A necessidade mundial de acesso rápido a informações médicas significativas é um desafio cada vez maior para as organizações de saúde. Cerca de 50% dos hospitais e 40% das práticas ambulatoriais estão implementando portais de autoatendimento,1 e um aumento de 75% em crimes cibernéticos ao longo de dois anos2 agravou as preocupações quanto à segurança, porque mais recursos de autoatendimento podem aumentar as oportunidades de os criminosos encontrarem novas maneiras de roubar informações clínicas confidenciais por meio de download e ataques de phishing.

A computação em nuvem pode ajudar a melhorar os perfis de segurança das organizações de saúde, atribuindo aos provedores de serviço em nuvem (CSPs) as dificuldades de garantir a segurança e a proteção das práticas de computação.