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<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="http://blogs.technet.com/utility/FeedStylesheets/rss.xsl" media="screen"?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"><channel><title>Pensando sobre Tecnologia da Informação : educativo</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/educativo/default.aspx</link><description>Tags: educativo</description><dc:language>en-US</dc:language><generator>CommunityServer 2.1 SP1 (Build: 61025.2)</generator><item><title>De volta ao básico: A federação a nosso alcance</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/2008/03/19/de-volta-ao-b-sico-a-federa-o-a-nosso-alcance.aspx</link><pubDate>Wed, 19 Mar 2008 22:25:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">d5e57398-b9ef-4490-9955-07cbb4e4a80d:3015372</guid><dc:creator>Gebara</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://blogs.technet.com/gebara/comments/3015372.aspx</comments><wfw:commentRss>http://blogs.technet.com/gebara/commentrss.aspx?PostID=3015372</wfw:commentRss><description>Bem, pretendo que este seja o último post da série De volta ao básico . Por que? Porque a partir de agora teremos que entrar um pouco mais fundo nos temas que foram abordados para entender melhor as tecnologias utilizadas. Só para relembrar, esta série...(&lt;a href="http://blogs.technet.com/gebara/archive/2008/03/19/de-volta-ao-b-sico-a-federa-o-a-nosso-alcance.aspx"&gt;read more&lt;/a&gt;)&lt;img src="http://blogs.technet.com/aggbug.aspx?PostID=3015372" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/educativo/default.aspx">educativo</category><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/identidades+digitais/default.aspx">identidades digitais</category></item><item><title>De volta ao básico: E quando não é possível usar um diretório único?</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/12/10/de-volta-ao-b-sico-e-quando-n-o-poss-vel-usar-um-diret-rio-nico.aspx</link><pubDate>Mon, 10 Dec 2007 23:30:44 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">d5e57398-b9ef-4490-9955-07cbb4e4a80d:2632764</guid><dc:creator>Gebara</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://blogs.technet.com/gebara/comments/2632764.aspx</comments><wfw:commentRss>http://blogs.technet.com/gebara/commentrss.aspx?PostID=2632764</wfw:commentRss><description>&lt;p&gt;Continuando (muito mais tarde do que eu imaginava, pe&amp;#231;o desculpas) o &lt;a href="http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/11/01/de-volta-ao-b-sico-a-id-ia-do-diret-rio-nico.aspx"&gt;blog anterior&lt;/a&gt;, precisamos colocar um pouco mais os p&amp;#233;s no ch&amp;#227;o. A id&amp;#233;ia de se ter um &amp;#250;nico diret&amp;#243;rio acess&amp;#237;vel por diversos protocolos &amp;#233; muito interessante, mas &amp;#233; um tanto quanto fora da realidade. Por que?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quantos de voc&amp;#234;s possuem diversos sistemas (internos ou licenciados de terceiros) que possuem um diret&amp;#243;rio pr&amp;#243;prio para os processos de autentica&amp;#231;&amp;#227;o e autoriza&amp;#231;&amp;#227;o, isto &amp;#233;, quantos deles possuem base pr&amp;#243;pria de pares usu&amp;#225;rio/senha e controle de perfis de acesso? Aposto que a esmagadora maioria tem. E o que &amp;#233; poss&amp;#237;vel fazer sobre isso?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;H&amp;#225;, pelo menos, tr&amp;#234;s solu&amp;#231;&amp;#245;es no horizonte:&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Deixar do jeito que est&amp;#225;, mas melhorar o que est&amp;#225; para vir:     &lt;br /&gt;Muitas vezes &amp;#233; extremamente dif&amp;#237;cil justificar os investimentos necess&amp;#225;rios para alterar os sistemas atuais, a n&amp;#227;o ser que sua empresa esteja sendo pressionada por alguma legisla&amp;#231;&amp;#227;o. Mas d&amp;#225; para melhorar o que vem por a&amp;#237;.       &lt;br /&gt;Tenho um caso interessante de um cliente que veio discutir sobre este assunto h&amp;#225; um par de anos: eles tinham uma bem estabelecida infra-estrutura de Active Directory na empresa mas precisavam estabelecer um esquema de single sign-on para sua infra-estrutura. Analisamos durante algum tempo o impacto que isto teria, tanto em projetos, quanto em aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de licen&amp;#231;as e novos procedimentos operacionais e resolvemos partir para o princ&amp;#237;pio do KISS (Keep It Simple, Sam): estabelecemos requisitos para a aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de novos produtos e para a atualiza&amp;#231;&amp;#227;o dos produtos atuais, usando as id&amp;#233;ias de m&amp;#250;ltiplos protocolos como fachada para o mesmo diret&amp;#243;rio. Com isso foi poss&amp;#237;vel tra&amp;#231;ar no tempo, com menos investimentos, um caminho para o diret&amp;#243;rio &amp;#250;nico;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Usar um produto de single sign-on:     &lt;br /&gt;Muitas empresas de grande porte partem para esta solu&amp;#231;&amp;#227;o. Normalmente estes produtos fazem um mapeamento de contas de usu&amp;#225;rios e suas senhas, oferecendo uma API que permite fazer o controle de perfis. O usu&amp;#225;rio se loga em todos os sistemas usando um &amp;#250;nico par usu&amp;#225;rio/senha mas, por debaixo do pano, o sistema de single sign-on verifica qual usu&amp;#225;rio/senha deve ser utilizada para cada um dos sistemas, efetivamente mascarando para o usu&amp;#225;rio a parafern&amp;#225;lia de identidads do seu ambiente. &amp;#201; normalmente uma tecnologia complexa, de custo elevado, que nem todas as empresas t&amp;#234;m disponibilidade para investir;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Usar um produto de sincroniza&amp;#231;&amp;#227;o e provisionamento:     &lt;br /&gt;&amp;#201; uma solu&amp;#231;&amp;#227;o que permite a sincroniza&amp;#231;&amp;#227;o dos pares usu&amp;#225;rio/senha dos diversos sistemas/plataformas, facilitando principalmente a vida do usu&amp;#225;rio final (que n&amp;#227;o precisa se lembrar de tantos pares de usu&amp;#225;rio/senha), mas traz complexidade extra para o ambiente. As fun&amp;#231;&amp;#245;es de provisionamento permitem que, ao se incluir ou excluir um usu&amp;#225;rio na empresa, seja poss&amp;#237;vel, com regras pr&amp;#233;-definidas, criar ou excluir o mesmo usu&amp;#225;rio em diversos sistemas com diret&amp;#243;rios desconexos ao mesmo tempo em que, ao se trocar uma senha em um dos diret&amp;#243;rios, esta senha seja replicada em todos os sistemas ao qual o usu&amp;#225;rio tem acesso. Id&amp;#233;ia simples, mas que tamb&amp;#233;m embute mais complexidade na infra-estrutura.&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;Para a op&amp;#231;&amp;#227;o 1, temos uma t&amp;#233;cnica que &amp;#233; poss&amp;#237;vel ser utilizada depois de uma an&amp;#225;lise mais aprofundada do ambiente: se os sistemas desenvolvidos internamente compartilharem uma API de autentica&amp;#231;&amp;#227;o/autoriza&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#243;pria, em muitos casos &amp;#233; poss&amp;#237;vel substituir o c&amp;#243;digo desta API (sem alterar as interfaces) por uma nova API que fa&amp;#231;a acesso ao diret&amp;#243;rio principal da empresa, migrando gradualmente de um cen&amp;#225;rio de m&amp;#250;ltiplos diret&amp;#243;rios para um cen&amp;#225;rio de diret&amp;#243;rio &amp;#250;nico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas aqui fica mais um pensamento: quando se utilizam as t&amp;#233;cnicas 2 e 3 acima, &amp;#233; prov&amp;#225;vel que a for&amp;#231;a da sua senha seja em realidade, a da senha de complexidade mais baixa. Se, por exemplo, um dos sistemas aceita apenas senhas de 8 caracteres mai&amp;#250;sculos,&amp;#160; para que o single sing-on funcione ou a sincroniza&amp;#231;&amp;#227;o seja efetiva, todos os sistemas ficam com os mesmos 8 caracteres mai&amp;#250;sculos. Assim, mesmo que um ou mais sistemas permitam uso de senhas complexas, esta caracter&amp;#237;sticas n&amp;#227;o ser&amp;#225; explorada adequadamente. Raz&amp;#227;o esta para um outro cliente que eu conhe&amp;#231;o n&amp;#227;o usar nenhum destes esquemas: eles definiram um grupo de 3 a 5 diret&amp;#243;rios, atribuindo a cada um deles um grupo