Pensamentos e opiniões abertas sobre Tecnologia

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Desenvolvimento da Economia Local: primeiro telemóvel português

Desenvolvimento da Economia Local: primeiro telemóvel português

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A semana passada ficou marcada por uma noticia muito importante. Foi lançado o primeiro telemóvel português.

A NDrive, fez o lançamento do NDrive Phone S300, um telemóvel com GPS e software nacional de navegação.

Parabéns à NDrive, pela iniciativa empreendedora!

http://www.ndriveweb.com/products/product/32/

http://tek.sapo.pt/4N0/786371.html

NDrive S300

Comments
  • presumo que seja empreendedora por usar software da microsoft.

    eu considero que seria empreendedora se em vez de pagarem licenças aos senhores da microsoft usassem plataformas abertas como a openmoko ou mesmo o android do google.

    http://blog.softwarelivre.sapo.pt/2007/11/25/openmoko-arrancando-a-vm-qemu/

  • Caro Ricardo,

    Cada entidade faz as suas apostas. Não interessa se é em software Microsoft ou outro tipo de software. O que interessa é que sejam inovadores e tenham iniciativa.

    O que lhe posso dizer é que o software da Microsoft, tem sido uma boa aposta para as empresas nacionais:

    http://news.moneycentral.msn.com/ticker/article.aspx?Feed=PR&Date=20071018&ID=7652760&Symbol=MSFT  

  • Caro Marcos,

    Acho que o real sentido do comentário do Ricardo Nunes é que se o telemóvel usasse outra tecnologia de certeza que iria passar ao lado deste blog.

    Mas não é por usar software de qualidade questionável e sobrevalorizado a nível de preço que a notícia de um telemóvel feito no nosso país se torne uma má noticia. Torna-se menos boa.

    Quanto à "boa aposta": tenho um amigo que não foi contratado após estágio no dep. informático por esse dep. ter a maior parte do seu orçamento destinado a aquisição e regularização de licensas não podendo assim suportar a contratação de mais pessoal.

    E se não fosse a ms o panorama dos empregos nas TI não estaria pior. Teria duas consequências certas:

    1-A riqueza gerada pelo software estaria melhor distribuida.

    2-Haveria mais concorrência e consequentemente mais qualidade

    3-Havendo uma redução dos custos com software haveria certamente mais fundos para novos investimentos.

    Mas mais um estudo "independente" encomendado pela empresa visada nesse estudo...

  • muito bem dito abrir horizontes.

    a micro$oft e o marcoss ainda não entenderam ou não querem entender porque são de um egoismo atroz, que o FLOSS é como as formigas, as abelhas, trabalham todos para o mesmo fim, para criar um bolo a que todos beneficia e não a um só como é o caso da m$.

    cumps,

  • Este blogue pertence a alguém que trabalha na Microsoft e não faz questão de o esconder. Qual é o espanto do telemóvel utilizar tecnologia Microsoft? Não deixa de ser uma decisão da empresa que fabrica o telemóvel. Queriam destaque a um telemóvel com tecnologia Java? Irra.

  • miguel a questão só aparece  pela forma como o autor do blog, marcoss, a coloca.

    ou seja para ele e para os apaniguados da microsoft, inovação, qualidade, copyright etc só são válidos se são da microsoft.

    que eu saiba este é um blog de um empregado da microsoft, não é um blog da microsoft mas mesmo que fosse e estando a microsoft tão embrenhada no panorama nacional, qual seria o problema de mencionarem um produto? especialmente num simples blog.

    cumps,

    RJ

  • Caro não sei como lhe chamar,

    Abrir Horizontes não é com certeza o seu nome!

    Fiquei a pensar no que escreveu e de facto, admito, que fui algo tendencioso. Mas posso dizer-lhe que fui tendencioso não por o software que o telemóvel utiliza ser Microsoft, mas porque a Microsoft em Portugal tem vindo à apoiar este projecto à alguns anos. Tanto eu indirectamente, como colegas meus têm estando directamente envolvidos com a NDrive desde o desenvolvimento do seu software de navegação.

    http://www.microsoft.com/portugal/presspass/imprensavirtual/aplicacaoGPSNdrive/default.mspx

    Foi com enorme satisfação que recebemos mais esta notícia.

    “Quanto à "boa aposta": tenho um amigo que não foi contratado após estágio no dep. informático por esse dep. ter a maior parte do seu orçamento destinado a aquisição e regularização de licensas não podendo assim suportar a contratação de mais pessoal.”

