizTalk Adapter Pack v2
  • Microsoft WCF LOB Adapter SDK SP2
  • Microsoft UDDI Services 3 (Integrado com BizTalk 2009)
  • Visual Studio 2008 com SP1
  • Microsoft Visual Studio 2008 SDK 1.1
  • Enterprise Library 4.0
  • Unity Application Block 1.1
  • Microsoft Chart Controls for Microsoft .NET Framework 3.5
  • Microsoft Office 2007 SP1 (Infopath)
  • Microsoft SQLXML 3.0 SP3
  • Windows Powershell 1.0

 

Fluxo de Transformação

Figura 1

Descrição:

  1. Processo encaminha a mensagem com transformação para o “Enterprise Service Bus”
  2. O “Enterprise Service Bus” entrega a mensagens para o serviço de destino
  3. O “Enterprise Service Bus” inicia a transformação baseado no mapa de transformação associado no fluxo de serviços.
  4. O “Enterprise Service Bus” retorna a mensagem transformada para o consumidor do serviço

            EndPoint: /ESB.TransformServices.WCF/TransformationService.svc">http://<server>/ESB.TransformServices.WCF/TransformationService.svc

 

Mapa de Transformação

image

Descrição:

O exemplo abaixo mostra um mapa de transformação de uma mensagem do tipo “Material Scanner Output” para uma do tipo “MaterialBatchMaster”, que é um formato definido dentro do schema do destino com “Functoids” (funções aplicadas na transformação de campos que ajudam na definição das transformações necessárias como concatenações, somatórios ou scripts mais complexos). A criação de um novo mapa de transformação é feito com o Visual Studio 2008 e as ferramentas de desenvolvimento BizTalk 2009. Os mapas de transformações são executados diretamente usando os assemblies registrados no GAC – Global Assembly Cache.

 

 

Exemplo de Código

   1:  private static void ChamaEsbGuidanceTransformServiceHardcode()
   2:  {
   3:  Console.WriteLine("Chamar Serviço de Transformação");
   4:  TransformationServiceClient client =new TransformationServiceClient 
       ("WSHttpBinding_ITransformationService");
   5:  try
   6:  {
   7:  XmlDocument TestDoc = new XmlDocument();
   8:  TestDoc.LoadXml("<InputOutput xmlns=\"http://ESBTest_Para_ESB_Transformado\">
        <TestId>1</TestId><StageIndicator>Completed</StageIndicator></TestOutput>");
   9:  string xmlString = TestDoc.SaidaXml;
  10:  string mapa = "ESBTest_Para_ESB_Transformado,ESBTest, Version=1.0.0.0,
       Culture=neutral,PublicKeyToken=112202d160c201ec";
  11:  string resultString = client.Transform(xmlString, mapa);
  12:  Console.WriteLine(resultString);
  13:  client.Close();
  14:  }
  15:  catch (System.ServiceModel.CommunicationException) { client.Abort();
  16:  }
  17:  catch (System.TimeoutException) { client.Abort(); }
  18:  catch (System.Exception) { client.Abort(); throw; }
  19:  Console.WriteLine("done");
  20:  Console.ReadLine();
  21:  }

Descrição:

    1.    Gerar um Proxy para o serviço de transformação do “Enterprise Service Bus”
    2.    Passar uma referência do mapa de transformação para executar
    3.    Transformação da mensagem de entrada via um mapa de transformação referenciada no código
    4.    Linha de comando mostra a mensagem transformada

 

Na semana que vem, vamos falar mais sobre as outras capacidades do “BizTalk ESB Toolkit 2.0”

Microsoft BizTalk ESB Toolkit 2.0
Ref.: http://msdn.microsoft.com/en-us/dd876606.aspx

O pacote está disponível no link a seguir:

Download BizTalk ESB Toolkit 2.0
Ref.: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=bc86cf1e-ef29-4b19-95f7-388f64555090

Abraço Markus

Neste blog, vamos examinar alguns dos aspectos essenciais do “BizTalk ESB Toolkit 2.0”, que contém uma série de serviços para usufruir das funcionalidades do BizTalk em uma camada mais abstrata e reutilizável, direcionando-se para uma infra-estrutura orientada a serviços. Os serviços mais relevantes são:

