Para responder esta pergunta, vamos usar parte da carta escrita por Mike Nash, vice-presidente corporativo de produtos Windows Client. Confira abaixo:
Quando eu devo investir em um novo sistema operacional de desktop? Se você pensa como a maioria dos líderes de TI com quem eu costumo conversar, essa pergunta é feita a você pelo menos uma vez a cada ano além de já ter perguntado a si próprio: “Os benefícios superarão os custos? “Essa terá sido uma boa decisão daqui a dois anos” e “Dados os recursos limitados, investir em um sistema operacional é o melhor a fazer no momento"?
Nós da Microsoft acreditamos que a resposta para essas perguntas é sim, se você implantar o Windows Vista. Desde o início o caso comercial para o Windows Vista sempre focou o fornecimento de valor e a eficiência através de inovações na plataforma que ajudam os clientes a estabelecerem no local a base para os anos de valor no futuro.
Quando projetávamos aprimoramentos na plataforma do Windows Vista estávamos sendo ambiciosos. Nossa visão era ampla e ousada e lidávamos com grandes desafios trazidos pelos clientes. Ouvimos deles que a segurança e a confiabilidade deveriam ser prioridades máximas e por isso realizamos investimentos significativos nessas áreas.
Esses investimentos na maioria das vezes implicavam alterar a forma como aplicativos e drivers são executados no Windows e exerceram impacto sobre o desempenho inicial e a compatibilidade entre os sistemas. Muitas pessoas percebiam a importância do nosso trabalho no campo da proteção de dados, pesquisa, mobilidade e implantação, mas havia uma troca entre esses benefícios e a compatibilidade de dispositivos e aplicativos.
Desde então, muita coisa mudou, como você constatará mais tarde nesse documento, nós trabalhamos com os parceiros de forma incansável no ecossistema do Windows e obtivemos sucesso. A compatibilidade de dispositivos e aplicativos está muito melhor.
Eu estou certo de que o Windows Vista está pronto para a sua empresa. Se eu administrasse o setor de TI, iria primeiro testar e atualizar meus aplicativos no Windows Vista. Depois, me certificaria de que todas as máquinas tivessem 2 GB de RAM e tivessem o Windows Vista Enterprise Service Pack 1 em execução. Para as máquinas ali presentes com processadores modernos e menos de 2 GB de RAM, eu pensaria em atualizar a memória, o BIOS e os drivers e, em seguida, carregar o Windows Vista Enterprise SP1.
Se você não vem observando o Windows Vista, nos acreditamos que você deva fazer isso. Através do trabalho com nossos parceiros, conseguimos melhorar nossa capacidade de implantar, assim você pode experimentar o valor total de negócios do Windows Vista.
Para saber mais o Vista, suas funcionalidades e tecnologias embarcadas acesse o TechCenter do produto no Technet Brasil: http://technet.microsoft.com/pt-br/windows/aa904820.aspx
Equipe Technet
O Software Asset Management, ou SAM, é um processo de negócios que permite que os clientes obtenham controle sobre seus ativos de software. De acordo com a ITIL, o SAM é tudo de que a infra-estrutura e os processos precisam para gerenciar, controlar e proteger, efetivamente, os ativos de software dentro de uma organização, em todas as fases de seu ciclo de vida. O SAM representa uma função importante de uma organização de médio ou grande porte, mas, às vezes, acaba sendo negligenciado. De acordo com Gartner, menos de 10% da base global de clientes possui um programa efetivo de SAM.
Entre os benefícios do SAM para o cliente destaco:
Para saber mais sobre SAM acesse www.microsoft.com/sam.
A Microsoft desenvolveu o IOM (Infrastructure Optimization Model - Modelo de Otimização de Infra-Estrutura) usando práticas recomendadas pela indústria e a experiência da Microsoft com os clientes. O modelo oferece uma estrutura de trabalho para identificar as pessoas, os processos e a tecnologia de uma infra-estrutura de TI e descreve quatro níveis de maturidade através dos quais esses recursos de TI podem evoluir para aumentar cada vez mais o valor estratégico para a organização.
O modelo IO oferece um ponto de partida para que as grandes empresas e as organizações de médio porte avaliem o estado atual de sua infra-estrutura de TI e aprendam a alcançar o nível de maturidade apropriado para seus negócios. Usando o modelo, os clientes entendem rapidamente o valor estratégico e os benefícios de mudar de um uso “básico” da infra-estrutura, onde o TI geralmente é considerado um centro de custos, para um uso mais “dinâmico”, onde a infra-estrutura é vista como um bem estratégico que contribui significativamente para o desempenho dos negócios.
Os níveis do modelo podem ser caracterizados desta forma:
Mais recursos:
Caso queira se aprofundar no assunto, o Technet Brasil tem uma série de vídeos onde tratamos em detalhes todos os workloads tratados pelo framework de Otimização de Infra-Estrutura.
