February, 2013

  • Impulso do crescimento no Quénia através da mobilidade

    Enviado por: Bruce Howe, director geral de Nokia África Oriental O mercado queniano tem mostrado um aumento fenomenal no uso de telemóveis e particularmente telefones smart. Dados da Associação GSM mostram que o mercado...
  • Incentivar as aptidões dos jovens: o caminho para o sucesso

    Por: Djam Bakhshandegi Gestor do Programa CSI da Microsoft em África Encontrar emprego continua a ser uma batalha quotidiana para milhões de jovens. Embora as perspectivas de crescimento económico em África sejam boas, o...
  • Priorizar África: Apresentação da Iniciativa 4Afrika da Microsoft

    Por: Ali Faramawy, Vice-Presidente Corporativo, Microsoft Médio Oriente e África

    Há um provérbio africano que diz “A melhor altura de plantar uma árvore foi há 20 anos. A segunda melhor altura é agora.” Estaamos absolutamente de acordo. Há 20 anos que a Microsoft opera em África, e hoje temos escritórios em 14 países. Ao aguardarmos com expectativa os próximos 20 anos, queremos explorar novas formas de associar o crescimento da nossa empresa a iniciativas que estimulem o desenvolvimento económico do continente. O mundo reconheceu o futuro promissor de África, e a Microsoft quer investir nesse futuro.

    É por esse motivo que hoje apresentamos a Iniciativa 4Afrika da Microsoft, que pretende ajudar a melhorar a competitividade de África à escala mundial. É nosso objectivo capacitar os jovens, empresários, programadores e líderes empresariais e cívicos africanos a transformarem grandes ideias em realidade, uma realidade que possa ajudar as suas comunidades, os seus paíss, o continente africano, e o mundo em geral.

    Até 2016, a Iniciativa 4Afrika da Microsoft pretende:

    - ajudar a colocar dezenas de milhões de dispositivos inteligentes na mão de jovens africanos,

    - colocar em linha 1 milhão de pequenas e médias empresas (PME) africanas, e

    - ajudar 200.000 Africanos a desenvolverem competências orientadas para o empreendedorismo e a empregabilidade, incluindo a actualização das competências de 100.000 membros da mão-de-obra africana existente, assim como a formação de 100.000 recém-licenciados, 75 por cento dos quais tencionamos ajudar a integrar no circuito de trabalho.