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  • Modelo de Otimização de Infra-estrutura: Caracterizando o nível dinâmico

    Empresas com uma infra-estrutura Dinâmica estão totalmente conscientes do valor estratégico que sua infra-estrutura oferece para ajudar a conduzir seu negócio com eficiência e para ficar à frente dos concorrentes. Os custos são totalmente controlados, a integração entre usuários e dados, estações de trabalho e servidores, assim como a colaboração entre os usuários e os departamentos, é universal, e usuários móveis têm níveis próximos aos níveis internos de serviço e recursos, independente da localização.

    Os processos são totalmente automatizados, normalmente incorporados à própria tecnologia, o que permite que o TI esteja alinhado e seja gerenciado de acordo com as necessidades comerciais. Investimentos adicionais em tecnologia geram benefícios específicos, rápidos e mensuráveis para o negócio.

    A utilização de software auto-suficiente e sistemas do tipo quarentena para assegurar o gerenciamento de atualizações e a conformidade com políticas de segurança estabelecidas permitem que a organização dinâmica automatize processos, dessa forma melhorando a confiabilidade, diminuindo custos e aumentando os níveis de serviço.

    As empresas se beneficiam de uma porcentagem crescente de sua infra-estrutura Dinâmica ao fornecer níveis intensificados de serviço, com vantagens competitivas e comparativas, e ao enfrentar grandes desafios comerciais. O Gerenciamento de Serviços é implementado para todos os serviços críticos com Acordos de Nível de Serviço (SLAs) e revisões operacionais estabelecidas.

    Caso queira se aprofundar nesse assunto, o Technet Brasil conta com uma série de vídeos e textos traduzidos no Experience de Otimização de Infra-Estrutura, onde temos dividos em workloads os vídeos que mostram como evoluir os níveis de maturidade da sua operação. Acesse: http://www.microsoft.com/brasil/technet/experience/otimizacaoinfra. Confira também os posts relacionados ao assunto no blog do Rodrigo Dias: http://blogs.technet.com/rodias/search.aspx?q=otimiza%c3%a7%c3%a3o+de+infra&p=1

    Equipe Technet

  • Modelo de Otimização de Infraestrutura: Caracterizando o nível racionalizado.

    Na infra-estrutura Racionalizada, os custos envolvidos no gerenciamento de estações de trabalho e servidores são os mais baixos, e os processos e políticas amadureceram o suficiente para começarem a ter uma grande função no suporte e na expansão no negócio. A segurança é muito pró-ativa, e a resposta a ameaças e desafios é rápida e controlada.

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    A utilização de uma implantação com interação zero é mais rápida e minimiza os custos e os desafios técnicos. O número de imagens é mínimo, e os processos para o gerenciamento de estações de trabalho têm uma interação muito pequena. O departamento de TI tem um inventário claro de hardware e software e somente compram as licenças e os computadores de que precisam. A segurança é extremamente pró-ativa, com políticas estritas e controle da estação de trabalho ao servidor, do firewall à extranet.

    As empresas se beneficiam em nível comercial ao irem desse estado Racionalizado para um estado Dinâmico. Os benefícios da implantação de tecnologias novas ou alternativas para tomar conta de um desafio ou oportunidade comercial têm muito mais valor do que o custo incremental. O Gerenciamento de Serviços é implantado para alguns poucos serviços, com a organização caminhando para implantar de forma mais ampla ao longo do TI. As empresas que contemplam o valor do estado Dinâmico geralmente estão procurando que sua infra-estrutura de TI ofereça vantagens comerciais.

    Equipe Technet

  • Modelo de Otimização de Infra-estrutura: Caracterizando o nível racionalizado

    Na infra-estrutura Racionalizada, os custos envolvidos no gerenciamento de estações de trabalho e servidores são os mais baixos, e os processos e políticas amadureceram o suficiente para começarem a ter uma grande função no suporte e na expansão no negócio. A segurança é muito pró-ativa, e a resposta a ameaças e desafios é rápida e controlada.

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    A utilização de uma implantação com interação zero é mais rápida e minimiza os custos e os desafios técnicos. O número de imagens é mínimo, e os processos para o gerenciamento de estações de trabalho têm uma interação muito pequena. O departamento de TI tem um inventário claro de hardware e software e somente compram as licenças e os computadores de que precisam. A segurança é extremamente pró-ativa, com políticas estritas e controle da estação de trabalho ao servidor, do firewall à extranet.