Link oficial para a página de Otimização de Infra-Estrutura da Microsoft Brasil: http://www.microsoft.com/brasil/windowsserversystem/solutions/io/default.mspx
Uma coisa é fato inegável: A tecnologia da informação leva ao crescimento dos negócios. Algumas pessoas argumentam que a tecnologia da informação se tornou uma mercadoria que confere poucas vantagens às empresas que investem nela — que é apenas mais um custo da prática dos negócios. Eles baseiam seu argumento na falta de relação entre as medidas do investimento em TI, como PCs por funcionário, e o desempenho dos negócios de uma empresa. O Estudo sobre Recursos de TI Corporativo (pesquisa realizada em vários países pela Keystone Strategy, Inc.) oferece novas idéias sobre o impacto que a TI tem nos negócios. O estudo mostra que as empresas com melhores recursos de TI e que habilitam funções fundamentais, alcançam uma produtividade mais alta e têm maior discernimento e controle sobre seus negócios, o que resulta em um crescimento substancialmente mais alto da receita. Esse estudo apresenta evidências claras de que a TI tem realmente importância e que melhores recursos de TI fazem uma diferença positiva e quantificável no desempenho dos negócios.
Uma infra-estrutura de TI robusta é um fator fundamental para aumentar a produtividade
O estudo sobre a capacidade do TI também revelou que o principal fator para o aumento da produtividade dos funcionários é uma combinação otimizada ou madura de acesso a informações, segurança, manutenção de hardware, backup/recuperação e sistemas de mensagem. Em outras palavras, o primeiro lugar que a empresa deve verificar para melhorar a produtividade geral e o desempenho dos negócios é sua infra-estrutura básica de TI. Analistas dizem que mais de 70 por cento de um orçamento comum de TI é gasto na infra-estrutura básica, como servidores, sistemas operacionais, armazenamento e rede.
Embora a maioria dos executivos se dê conta de que sua infra-estrutura de TI é a base sobre a qual eles devem construir os serviços e as aplicações de usuário que uma empresa precisa para operar com eficiência e ter sucesso, eles também admitem que seus sistemas de TI são mais caros e ineficientes do que deveriam ser. Muitas organizações ainda executam tecnologia de legado, usam técnicas de gerenciamento de infra-estrutura manuais em vez de automatizadas, e normalmente não mantêm seus ambientes com base nas atualizações de software e tecnologia disponíveis para eles.
Figura: Níveis de Maturidade trazidos pelo Modelo de Otimização de Infra-Estrutura
Desafios da infra-estrutura de TI para empresas de médio porte
As empresas de médio porte normalmente enfrentam o desafio de manter sua infra-estrutura de TI sem o luxo de um grande departamento de TI. Uma ou duas pessoas podem ser responsáveis por toda a estratégia e o gerenciamento do TI. Além disso, podem estar faltando fundos para o desenvolvimento do TI.
Devido a esses recursos limitados, é crucial para as empresas de médio porte simplificar seus sistemas de TI e usar uma tecnologia que automatize processos, melhore a segurança e minimize os problemas que impedem os funcionários de realizar seu trabalho. Contudo, os membros da equipe de TI em empresas de médio porte se encontram com freqüência em uma situação de simplesmente “combater incêndios” e não se dão conta do valor total de seus investimentos em TI.
Não importa em que negócio ou segmento você atue, em algum momento você irá se perguntar: "Chegou a hora de mudar nosso sistema de ERP ou devemos continuar com o atual?" Não é uma pergunta fácil de responder. Se você decidir manter seu sistema atual, pode arriscar ficar para trás em termos de tecnologia e funcionalidade. Por outro lado, se decidir mudar seu ERP, enfrentará grandes investimentos, irá passar por vários tipos de contratempos na organização e ainda correrá o risco do insucesso da implantação.
Após vários anos de estudo a analista SoftResources concluiu que existem 5 elementos principais para esta mudança:
Processos de Negócios. Processos de negócios baseados em sistemas de ERP mais antigos e inflexíveis se tornam limitados.
Tecnologia de Sistemas. A tecnologia se torna obsoleta, dificultando a integração e causando uma perda de vantagens tecnológicas estratégicas.
Fornecedor de Software. Mudanças no fornecedor de software, como fusões e aquisições, têm impacto direto nos recursos do software e sua orientação futura.
Relatórios. Sistemas mais antigos estão freqüentemente cheios de informação que não podem ser acessadas sem que seja consumida uma quantidade significativa de tempo, energia e esforços.
Custo Total de Propriedade. O custo total de propriedade do sistema atual justifica o custo de adquirir um novo sistema.
Outros desafios para empresas com aplicações personalizadas incluem:
Conhecimento concentrado em poucos. As pessoas que ajudaram a desenvolver e definir as exigências do sistema são as únicas pessoas que podem fazer o sistema funcionar de forma contínua.
Documentação técnica. Recursos externos têm dificuldade em suportar a aplicação porque não é bem documentado. Se a documentação existe, ela é geralmente muito genérica e não soluciona problemas específicos que possam surgir.
Treinamento. Somente aqueles funcionários com conhecimento podem treinar novos funcionários, e o treinamento contínuo é mínimo.
O importante é ter sempre em mente o seguinte: Quando você adquire um sistema ERP, não está adquirindo somente um produto estático. Você está, na verdade, formando um relacionamento com o fornecedor na qual eles continuam a desenvolver e dar suporte ao software de maneira que serão úteis a você por muitos anos.
A resposta correta para sua organização virá dos desafios específicos que você está enfrentando. À medida que você descobre os motivos pelos quais outras organizações realizaram mudanças em seus sistemas de ERP, você poderá avaliar se é a hora certa para você obter vantagens com os recursos de um software de ERP moderno.
Para saber mais sobre os sistemas de ERP da Microsoft acesse: www.microsoft.com/brasil/dynamics.