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<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="http://blogs.technet.com/utility/FeedStylesheets/rss.xsl" media="screen"?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"><channel><title>Pensando sobre Tecnologia da Informação : identidades digitais</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/identidades+digitais/default.aspx</link><description>Tags: identidades digitais</description><dc:language>en-US</dc:language><generator>CommunityServer 2.1 SP1 (Build: 61025.2)</generator><item><title>De volta ao básico: A Vingança</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/2009/03/09/de-volta-ao-b-sico-a-vingan-a.aspx</link><pubDate>Mon, 09 Mar 2009 19:28:12 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">d5e57398-b9ef-4490-9955-07cbb4e4a80d:3210859</guid><dc:creator>Gebara</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://blogs.technet.com/gebara/comments/3210859.aspx</comments><wfw:commentRss>http://blogs.technet.com/gebara/commentrss.aspx?PostID=3210859</wfw:commentRss><description>No meu último post da série De Volta ao Básico (veja também os posts 1 , 2 , 3 e 4 ), escrevi que a federeção de identidades seria uma das tábuas de salvação para o caos das identidades e para a interoperabilidade entre plataformas. Mas, infelizmente,...(&lt;a href="http://blogs.technet.com/gebara/archive/2009/03/09/de-volta-ao-b-sico-a-vingan-a.aspx"&gt;read more&lt;/a&gt;)&lt;img src="http://blogs.technet.com/aggbug.aspx?PostID=3210859" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/opinativo/default.aspx">opinativo</category><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/identidades+digitais/default.aspx">identidades digitais</category><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/interoperabilidade/default.aspx">interoperabilidade</category></item><item><title>De volta ao básico: A federação a nosso alcance</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/2008/03/19/de-volta-ao-b-sico-a-federa-o-a-nosso-alcance.aspx</link><pubDate>Wed, 19 Mar 2008 22:25:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">d5e57398-b9ef-4490-9955-07cbb4e4a80d:3015372</guid><dc:creator>Gebara</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://blogs.technet.com/gebara/comments/3015372.aspx</comments><wfw:commentRss>http://blogs.technet.com/gebara/commentrss.aspx?PostID=3015372</wfw:commentRss><description>Bem, pretendo que este seja o último post da série De volta ao básico . Por que? Porque a partir de agora teremos que entrar um pouco mais fundo nos temas que foram abordados para entender melhor as tecnologias utilizadas. Só para relembrar, esta série...(&lt;a href="http://blogs.technet.com/gebara/archive/2008/03/19/de-volta-ao-b-sico-a-federa-o-a-nosso-alcance.aspx"&gt;read more&lt;/a&gt;)&lt;img src="http://blogs.technet.com/aggbug.aspx?PostID=3015372" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/educativo/default.aspx">educativo</category><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/identidades+digitais/default.aspx">identidades digitais</category></item><item><title>De volta ao básico: E quando não é possível usar um diretório único?</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/12/10/de-volta-ao-b-sico-e-quando-n-o-poss-vel-usar-um-diret-rio-nico.aspx</link><pubDate>Mon, 10 Dec 2007 23:30:44 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">d5e57398-b9ef-4490-9955-07cbb4e4a80d:2632764</guid><dc:creator>Gebara</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://blogs.technet.com/gebara/comments/2632764.aspx</comments><wfw:commentRss>http://blogs.technet.com/gebara/commentrss.aspx?PostID=2632764</wfw:commentRss><description>&lt;p&gt;Continuando (muito mais tarde do que eu imaginava, pe&amp;#231;o desculpas) o &lt;a href="http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/11/01/de-volta-ao-b-sico-a-id-ia-do-diret-rio-nico.aspx"&gt;blog anterior&lt;/a&gt;, precisamos colocar um pouco mais os p&amp;#233;s no ch&amp;#227;o. A id&amp;#233;ia de se ter um &amp;#250;nico diret&amp;#243;rio acess&amp;#237;vel por diversos protocolos &amp;#233; muito interessante, mas &amp;#233; um tanto quanto fora da realidade. Por que?