de sistemas dependentes. Sistemas cr&amp;#237;ticos dependem do diret&amp;#243;rio que permite maior controle da complexidade da senha, enquanto sistemas mais simples ficam com os diret&amp;#243;rios que oferecem menor complexidade. Para eles tamb&amp;#233;m h&amp;#225; uma vantagem de se manter esse n&amp;#250;mero de diret&amp;#243;rios: caso a senha de um usu&amp;#225;rio fique comprometida, apenas aqueles sistemas dependentes do diret&amp;#243;rio que hospeda o par usu&amp;#225;rio/senha com problemas &amp;#233; que ser&amp;#227;o um alvo potencial de ataque, minimizando o risco de se ter um ponto &amp;#250;nico de falha no controle de acesso &amp;#224; informa&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;A seguir (pr&amp;#243;ximo blog): A federa&amp;#231;&amp;#227;o a nosso alcance.&lt;/h2&gt;&lt;img src="http://blogs.technet.com/aggbug.aspx?PostID=2632764" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/educativo/default.aspx">educativo</category><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/identidades+digitais/default.aspx">identidades digitais</category></item><item><title>De volta ao básico: A idéia do diretório único</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/11/01/de-volta-ao-b-sico-a-id-ia-do-diret-rio-nico.aspx</link><pubDate>Thu, 01 Nov 2007 22:43:40 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">d5e57398-b9ef-4490-9955-07cbb4e4a80d:2305110</guid><dc:creator>Gebara</dc:creator><slash:comments>3</slash:comments><comments>http://blogs.technet.com/gebara/comments/2305110.aspx</comments><wfw:commentRss>http://blogs.technet.com/gebara/commentrss.aspx?PostID=2305110</wfw:commentRss><description>&lt;p&gt;Ou melhor dizendo, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Shangri-La"&gt;Shangri-la&lt;/a&gt;?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Relendo o &lt;a title="De volta ao b&amp;#xE1;sico: O caos das identidades" href="http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/10/17/de-volta-ao-b-sico-o-caos-das-identidades.aspx"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, o situa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o nos parece desanimadora. E por que ser&amp;#xE1; que estamos sempre voltando a este mesmo padr&amp;#xE3;o? &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Existem algumas raz&amp;#xF5;es que s&amp;#xE3;o apontadas mais freq&amp;#xFC;entemente por meus clientes quando debatemos este assunto (se voc&amp;#xEA; conhece algum outro motivo n&amp;#xE3;o abordado, comente conosco):&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Demora na ind&amp;#xFA;stria de tecnologia para definir padr&amp;#xF5;es que pudessem ser adotados quando os sistemas estavam em desenvolvimento; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Procura por uma independ&amp;#xEA;ncia de fornecedor de tecnologia; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Desvio da zona de conforto das equipes de TI; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Insatisfa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o permanente das equipes, sempre em busca de uma solu&amp;#xE7;&amp;#xE3;o melhor para os mesmos problemas; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Plataforma tecnol&amp;#xF3;gicas diferentes t&amp;#xEA;m difuldade em se comunicar umas com as outras, impedindo o uso de uma solu&amp;#xE7;&amp;#xE3;o &amp;#xFA;nica. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;O primeiro item nos remete a um problema recorrente para o qual, acredito eu, pouca esperan&amp;#xE7;a h&amp;#xE1; para sua solu&amp;#xE7;&amp;#xE3;o: a velocidade com que a ind&amp;#xFA;stria de tecnologia &amp;#xE9; capaz de chegar a um acordo sobre o que poderia ser um padr&amp;#xE3;o comum, vi&amp;#xE1;vel em diversos cen&amp;#xE1;rios e o fato de que um boa implementa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o de tecnologia pode ser, durante um bom tempo, um diferencial competitivo em rela&amp;#xE7;&amp;#xE3;o &amp;#xE0;s outras empresas do mercado. O primeiro ponto, inclusive, &amp;#xE9; similar ao assunto que estivemso debatento nesta semana em um grupo de estudos sobre infra-estrutura para web: existem diversos mecanismos de autentica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o e autoriza&amp;#xE7;&amp;#xE3;o que s&amp;#xE3;o mais adequados a um cen&amp;#xE1;rio do que a outro (intranet, internet e extranet).