Após definir os primeiros passos e onde queremos chegar, é hora de colocar o plano em ação.
De modo bem simplista, essa seria a dinâmica (ver figura) de implementação de um projeto de governança para a área de TI.
Para cada uma dessas 4 fases, temos algumas ações específicas a serem tomadas:
Na medida em que avançamos um pouco mais, chegamos na fase de começar a materializar o plano de governança, e para isso precisamos escolher quais serão os instrumentos que iremos utilizar nesse suporte.
Na figura, temos basicamente 5 grupos que representariam as competências que deveremos desenvolver:
O primeiro grupo (Portal), e o principal deles, é onde iremos consolidar os dados, trocar informações, inserir as entradas que geralmente são provinientes das áreas de negócios e por fim definir e tratar as saídas. Geralmente para esse grupo temos as ferramentas de colaboração e BI por exemplo, essas também estão estreitamente ligadas as ferramentas contidas no segundo grupo (Hierarquia de Performance). É no segundo grupo onde temos as medições e definições de KPIs, métricas de processos, é aqui também onde temos as ferramentas de BSC e outras relacionadas a inteligência.
Nos três últimos grupos Gestão de Projetos, CIs e Gerenciamento de Rede e Sistemas, encontramos elementos mais operacionais. Para esses grupos temos ferramentas para acompanhamento de projetos, gestão de riscos, configuração, mudança e instrumentação. De novo, sempre precisamos considerar que essas ferramentas devem ser adaptadas a cultura da apresenta e não o contrário, temos sempre que nos atentar para soluções costumizáveis para que você possa se valer dessa característica para modelar uma tecnologia de mercado a sua dinâmica operacional e estratégia adotada.
Na próxima parte continuaremos a falar de ferramentas de mercado que irão apoiar o seu plano tático.
Um abraço,
Rodrigo Dias