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quantos de voc&amp;#234;s possuem diversos sistemas (internos ou licenciados de terceiros) que possuem um diret&amp;#243;rio pr&amp;#243;prio para os processos de autentica&amp;#231;&amp;#227;o e autoriza&amp;#231;&amp;#227;o, isto &amp;#233;, quantos deles possuem base pr&amp;#243;pria de pares usu&amp;#225;rio/senha e controle de perfis de acesso? Aposto que a esmagadora maioria tem. E o que &amp;#233; poss&amp;#237;vel fazer sobre isso?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;H&amp;#225;, pelo menos, tr&amp;#234;s solu&amp;#231;&amp;#245;es no horizonte:&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Deixar do jeito que est&amp;#225;, mas melhorar o que est&amp;#225; para vir:     &lt;br /&gt;Muitas vezes &amp;#233; extremamente dif&amp;#237;cil justificar os investimentos necess&amp;#225;rios para alterar os sistemas atuais, a n&amp;#227;o ser que sua empresa esteja sendo pressionada por alguma legisla&amp;#231;&amp;#227;o. Mas d&amp;#225; para melhorar o que vem por a&amp;#237;.       &lt;br /&gt;Tenho um caso interessante de um cliente que veio discutir sobre este assunto h&amp;#225; um par de anos: eles tinham uma bem estabelecida infra-estrutura de Active Directory na empresa mas precisavam estabelecer um esquema de single sign-on para sua infra-estrutura. Analisamos durante algum tempo o impacto que isto teria, tanto em projetos, quanto em aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de licen&amp;#231;as e novos procedimentos operacionais e resolvemos partir para o princ&amp;#237;pio do KISS (Keep It Simple, Sam): estabelecemos requisitos para a aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de novos produtos e para a atualiza&amp;#231;&amp;#227;o dos produtos atuais, usando as id&amp;#233;ias de m&amp;#250;ltiplos protocolos como fachada para o mesmo diret&amp;#243;rio. Com isso foi poss&amp;#237;vel tra&amp;#231;ar no tempo, com menos investimentos, um caminho para o diret&amp;#243;rio &amp;#250;nico;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Usar um produto de single sign-on:     &lt;br /&gt;Muitas empresas de grande porte partem para esta solu&amp;#231;&amp;#227;o. Normalmente estes produtos fazem um mapeamento de contas de usu&amp;#225;rios e suas senhas, oferecendo uma API que permite fazer o controle de perfis. O usu&amp;#225;rio se loga em todos os sistemas usando um &amp;#250;nico par usu&amp;#225;rio/senha mas, por debaixo do pano, o sistema de single sign-on verifica qual usu&amp;#225;rio/senha deve ser utilizada para cada um dos sistemas, efetivamente mascarando para o usu&amp;#225;rio a parafern&amp;#225;lia de identidads do seu ambiente. &amp;#201; normalmente uma tecnologia complexa, de custo elevado, que nem todas as empresas t&amp;#234;m disponibilidade para investir;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Usar um produto de sincroniza&amp;#231;&amp;#227;o e provisionamento:     &lt;br /&gt;&amp;#201; uma solu&amp;#231;&amp;#227;o que permite a sincroniza&amp;#231;&amp;#227;o dos pares usu&amp;#225;rio/senha dos diversos sistemas/plataformas, facilitando principalmente a vida do usu&amp;#225;rio final (que n&amp;#227;o precisa se lembrar de tantos pares de usu&amp;#225;rio/senha), mas traz complexidade extra para o ambiente. As fun&amp;#231;&amp;#245;es de provisionamento permitem que, ao se incluir ou excluir um usu&amp;#225;rio na empresa, seja poss&amp;#237;vel, com regras pr&amp;#233;-definidas, criar ou excluir o mesmo usu&amp;#225;rio em diversos sistemas com diret&amp;#243;rios desconexos ao mesmo tempo em que, ao se trocar uma senha em um dos diret&amp;#243;rios, esta senha seja replicada em todos os sistemas ao qual o usu&amp;#225;rio tem acesso. Id&amp;#233;ia simples, mas que tamb&amp;#233;m embute mais complexidade na infra-estrutura.&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;Para a op&amp;#231;&amp;#227;o 1, temos uma t&amp;#233;cnica que &amp;#233; poss&amp;#237;vel ser utilizada depois de uma an&amp;#225;lise mais aprofundada do ambiente: se os sistemas desenvolvidos internamente compartilharem uma API de autentica&amp;#231;&amp;#227;o/autoriza&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#243;pria, em muitos casos &amp;#233; poss&amp;#237;vel substituir o c&amp;#243;digo desta API (sem alterar as interfaces) por uma nova API que fa&amp;#231;a acesso ao diret&amp;#243;rio principal da empresa, migrando gradualmente de um cen&amp;#225;rio de m&amp;#250;ltiplos diret&amp;#243;rios para um cen&amp;#225;rio de diret&amp;#243;rio &amp;#250;nico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas aqui fica mais um pensamento: quando se utilizam as t&amp;#233;cnicas 2 e 3 acima, &amp;#233; prov&amp;#225;vel que a for&amp;#231;a da sua senha seja em realidade, a da senha de complexidade mais baixa. Se, por exemplo, um dos sistemas aceita apenas senhas de 8 caracteres mai&amp;#250;sculos,&amp;#160; para que o single sing-on funcione ou a sincroniza&amp;#231;&amp;#227;o seja efetiva, todos os sistemas ficam com os mesmos 8 caracteres mai&amp;#250;sculos. Assim, mesmo que um ou mais sistemas permitam uso de senhas complexas, esta caracter&amp;#237;sticas n&amp;#227;o ser&amp;#225; explorada adequadamente. Raz&amp;#227;o esta para um outro cliente que eu conhe&amp;#231;o n&amp;#227;o usar nenhum destes esquemas: eles definiram um grupo de 3 a 5 diret&amp;#243;rios, atribuindo a cada um deles um grupo de sistemas dependentes. Sistemas cr&amp;#237;ticos dependem do diret&amp;#243;rio que permite maior controle da complexidade da senha, enquanto sistemas mais simples ficam com os diret&amp;#243;rios que oferecem menor complexidade. Para eles tamb&amp;#233;m h&amp;#225; uma vantagem de se manter esse n&amp;#250;mero de diret&amp;#243;rios: caso a senha de um usu&amp;#225;rio fique comprometida, apenas aqueles sistemas dependentes do diret&amp;#243;rio que hospeda o par usu&amp;#225;rio/senha com problemas &amp;#233; que ser&amp;#227;o um alvo potencial de ataque, minimizando o risco de se ter um ponto &amp;#250;nico de falha no controle de acesso &amp;#224; informa&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;A seguir (pr&amp;#243;ximo blog): A federa&amp;#231;&amp;#227;o a nosso alcance.&lt;/h2&gt;&lt;img src="http://blogs.technet.com/aggbug.aspx?PostID=2632764" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/educativo/default.aspx">educativo</category><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/identidades+digitais/default.aspx">identidades digitais</category></item><item><title>Os conceitos de identidade em uso inusitado</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/11/07/os-conceitos-de-identidade-em-uso-inusitado.aspx</link><pubDate>Wed, 07 Nov 2007 22:29:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">d5e57398-b9ef-4490-9955-07cbb4e4a80d:2360040</guid><dc:creator>Gebara</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://blogs.technet.com/gebara/comments/2360040.aspx</comments><wfw:commentRss>http://blogs.technet.com/gebara/commentrss.aspx?PostID=2360040</wfw:commentRss><description>&lt;P&gt;Quando eu li hoje o blog do &lt;A title="Kim Cameron's Identity Weblog" href="http://www.identityblog.com/" mce_href="http://www.identityblog.com/"&gt;Kim Cameron&lt;/A&gt; sobre um novo dispositivo que carrega em si conceitos e artefatos de &lt;A title="Ready or not: Barbie is an identity provider..." href="http://www.identityblog.com/?p=891" mce_href="http://www.identityblog.com/?p=891"&gt;identidade digital&lt;/A&gt;, fiquei realmente espantado. Vale a pena vocês darem uma olhada. Em resumo: a Mattel criou um tocador de MP3 para as fãs da Barbie e embutiu neles mecanismos que permitem também estabelecer, através da troca de identidades digitais, um grupo virtual de amigos(as) que podem fazer chat em um site próprio da Mattel. Pelo fato da(o)s participantes somente serem usuários(as) conhecidos(as) dos brinquedos (um(a) usuário(a) tem que usar a docking station de outro(a) para se "tornar amigo(a)"), cria-se um círculo mais conhecido de participantes.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Idéia interessante. O mundo dos brinquedos torna mais lúdico esses conceitos tão pesados que comentamos por aqui. Vamos ver se aparece algo para o mundo Hotwheels. :-)&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Bem, e para finalizar, não foi exatamente um jeito muito tradicional de apresentar o blog do Kim Cameron, mas para quem quiser acompanhar alguns dos desenvovimentos e repercussões do uso das identidades digitais no mundo de hoje, vale a pena acompanhar o blog dele: &lt;A href="http://www.identityblog.com/" mce_href="http://www.identityblog.com"&gt;http://www.identityblog.com&lt;/A&gt;. &lt;/P&gt;&lt;img src="http://blogs.technet.com/aggbug.aspx?PostID=2360040" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/identidades+digitais/default.aspx">identidades digitais</category></item></channel></rss>