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O segundo item &amp;#xE9; pol&amp;#xEA;mico e existem posi&amp;#xE7;&amp;#xF5;es fortes de todos os lados poss&amp;#xED;veis. O desejo de uma empresa em se tornar menos dependente de seus fornecedores de tecnologia, podendo troc&amp;#xE1;-los quando o relacionamento comercial se enfraquece, &amp;#xE9; muitas vezes fundamental para a implementa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o de um n&amp;#xFA;mero muito grande de solu&amp;#xE7;&amp;#xF5;es desenvolvidas internamente para se chegar a uma solu&amp;#xE7;&amp;#xE3;o similar &amp;#xE0;quelas existentes, mas que podem, potencialmente, provocar uma amarra&amp;#xE7;&amp;#xE3;o indesejada. Mas existem outras empresas que n&amp;#xE3;o pensam assim; preferem direcionar seus investimentos de tecnologia a um grupo reduzido de empresas que acreditam ser competentes e com capacidade de sobreviver &amp;#xE0;s acidentes de percal&amp;#xE7;o do mercado. &amp;#xC9; a&amp;#xED; que equipes de arquitetura fazem a diferen&amp;#xE7;a. :-)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O problema deste segundo &amp;#xED;tem s&amp;#xE3;o justamente os dois itens seguintes: &lt;a title="Zona de conforto (artigo original em ingl&amp;#xEA;s)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Comfort_zone"&gt;zona de conforto&lt;/a&gt; e a vontade de sempre fazer melhor (salutar em muitos casos). O que poderia ser interpretado como um bom motivo para se criar uma estrutura local que possa ser usada adequadamente por v&amp;#xE1;rias plataformas tecnol&amp;#xF3;gicas, equipes de desnvolvimento diferentes acabam criando solu&amp;#xE7;&amp;#xF5;es de baixo reuso, sempre pensando em resolver adequademente seu probema sem pensar em transform&amp;#xE1;-las em solu&amp;#xE7;&amp;#xF5;es mais gen&amp;#xE9;ricas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O que muitas empresas procuram (e poucas acharam) &amp;#xE9; um diret&amp;#xF3;rio &amp;#xFA;nico para concentrar todo o conjunto de identidades, acess&amp;#xED;veis a qualquer sistema interno. A dificuldade desta escolha est&amp;#xE1; justamente em conseguir achar uma tecnologia adequada para um grande conjunto de demandas encontradas em um universo amplo de aplicativos. Uma poss&amp;#xED;vel solu&amp;#xE7;&amp;#xE3;o: a separa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o das funcionalidades dos diret&amp;#xF3;rios e seu protocolos de acesso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#xA0;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="480" alt="M&amp;#xFA;ltiplas interfaces para o mesmo diret&amp;#xF3;rio" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/DevoltaaobsicoAidiadodiretrionico_9E0B/image_3.png" width="412" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O que normalmente acontece &amp;#xE9; que uma aplica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o tem necessidade de encontrar um sistema de diret&amp;#xF3;rio para validar as identidades que precisa para seu funcionamento. Se pudermos expor um sistema de diret&amp;#xF3;rios atrav&amp;#xE9;s de v&amp;#xE1;rios protocolos, &amp;#xE9; poss&amp;#xED;vel nos aproximarmos do sonho de um diret&amp;#xF3;rio &amp;#xFA;nico, que cont&amp;#xE9;m todo o conjunto de identidades da empresa e &amp;#xE9; capaz de responder &amp;#xE0;s requisi&amp;#xE7;&amp;#xF5;es de um grande n&amp;#xFA;mero de aplica&amp;#xE7;&amp;#xF5;es, inclusive requsi&amp;#xE7;&amp;#xF5;es provenientes de outras plataformas tecnol&amp;#xF3;gicas.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;A seguir (pr&amp;#xF3;ximo blog): E quando n&amp;#xE3;o &amp;#xE9; poss&amp;#xED;vel usar um &amp;#xFA;nico diret&amp;#xF3;rio?