                                    image

 

1. Resolução de Descrições de Serviços: “Serviço de Resolução”

Usado para descobrir um ou mais serviços conforme cadastrado nos registros disponibilizados em repositórios de serviços ( como o UDDI, SQL, BRE, WS-MEX ou registros estáticos) e retornar os metadados conhecidos sobre os serviços cadastrados. Resumindo, podemos concluir que este serviço disponibiliza um conjunto de serviços para uso no roteamento dinâmico - que é considerado como o principal serviço de um barramento corporativo de serviços.

                       image

2. Tratamento de Exceções: “Serviço de Tratamento de Exceções”

Provê um conjunto rico de capacidades para a gestão de exceções, incluindo interfaces disponibilizadas como Serviços Web, para, por exemplo, centralizar as exceções advindas de processos distintos em um banco de dados centralizado. Ele oferece também a capacidade de tratamento de erros automatizado, disparando processos de correção e monitoração com base nos tipos de erros detectados.

                        image

3. Transformação de Mensagens: “Serviço de Transformação”

Disponibiliza uma interface para executar transformações de uma mensagem de entrada para um novo formato, baseada em mapas de transformações.

                      image

4. Roteamento Dinâmico de Mensagens: “Serviço de Roteamento Dinâmico”

Responsável pelo serviço dinâmico de mensageria, aceitando mensagens de entrada que contêm informações sobre as iteracoes que precisam ser executadas.
Os itinerários, então, são resolvidos com base nas informações contidas no cabeçalho das mensagens, possibilitando que as mensagens sejam encaminhadas através do barramento para uma série de provedores de serviços de uma forma síncrona ou assíncrona.

                       image

5. Monitoramento de Mensagens: “Serviço de Monitoramento”

Serviços que provêem informações sobre o status dos hospedeiros e aplicativos. Permitem consultar o status das mensagens e das aplicações, construindo painéis de controle com base nas informações fornecidas. Informações como quantidade, status e metadados das aplicações podem ser visualizadas em tempo real.

Microsoft BizTalk ESB Toolkit 2.0
Ref.: http://msdn.microsoft.com/en-us/dd876606.aspx

Download BizTalk ESB Toolkit 2.0
Ref.: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=bc86cf1e-ef29-4b19-95f7-388f64555090

Até o proximo blog sobre SOI & SOA, Markus

SOA & SOI : Microsoft Enterprise Service Bus Guidance 2.0…?


Vamos começar na definição o que e a “ESB Guidance” da Microsoft.  A “ESB Guidance” fui criado no desejo de criar um barramento de serviços para mensagens genéricos e ferramentas para ambientes de serviços altamente desacoplados com Servidor BizTalk. A “ESB Guidance”não é um produto per se, como não tem nenhum apoio oficial da Microsoft não deve ser considerado  um "Produto" mas em vez disso, é uma oferta de aceleradores por um conjunto de serviços, componentes e padrões que estendem recursos existentes do servidor BizTalk. Voces podem baixar estes “Patterns” via WWW.codeplex.com/ESB.

  

Nome do Serviço - ESB

Descrição da função

BizTalk Operations Service Interface que providencia informações da runtime sobre os hosts e os aplicativos. Pode consultar o status das mensagens e das aplicações construindo painéis com base nas informações fornecidas.
UDDI Service Registros dos Serviços (Página Amarela)
Resolver Service Usado para pesquisar registros (UDDI,SQL,BRE etc.) e retornar detalhes conhecidos sobre o serviço.
Exception Handling Service Classes de tratamento de exceções com portal central para análise e tratamento de erros
Transformation Service Expõe a capacidade de executar transformações sem usar a infra-estrutura de mensagem do Servidor BizTalk.
Itinerary Services Aceita mensagens e usa metadados fornecidos ou resolvido pelo ESB para encaminhar mensagem através de uma série de serviços  (como orquestrações, transformações, transmissões) de uma forma síncrona ou assíncrona.