    As empresas se beneficiam em nível comercial ao irem desse estado Racionalizado para um estado Dinâmico. Os benefícios da implantação de tecnologias novas ou alternativas para tomar conta de um desafio ou oportunidade comercial têm muito mais valor do que o custo incremental. O Gerenciamento de Serviços é implantado para alguns poucos serviços, com a organização caminhando para implantar de forma mais ampla ao longo do TI. As empresas que contemplam o valor do estado Dinâmico geralmente estão procurando que sua infra-estrutura de TI ofereça vantagens comerciais.

    Caso queira se aprofundar nesse assunto, o Technet Brasil conta com uma série de vídeos e textos traduzidos no Experience de Otimização de Infra-Estrutura, onde temos dividos em workloads os vídeos que mostram como evoluir os níveis de maturidade da sua operação. Acesse: http://www.microsoft.com/brasil/technet/experience/otimizacaoinfra. Confira também os posts relacionados ao assunto no blog do Rodrigo Dias: http://blogs.technet.com/rodias/search.aspx?q=otimiza%c3%a7%c3%a3o+de+infra&p=1

    Equipe Technet

  • A Plataforma de Serviços Azure

    A Plataforma de Serviços Azure™ é uma plataforma de serviços e computação “nas nuvens” para Internet hospedada nos data centers da Microsoft. A plataforma fornecerá várias funcionalidades para a criação de aplicações voltadas para consumidores e cenários corporativos e incluirá um sistema operacional para cloud-computing, bem como um conjunto de serviços para desenvolvedores. Totalmente interoperável através do suporte aos padrões da indústria e protocolos Web como REST e SOAP, você poderá usar os serviços Azure individualmente ou em grupo, tanto para construir novas aplicações como para estender as já existentes. Confira o White paper sobre o assunto.

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    Para saber mais e participar do Community Technical Preview acesse http://www.microsoft.com/azure/default.mspx.

    Equipe Technet

  • Modelo de Otimização de Infra-estrutura: Caracterizando o nível padronizado

    A infra-estrutura Padronizada introduz controles por meio da utilização de padrões e políticas para gerenciar estações de trabalho e servidores, sobre como máquinas são introduzidas na rede, da utilização do Active Directory® para gerenciar recursos, políticas de segurança e controles de acesso. Clientes em um estado Padronizado compreenderam o valor de padrões básicos, e algumas políticas ainda são bem reativas. Normalmente todas as atualizações, implantações de software e serviços de estação de trabalho são fornecidos através de média interação com médio ou alto custo. Entretanto, eles têm um inventário razoável de hardware e software e estão começando a gerenciar licenças. Medidas de segurança são aprimoradas com um perímetro fechado, mas a segurança interna ainda pode ser um risco.

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    As empresas se beneficiam ao evoluírem desse estado Padronizado para um estado Racionalizado ao ganharem controle substancial sobre sua infra-estrutura e ao terem políticas e processos pró-ativos que os preparam para o espectro das circunstâncias que vão da oportunidade à catástrofe. O Gerenciamento de Serviços é um conceito, e a organização está caminhando para reconhecer onde implantá-lo. A tecnologia também está começando a ter uma função muito maior em direção à infra-estrutura Racionalizada ao se tornar um recurso e aliado comercial em vez de um fardo.

    Caso queira se aprofundar nesse assunto, o Technet Brasil conta com uma série de vídeos e textos traduzidos no Experience de Otimização de Infra-Estrutura, onde temos dividos em workloads os vídeos que mostram como evoluir os níveis de maturidade da sua operação. Acesse: http://www.microsoft.com/brasil/technet/experience/otimizacaoinfra. Confira também os posts relacionados ao assunto no blog do Rodrigo Dias: http://blogs.technet.com/rodias/search.aspx?q=otimiza%c3%a7%c3%a3o+de+infra&p=1

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  • Modelo de Otimização de Infra-estrutura: Caracterizando o nível básico

    A infra-estrutura de TI Básica é caracterizada por processos manuais, localizados, controle central mínimo, políticas e padrões de TI não existentes ou não executados em relação a segurança, backup, gerenciamento e implantação de imagens, conformidade e outros padrões de TI comuns. Há uma falta geral de conhecimento em relação aos detalhes da infra-estrutura que está sendo utilizada no momento ou as práticas que terão maior impacto em sua melhoria. O funcionamento geral das aplicações e serviços é desconhecido devido à falta de ferramentas e recursos. Não há veículo para compartilhar o conhecimento acumulado ao longo do TI. Clientes com infra-estrutura Básica acham seus ambientes extremamente difíceis de controlar, têm custos muito altos com gerenciamento de servidor e estação de trabalho, geralmente são muito reativos a ameaças de segurança e tem muito pouco impacto positivo sobre a capacidade de o negócio se beneficiar do TI. Normalmente todas as atualizações, implantações de software e serviços são fornecidas por meio de alto custo e alta interação.