&lt;/h2&gt;&lt;img src="http://blogs.technet.com/aggbug.aspx?PostID=2305110" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/educativo/default.aspx">educativo</category></item><item><title>De volta ao básico: O caos das identidades</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/10/17/de-volta-ao-b-sico-o-caos-das-identidades.aspx</link><pubDate>Thu, 18 Oct 2007 01:14:54 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">d5e57398-b9ef-4490-9955-07cbb4e4a80d:2193924</guid><dc:creator>Gebara</dc:creator><slash:comments>3</slash:comments><comments>http://blogs.technet.com/gebara/comments/2193924.aspx</comments><wfw:commentRss>http://blogs.technet.com/gebara/commentrss.aspx?PostID=2193924</wfw:commentRss><description>&lt;p&gt;Em uma entrada de blog anterior, falamos sobre a &lt;a href="http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/10/04/de-volta-ao-b-sico-anatomia-da-identidade-digital.aspx"&gt;Anatomia da Indentidade Digital&lt;/a&gt;. A leitura deste&amp;#xA0; post j&amp;#xE1; nos leva a crer que &amp;#xE9; poss&amp;#xED;vel, com um planejamento adequado, implementar um sistema de diret&amp;#xF3;rio central, no qual orbitam aplica&amp;#xE7;&amp;#xF5;es que necessitam utilizar servi&amp;#xE7;os de autentica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o e autoriza&amp;#xE7;&amp;#xE3;o. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas, infelizmente, n&amp;#xE3;o &amp;#xE9; o que encontramos em nosso dia a dia. &amp;#xC9; muito comum encontrarmos, dentro das empresas, um conjunto de reposit&amp;#xF3;rios de identidade desconectados e sem sincronismo, o que leva ao caos atual de identidades.&amp;#xA0; A figura a seguir, adaptada da figura apresentada no texto anterior, nos d&amp;#xE1; uma aproxima&amp;#xE7;&amp;#xE3;o da falta de intera&amp;#xE7;&amp;#xE3;o entre essas identidades: &amp;#xE9; apenas um conjunto desconexo de dados sobre os quais o usu&amp;#xE1;rio n&amp;#xE3;o tem controle sobre a usar ou n&amp;#xE3;o deles. Se quiser usar um novo sistema, &amp;#xE9; necess&amp;#xE1;rio utilizar uma nova identidade, com novas credenciais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Devoltaaobsicoousodeidentidadesnasempres_61F0/image_4.png"&gt;&lt;img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="218" alt="image" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Devoltaaobsicoousodeidentidadesnasempres_61F0/image_thumb_1.png" width="240" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esse caos traz pelo menos dois tipos de exposi&amp;#xE7;&amp;#xE3;o a risco:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1. O excesso de identidades faz com que as pessoas acabem reutilizando meios, potencialmente f&amp;#xE1;ceis de &amp;quot;roubar&amp;quot;, para o armazenamento de sua lista de identidades (pares de usu&amp;#xE1;rio e senha). Os mais comuns s&amp;#xE3;o: o &amp;quot;papelzinho&amp;quot; na gaveta (ou o adesivo no monitor) e o uso de arquivos eletr&amp;#xF4;nicos contendo a lista de identidades utilizadas (normalmente salvos sem criptografia ou qualquer outro mecanismo de seguran&amp;#xE7;a de acesso).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;2. Fraude no acesso aos sistemas. Quando se possui um conjunto desconectado de reposit&amp;#xF3;rios, a superf&amp;#xED;cie de fraude aumenta assustadoramente. O que quero dizer com isso? Analisemos uma situa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o hipot&amp;#xE9;tica: eu sou um funcion&amp;#xE1;rio de RH e tenho uma senha para acesso &amp;#xE0; rede e uma senha para o acesso ao sistema de RH. Digamos que eu seja demitido e minha senha da rede seja bloqueada. Se h&amp;#xE3;o houver um sincronismo com o sistema de RH, &amp;#xE9; poss&amp;#xED;vel eu, baseado em minhas amizades na empresa, pedir a algum outro colega que acesse a rede com sua pr&amp;#xF3;pria identidade mas entre no sistema de RH com a minha identidade exclusiva deste sistema, na qual eu tenho mais direitos do que ele. Com esse acesso indevido (e n&amp;#xE3;o controlado), &amp;#xE9; poss&amp;#xED;vel ent&amp;#xE3;o realizar opera&amp;#xE7;&amp;#xF5;es fraudulentas no sistema, muitas vezes com dificuldades no rastreamento posterior.