Vamos analisar um cenário bem estabelecido no mercado. Um ambiente com vários serviços distribuídos, hospedado em vários tipos de contêineres. Este tipo de arquitetura gera uma necessidade de providenciar um registro e routeamento  centralizado, sem criar um acoplamento entre o provedor e consumidor. 

                                                                                image

Vamos analisar este desenho. Todas chamadas de serviços sao feitas via o “Enterprise Service Bus”. O consumidor na tem conhecimento sobre o end-point ou outros metadados do serviço e precisa usar o serviço “ESB - Resolver” da “ESB Guidance”, consultando o registro centralizado. Isto cria um desacoplamento entre o provedor e o consumidor. O ESB se responsabiliza para o roteamento (Resolver, Entrega, Retorno) das mensagens incluindo o tratamento de exceções.

Arquitetura: ESB Guidance Parte I: http://blogs.technet.com/markuschristen/archive/2009/03/24/esb-guidance-2-0-instala-o-configura-o.aspx

Arquitetura: ESB Guidance Parte 2:http://blogs.technet.com/markuschristen/archive/2009/03/30/arquitetura-esb-guidance-parte-ii.aspx

Vamos analisar durante os próximos blogs cada capacidade.

Abraço Markus

Ola tudo mundo vamos analisar os benefícios da computação na nuvem ;).

Possíveis Benefícios


”StartUps”

Computação na nuvem é realmente não uma invenção revolucionária no aspecto de TI, mas por outro lado ela permite que você implementa seu plano de negócios muito rapidamente com pouco dinheiro sobre a sua demanda. Cada nova iniciativa, ou mesmo um departamento dentro de uma empresa que tenha uma idéia para algo novo,  poderia usar a computação na nuvem sem investir em infra-estrutura. Com algumas palavras simplifiqueis, nos podemos falar que  a "Nuvem computação mudou o jogo para empresários--sobre o assunto que, no dia do lançamento, você tem a confiança que você escala para o mundo o só para um grupo pequeno de usuários. A possibilidade de crescimento sobre demanda sem a necessidade de provisionamento de infra-estrutura de TI local.

Agilidade

A vantagem de ter recursos para implementar suas novas iniciativas , sem precisar um compromisso a longo prazo e esperar muito tempo para obtê-las.A Nuvem aumenta a agilidade com um custo muito inferior.

“Time to Market”

O tempo de provisionamento de recursos muda de semanas para minutos. Com isto nos podemos começar a reduzir ciclos de tempo e investir seus investimentos em aspectos que são cruciais para seu negocio.

 

 

Possíveis impactos negativos


Custo “WAN”

Um exemplos e o caso da Sony que tem diariamente, entre 4 e 12 terabytes de dados. A banda de WAN que a Sony precisaria seria enorme, e o custo seria tão grande que talvez fizesse mais sentido comprar uma arquitetura de armazenar dados local em vez de pagar para um serviço na nuvem. Isto depende muito  na quantidade e tipo de dados.

Desempenho dos aplicativos poderia sofrer (Latência)

A nuvem privada pode, mas a nuvem pública na maioria de casos não, providenciar um desempeno com baixa latência. A própria arquitetura e definição entre o consumidor e o provedor não garante um alto desempenho com baixa latência. Na minha visão vai ser difícil ver no futuro próximo aplicações com baixa latência em uma nuvem publica.

Dados que não podem ser hospedados na nuvem publica

Por causa da crise várias empresas pensaram colocar todo tipo de aplicativos na nuvem, mas sabendo o tipo de dados e melhor para não obter esta possibilidade. O mercado esta sugerindo para não hospedar aplicativos que fornecem uma vantagem competitiva ou contém informações sensíveis na nuvem ública.

Conhecimento

Explorar modelos de TI da próxima geração requer um grande interesso em novas tecnologias. Se não existe a disposição humana de aprender coisas novas e assumir a computação na nuvem, este modelo de arquitetura poderia vir um fracasso.

Abraço Markus

More Posts Next page »
 
Page view tracker