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    As empresas se beneficiam substancialmente ao evoluírem desse tipo de Infra-estrutura Básica para uma Infra-estrutura Padronizada que os ajuda a diminuir muito os custos por meio de: desenvolvimento de padrões, políticas e controles com uma estratégia de execução que diminua os riscos de segurança por meio do desenvolvimento de uma postura com “defesa em profundidade” – uma abordagem em camadas para a segurança nos níveis de perímetro, servidor, estação de trabalho e aplicação, automatizando muitas tarefas manuais e demoradas ao se adotar as “práticas recomendadas” (como ITIL, SANS, etc.) com o objetivo de transformar TI em um recurso estratégico em vez de um fardo.

    Caso queira se aprofundar nesse assunto, o Technet Brasil conta com uma série de vídeos e textos traduzidos no Experience de Otimização de Infra-Estrutura, onde temos dividos em workloads os vídeos que mostram como evoluir os níveis de maturidade da sua operação. Acesse: http://www.microsoft.com/brasil/technet/experience/otimizacaoinfra. Confira também os posts relacionados ao assunto no blog do Rodrigo Dias: http://blogs.technet.com/rodias/search.aspx?q=otimiza%c3%a7%c3%a3o+de+infra&p=1

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  • SysInternals: ferramentas avançadas para gerenciamento de sistemas operacionais

    O site do Sysinternals foi criado em 1996 por Mark Russinovich e Bryce Cogswell para hospedar seus utilitários de sistema avançados e informações técnicas e a Microsoft adquiriu a Sysinternals em julho de 2006. Seja você um profissional de TI ou um desenvolvedor, você encontrará os utilitários Sysinternals para ajudá-lo a gerenciar, solucionar problemas e diagnosticar seus aplicativos e sistemas Windows. Se você tiver alguma dúvida sobre uma ferramenta ou como usá-la, visite o Sysinternals Forum para procurar respostas e ajuda de outros usuários e de nossos moderadores.

    Em http://technet.microsoft.com/pt-br/sysinternals disponibilizamos um TechCenter de SysInternals, onde você encontrará uns dos mais efetivos utilitários disponíveis.

    A novidade é o serviço Sysinternals Live, que permite a execução das ferramentas diretamente da Web sem a necessidade de instalá-las. Você pode conferir o diretório completo de ferramentas do SysInternals Live acessando http://live.sysinternals.com.

    Equipe Technet

  • Gerenciando redes com o System Center Configuration Manager

    Monitorar e gerenciar hardware e software em um ambiente de computação distribuída é parte essencial do gerenciamento de sistemas. Mas como o software chega até um sistema gerenciado? E uma vez instalado, qual é a configuração correta mantida em cada máquina, incluindo todas as atualizações ou patches necessários? E como um administrador pode manter uma lista do que está instalado em cada sistema ou mesmo saber que hardwares e softwares estão no ambiente? Solucionar problemas como estes é o objetivo do System Center Configuration Manager 2007. Como successor do Systems Management Server (SMS) 2003, o Configuration Manager 2007 oferece para as empresas:

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    Implementação de Sistema Operacional: O componente Microsoft System Center Configuration Manager 2007 Operating System Deployment é uma solução flexível e automatizada que permite aos administradores de TI implementarem e configurarem completamente servidores e estações de trabalho a partir de um estado anterior, incluindo implementações bare-metal.

    Distribuição de Softwares: O componente Microsoft System Center Configuration Manager 2007 Software Distribution simplifica a complexa tarefa de distribuir aplicações e atualizações para estações de trabalho, servidores, notebooks e dispositivos móveis através da rede corporativa.