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#xC9; nesse caos que se baseiam as ferramentas de gest&amp;#xE3;o de identidade que mencionamos no post anterior. Para poder gerenciar, sincronizar todos esses elementos e dar uma falsa impress&amp;#xE3;o ao usu&amp;#xE1;rio de que existe um logon unificado em sua empresa, &amp;#xE9; absolutamente necess&amp;#xE1;rio incorporar &amp;#xE0; sua arquitetura de TI um elemento externo, que tente colocar um pouco de ordem neste caos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Devoltaaobsicoousodeidentidadesnasempres_61F0/image27.png"&gt;&lt;img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="266" alt="image" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Devoltaaobsicoousodeidentidadesnasempres_61F0/image27_thumb.png" width="486" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#xA0;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esta organiza&amp;#xE7;&amp;#xE3;o do caos &amp;#xE9; ben&amp;#xE9;fica para o usu&amp;#xE1;rio mas traz uma carga administrativa maior para a equipe de gest&amp;#xE3;o de TI. Al&amp;#xE9;m de ser necess&amp;#xE1;rio compreender cada mecanismo de autentica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o e autoriza&amp;#xE7;&amp;#xE3;o de todos os aplicativos e seus repositorios de identidades, &amp;#xE9; necess&amp;#xE1;rio descobrir como o software de gest&amp;#xE3;o de identidade pode interagir com eles para permitir a automa&amp;#xE7;&amp;#xF5;o dos processos de provisionamento. Para cada novo par sistema / reposit&amp;#xF3;rio &amp;#xE9; necess&amp;#xE1;rio incluir mais um elemento no processo na gest&amp;#xE3;o de identidade.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;A seguir (pr&amp;#xF3;ximo blog): A id&amp;#xE9;ia do diret&amp;#xF3;rio &amp;#xFA;nico&lt;/h2&gt;&lt;img src="http://blogs.technet.com/aggbug.aspx?PostID=2193924" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/educativo/default.aspx">educativo</category></item><item><title>De volta ao básico: anatomia da identidade digital</title><link>http://blogs.technet.com/gebara/archive/2007/10/04/de-volta-ao-b-sico-anatomia-da-identidade-digital.aspx</link><pubDate>Thu, 04 Oct 2007 13:44:06 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">d5e57398-b9ef-4490-9955-07cbb4e4a80d:2106956</guid><dc:creator>Gebara</dc:creator><slash:comments>4</slash:comments><comments>http://blogs.technet.com/gebara/comments/2106956.aspx</comments><wfw:commentRss>http://blogs.technet.com/gebara/commentrss.aspx?PostID=2106956</wfw:commentRss><description>&lt;p&gt;Tem sido bastante comum sermos bombardeados com uma infinidade de ofertas de produtos para o gerenciamento de identidades. A grande maioria das grandes empresas de tecnologia tem uma ou outra oferta, sempre salvadora, para nos ajudar a gerenciar esta selva tropical que &amp;#xE9; o mundo da autentica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o/autoriza&amp;#xE7;&amp;#xE3;o. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como sempre, no meio desta verdadeira Torre de Babel, falta um elemento: compreender o que &amp;#xE9; (ou o que deveria ser) uma identidade digital. Somente a partir da&amp;#xED; &amp;#xE9; poss&amp;#xED;vel descobrir: essas ferramentas podem realmente ajudar ou v&amp;#xE3;o complicar ainda mais o cen&amp;#xE1;rio? &lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;O que &amp;#xE9; uma identidade?&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;Dentro do mundo f&amp;#xED;sico, uma identidade &amp;#xE9; a parte verific&amp;#xE1;vel de uma informa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o que confere a seu portador uma s&amp;#xE9;rie de deveres, direitos e privil&amp;#xE9;gios. Normalmente esta identidade &amp;#xE9; emitida por uma autoridade, reconhecida pelas partes envolvidas no processo de aceite das afirma&amp;#xE7;&amp;#xF5;es.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Exemplos: passaporte, carteiras de identidades, crach&amp;#xE1;s, etc. Esse conjunto de exemplos me ajuda a ilustrar bem o que &amp;#xE9; uma autoridade reconhecida e tamb&amp;#xE9;m o escopo desta autoridade: um passaporte &amp;#xE9; uma identidade internacional emitida, aqui no Brasil, por um &amp;#xF3;rg&amp;#xE3;o do governo federal reconhecido por outras na&amp;#xE7;&amp;#xF5;es como um emissor confi&amp;#xE1;vel J&amp;#xE1; a carteira de identidade &amp;#xE9; reconhecida apenas por institui&amp;#xE7;&amp;#xF5;es nacionais, n&amp;#xE3;o as internacionais. Para o crach&amp;#xE1;, ent&amp;#xE3;o, a cadeia de confian&amp;#xE7;a &amp;#xE9; muito menor: normalmente apenas parceiros de n&amp;#xE9;g&amp;#xF3;cio confiam em suas informa&amp;#xE7;&amp;#xF5;es.