    A história é triste, principalmente para o seu amigo, mas totalmente desvirtuada. Na minha opinião as premissas estão erradas. O meu caro está a partir do principio que o software que é pago (Microsoft ou outro) é igual ao software que é gratuito e está a partir do principio que o software que é pago, é mais caro que o software gratuito.  Como sabe isso não é verdade!

    Cada caso é um caso e como já foi amplamente discutido em diversos fóruns, a palavra chave é TCO.  Cada organização faz a sua própria analise e depois decide baseado nessa analise. Esta análise tem obviamente em conta o recrutamento, mas isto aplica-se a qualquer tipo de software.    

    Nada lhe garante que o seu amigo fosse contratado caso a opção de software tenha sido diferente.

    Em relação ao resto dos comentários vou reforçar um, que me parece importante, mas que vem no seguimento do meu comentário: a redução do custo do software não quer dizer uma diminuição total do custo. Custa menos no software, mas paga mais no serviço, na manutenção, no suporte, etc. Como digo, tem de ser visto caso a caso!

    Em relação ao estudo, é um facto que ele foi financiado pela Microsoft e por isso tem um valor relativo. O estudo apenas vem reforçar uma percepção (A Microsoft ajuda o desenvolvimento da economia local) que por vezes é diferente!  

  • caro marcoss,

    creio que não sou eu que tenho horizontes pequenos, de certeza absoluta, quem os parece ter é a microsoft que ainda não conseguiu meter na cabeça que o paradigma em que trabalhava e em que era rei e senhor mudou, metam isto na cabeça, as coisas mudam e os senhores estão a ficar para trás.

    aliás nada do que o marcoss disse a seguir contradiz o que afirmei, apenas o confirma.

    quanto à afirmação "(...)está a partir do principio que o software que é pago, é mais caro que o software gratuito.  Como sabe isso não é verdade!", parece-me que mais uma vez deve estar a consultar os estudos pagos pela microsoft como os famosos ou será infamous, get the facts, microsoft facts, of course!

    é óbvio que tem a ver com o TCO, mas presumo que o marcoss ainda não leu por exemplo um excelente documento de David Wheeler, recomendo vivamente.

    Why Open Source Software / Free Software (OSS/FS, FLOSS, or FOSS)? Look at the Numbers!

    David A. Wheeler

    Revised as of April 16, 2007

    http://www.dwheeler.com/oss_fs_why.html

    é que TCO tem a ver com muitas coisas desde substituição de máquinas formação etc.

    consegue o marcoss explicar como é que o TCO com produtos m$ pode ser mais baixo se por exemplo com cada introdução de novo SO da m$ as empresas têm de substituir as máquinas, veja-se o caso do novo m$-windows-vista.

    pode o marcoss afirmar que não há necessidade de novas formações quer a nível de SO ou mesmo do m$-office?

    até porque a história da formação do FLOSS ser mais complexa e levar a elevados gastos é já um mito propagandistico da m$, querem ver casos reais, peçam dicas à empresa portuguesa Radio Popular.

    http://www.csc.com/features/2004/uploads/LEF_OPENSOURCE.pdf

    "A European Commission-sponsored study The reported savings in nearly all cases from using OSS/FS Study on the: Economic impact of open source software on innovation and the competitiveness of the Information and Communication Technologies (ICT) sector in the EU"

    http://ec.europa.eu/enterprise/ict/policy/doc/2006-11-20-flossimpact.pdf

    A Groklaw article on this study summarizes the report This study presents a lot of quantitative data on other OSS/FS topics as well.

    http://www.groklaw.net/article.php?story=20070112025016466

    cumps,

  • Caro Ricardo,

    Vejo que tem convicções fortes sobre este tema!

    Vamos lá por partes.

    A Microsoft e outras organizações não são insensíveis ao que se está a passar no mercado e por isso é que o Ricardo também nota alguma mudança. Os acordos de interoperabilidade com outras organizações, o programa Shared Source (http://www.microsoft.com/resources/sharedsource/), um site dedicado a soluções open source (http://www.microsoft.com/opensource/),  um laboratório Open Source dentro da Microsoft (http://port25.technet.com/), entre outras denotam que a própria Microsoft está atenta ao mercado e às suas tendências.

    Em relação ao tema TCO, o Ricardo confunde uma série de conceitos e acho que em vez de aproveitar a ocasião para fazer publicidade gratuita a estudos e outros casos, fosse mais construtivo e objectivo.

    Como reparou, no meu anterior comentário, eu referi que cada caso é um caso. E que deve ser analisado como tal. Cada organização deve fazer o seu próprio estudo e analise e depois decidir qual a solução que mais lhe convém, seja ela qual for!

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