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;O que &amp;#xE9; uma identidade digital?&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;No mundo digital, a identidade &amp;#xE9; um conjunto de informa&amp;#xE7;&amp;#xF5;es estruturadas contendo quatro elementos b&amp;#xE1;sicos:&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Identificador      &lt;br /&gt;Elemento que identifica, inequivocamente, um determinado &lt;em&gt;sujeito &lt;/em&gt;dentro de um &lt;em&gt;namespace&lt;/em&gt;; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Credencial      &lt;br /&gt;Informa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o que permite validar a autenticidade e a posse de uma determinada identidade; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Perfil essencial      &lt;br /&gt;Informa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o comum, compartilh&amp;#xE1;vel com os sistemas consumidores da identidade, que complementam a identifica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o do &lt;em&gt;sujeito&lt;/em&gt;; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Perfil de contexto      &lt;br /&gt;Informa&amp;#xE7;&amp;#xF5;es sobre o &lt;em&gt;sujeito&lt;/em&gt; que t&amp;#xEA;m sentido somente dentro de um determinado contexto. &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;h3&gt;Identificador&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image_12.png"&gt;&lt;img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="153" alt="Identificador" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image_thumb_5.png" width="153" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Elemento que identifica, inequivocamente, um determinado &lt;em&gt;sujeito&lt;/em&gt; dentro de um &lt;em&gt;namespace&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Simples: um GUID ou um certificado. Serve para, em sistemas eletr&amp;#xF4;nicos, subsitituir todo o conjunto de informa&amp;#xE7;&amp;#xF5;es sobre um &lt;em&gt;sujeito&lt;/em&gt; por um elemento &amp;#xFA;nico, inequ&amp;#xED;voco. Deve existir um e apenas um &lt;em&gt;sujeito&lt;/em&gt;&amp;#xA0; que possa ser representado por um identificador.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Credencial&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image_14.png"&gt;&lt;img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="191" alt="Credencial" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image_thumb_6.png" width="191" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Informa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o que permite validar a autenticidade e a posse de uma determinada identidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A credencial pode ser uma senha, um PIN, um fator biom&amp;#xE9;trico que, quando aplicados os devidos algoritmos, permita garantir que o &lt;em&gt;sujeito&lt;/em&gt;&amp;#xA0; que est&amp;#xE1; apresentando uma determinada identidade a um sistema, &amp;#xE9; poss&amp;#xED;vel validar que ele seja o propriet&amp;#xE1;rio desta identidade. A partir do momento em que esta posse &amp;#xE9; atestada, o identificador pode ser utilizado para representar as informa&amp;#xE7;&amp;#xF5;es sobre o &lt;em&gt;sujeito&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Perfil essencial&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image45.png"&gt;&lt;img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="228" alt="Perfil essencial" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image45_thumb.png" width="229" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Informa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o comum, compartilh&amp;#xE1;vel com os sistemas consumidores da identidade, que complementam a identifica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o do sujeito.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pense em hom&amp;#xF4;nimos: meu nome &amp;#xE9; Fernando Gebara Filho. Sei que existe mais do que um Fernando Gebara (pai) em nosso pa&amp;#xED;s, tornando n&amp;#xE3;o desprez&amp;#xED;vel a probabilidade de eu ter um hom&amp;#xF4;nimo. O que serve para complementar a minha identifica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o (nome) neste caso? O parentesco (nome de pai e m&amp;#xE3;e), a cidade de nascimento, o estado natal, a data de nascimento, etc. Todos esses elementos, associados ao meu nome, ajudam na minha identifica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o (e, eventualmente, em sua desambig&amp;#xFC;idade). Sistemas que consomem a minha identidade podem, eventualmente, fazer uso desta informa&amp;#xE7;&amp;#xE3;o, que ser&amp;#xE1; a mesma para todos esses sistemas.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;&amp;#xA0;&lt;/h3&gt;  &lt;h3&gt;Perfil de contexto&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image_18.png"&gt;&lt;img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="240" alt="Perfil de contexto" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image_thumb_8.png" width="240" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Informa&amp;#xE7;&amp;#xF5;es sobre o &lt;em&gt;sujeito&lt;/em&gt; que t&amp;#xEA;m sentido somente dentro de um determinado contexto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vamos tomar como exemplo as faixas do jud&amp;#xF4;. Neste esporte, o n&amp;#xED;vel de um lutador &amp;#xE9; declarado explicitamente pela cor da faixa em sua cintura. Por&amp;#xE9;m, existem diferen&amp;#xE7;as de interpreta&amp;#xE7;&amp;#xE3;o dependendo do pa&amp;#xED;s (em nosso caso, o contexto) em que voc&amp;#xEA; estiver. No Brasil, a gradua&amp;#xE7;&amp;#xE3;o segue a seguinte seq&amp;#xFC;&amp;#xEA;ncia: branca, cinza, azul, amarela, laranja, verde, roxa, marrom e preta. No Jap&amp;#xE3;o, s&amp;#xF3; h&amp;#xE1; tr&amp;#xEA;s cores: branca, marrom e preta. Uma faixa azul no Jap&amp;#xE3;o, em princ&amp;#xED;pio, n&amp;#xE3;o possui qualquer significado. J&amp;#xE1; uma faixa marrom, nos dois pa&amp;#xED;ses, pode representar um grau de maturidade (ou combatividade) diferentes.&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;Como os elementos se relacionam?&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image_2.png"&gt;&lt;img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="292" alt="Relacionamento entre os elementos" src="http://blogs.technet.com/blogfiles/gebara/WindowsLiveWriter/Voltandoaobsicoasidentidadesdigitais_D4E6/image_thumb.png" width="536" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No centro de tudo est&amp;#xE1; o identificador; para ter acesso a ele &amp;#xE9; necess&amp;#xE1;rio que seja apresentada a credencial adequada. Uma vez feita esta valida&amp;#xE7;&amp;#xE3;o, &amp;#xE9; poss&amp;#xED;vel obter os dados constantes do perfil essencial. Por fim, dependendo do sistema, dados referentes aos perfis de contexto podem ser obtidos e utilizados adequadamente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Idealmente, os dados referentes ao identificador, &amp;#xE0; credencial e ao perfil essencial est&amp;#xE3;o normalmente contidos em um sistema central de diret&amp;#xF3;rio (tal como uma infra-estrutura de Active Directory). Os dados referentes ao perfil de contexto podem tamb&amp;#xE9;m estar armazenados neste mesmo diret&amp;#xF3;rio (como &amp;#xE9; o caso, por exemplo, dos dados de caixa-postal do Microsoft Exchange) ou em um outro sistema diret&amp;#xF3;rio (muitas vezes um servidor LDAP ou mesmo tabelas armazenadas em um banco de dados SQL). O elemente que serve de chave de uni&amp;#xE3;o de todas essas informa&amp;#xE7;&amp;#xF5;es &amp;#xE9; o identificador, &amp;#xFA;nico para cada &lt;em&gt;sujeito&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;A seguir (pr&amp;#xF3;ximo blog): O caos das identidades&lt;/h2&gt;&lt;img src="http://blogs.technet.com/aggbug.aspx?PostID=2106956" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://blogs.technet.com/gebara/archive/tags/educativo/default.aspx">educativo</category></item></channel></rss>