    Gerenciamento de Atualizações de Softwares: O componente Configuration Manager 2007 Software Update Management simplifica a tarefa de entregar e gerenciar atualizações de TI em toda a organização. Os administradores de TI podem entregar atualizações de produtos Microsoft, de aplicações de terceiros, e de aplicações criadas internamente, além de drivers de hardware, BIOs de sistema em vários tipos de equipamentos, incluindo estações de trabalho, notebooks, servidores e dispositivos móveis.

    Inteligência para Ativos de Software: O Configuration Manager 2007 fornece maior controle sobre as infra-estruturas e ativos de TI através de tecnologias inteligentes de controle de ativos que fornecem aos administradores visibilidade contínua sobre o hardware e software que eles possuem, quem está usando os mesmos e onde eles estão.

    Gerenciamento de Configuração Desejada: Com o componente Configuration Manager 2007 Desired Configuration Management, as organizações podem garantir que os sistemas de TI estejam em conformidade com os estados de configuração desejados para aumento da disponibilidade, segurança e desempenho.

    Para mais informações acesse o TechCenter de Gerenciamento (em inglês) em http://technet.microsoft.com/en-us/manageability/default.aspx

    Equipe Technet

  • Os novos clusters do Windows Server 2008

    No Windows Server® 2008 Enterprise e no Windows Server® 2008 Datacenter, as melhorias nos clusters de failover (anteriormente conhecidos como clusters de servidores) visam simplificar os clusters, tornando-os mais seguros e aumentando a sua estabilidade. A configuração e o gerenciamento de clusters são mais fáceis. A segurança e o sistema de rede em clusters foram aperfeiçoados, assim como a forma com que um cluster de failover se comunica com o armazenamento.

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    Mas o que faz um cluster de failover? Um cluster de failover é um grupo de computadores independentes que trabalham juntos para aumentar a disponibilidade de aplicativos e serviços. Os servidores clusterizados (chamados de nós) são conectados por cabos físicos e via software. Se um dos nós no cluster falha, outro nó começa a fornecer o serviço (processo conhecido como failover). Os usuários experimentam um mínimo de interrupções no serviço.

    Entre as novidades do Windows Server 2008 destaco:

    • Novo recurso de validação. Com esse novo recurso, você pode verificar se a configuração do sistema, do armazenamento e da rede é adequada para um cluster.
    • Suporte a discos de tabela de partição GUID (GPT) no armazenamento de cluster. Os discos GPT podem ter partições superiores a dois terabytes e redundância interna no armazenamento das informações da partição, ao contrário dos discos de registro mestre de inicialização (MBR).
    • Testes de configuração do sistema. Esses testes analisam se os servidores selecionados atendem a requisitos específicos; por exemplo, o requisito de que os servidores devem executar as mesmas atualizações de versão do sistema operacional e de software.
    • Testes de rede. Esses testes analisam se as redes de cluster planejadas atendem a requisitos específicos, como os requisitos de redundância da rede.
    • Testes de armazenamento. Esses testes analisam se o armazenamento atende a requisitos específicos, como se ele oferece o suporte certo aos comandos SCSI necessários e processa corretamente as ações simuladas do cluster.
    • Configuração do cluster aprimorada. Os aprimoramentos feitos simplificaram a introdução de um novo cluster.
    • Interfaces de gerenciamento simplificadas. Com as melhorias nas interfaces, você pode concentrar-se no gerenciamento dos aplicativos e não no cluster.
    • Melhorias na estabilidade e na segurança, o que pode resultar em maior disponibilidade. Os clusters de failover incluem melhorias na comunicação com o armazenamento, aprimorando o desempenho de uma rede de área de armazenamento (SAN) ou de um armazenamento DAS (Direct Attached Storage). Eles também oferecem opções de configuração que significam que o quorum não precisa mais ser um ponto único de falha. Além disso, as melhorias na infra-estrutura de software adjacente e na rede e na segurança aumentam a confiabilidade e a disponibilidade dos clusters de failover.
    • Melhorias na forma como o cluster trabalha com o armazenamento. Com essas melhorias, você conseguirá melhor desempenho com o armazenamento do que era possível com os clusters de servidores das versões anteriores.
    • Melhorias nas interfaces ao trabalhar com pastas compartilhadas. Com essas melhorias, a configuração das pastas compartilhadas é mais simples e a probabilidade de erro de configuração é menor.
    • Melhorias na rede e na segurança. Essas melhorias facilitam a configuração e a manutenção das redes usadas pelo cluster.
    • Uso de linha de comando ou a Instrumentação de Gerenciamento do Windows (WMI) para interagir com um cluster. Você pode usar a linha de comando ou a Instrumentação de Gerenciamento do Windows (WMI) em mais tarefas que nas versões anteriores.
    • Uso do Serviço de Cópias de Sombra de Volume para capturar backups. A completa integração com o Serviço de Cópias de Sombra de Volume facilita o backup e a restauração da configuração do cluster.
    • Configuração do cluster para que o quorum não seja um ponto único de falha. Com as melhorias nos clusters de failover, você pode usar os dois modelos de cluster que já existiam (o modelo de recurso de quorum e o modelo node set) ou uma mistura dos dois. Por exemplo, em um cluster de dois nós, você pode especificar que, se o disco de quorum (agora chamado de "disco testemunha") ficar indisponível, o cluster continuará funcionando, desde que as cópias do banco de dados de configuração do cluster nos dois nós continuem disponíveis.
    • Disponibilidade de discos adicionais para o cluster enquanto os aplicativos estiverem online. É possível modificar as dependências de recurso enquanto os recursos estão online, o que significa que você pode disponibilizar um disco adicional sem interromper o acesso ao aplicativo que o usará.
    • Melhor desempenho e disponibilidade com o armazenamento. Quando um cluster de failover se comunica com uma SAN ou um DAS, ele usa os comandos que causam menos interrupção (evitando reinicializações do barramento SCSI). Os discos nunca são deixados em um estado desprotegido, o que reduz o risco de danos ao volume. Os clusters de failover também oferecem suporte a métodos aprimorados de descoberta e recuperação de disco. Os tipos de conexões de armazenamento compatíveis com os clusters de failover são SAS (Serial Attached SCSI), iSCSI e Fibre Channel.
    • Execução de tarefas de manutenção de disco com mais facilidade. O modo de manutenção foi aprimorado para que você possa executar tarefas para verificar, corrigir, fazer backup ou restaurar discos com mais facilidade e menos interrupções no cluster.
    • Acesso offline: é possível configurar o acesso offline (armazenamento em cache) de uma pasta compartilhada clusterizada da mesma maneira que faria em uma não clusterizada.
    • Discos clusterizados sempre reconhecidos como parte do cluster: Independentemente de você estar usando a interface do cluster de failover, o Windows Explorer ou o snap-in de gerenciamento de compartilhamentos e armazenamentos, o Windows Server 2008 reconhece se o disco foi designado como armazenamento de cluster. Se esse disco já foi configurado no Gerenciamento de Cluster de Failover como parte de um servidor de arquivos clusterizado, você poderá usar qualquer interface anteriormente mencionada para criar um compartilhamento no disco. Se esse disco não foi configurado como parte de um servidor de arquivos clusterizado, você não conseguirá criar um compartilhamento nele por engano. Em vez disso, um erro indicará que o disco deve ser configurado como parte de um servidor de arquivos clusterizado antes de poder ser compartilhado.
    • Integração dos serviços do Network File System: a função Servidor de Arquivos no Windows Server 2008 inclui o serviço de função opcional chamado de Serviços NFS. Com a instalação do serviço de funç��o e a configuração das pastas compartilhadas com os Serviços NFS, você pode criar um servidor de arquivos clusterizado compatível com clientes UNIX.
    • Uso de IPv6, que está totalmente integrado aos clusters de failover. Os clusters de failover oferecem suporte a IPv6 na comunicação entre nós e entre nós e clientes.
    • Uso de DNS com dependências de NetBIOS herdado. Isso simplifica o transporte de tráfego do protocolo SMB e significa que você não precisa ter difusões de serviço WINS e de resolução de nome NetBIOS.
    • Maior confiabilidade com outras melhorias na rede. Graças às melhorias na rede, você pode ajustar as dependências entre um nome de rede e os endereços IP associados para que o nome da rede esteja disponível se um dos (não ambos) endereços IP não estiver disponível. Além disso, quando os nós transmitem e recebem pulsações para confirmar se cada nó ainda está disponível, eles usam o protocolo TCP, em vez de usarem o protocolo UDP que é menos confiável.
    • Maior segurança com as melhorias em segurança e a auditoria do acesso ao cluster. As melhorias em segurança nos clusters de failover aprimoram a autenticação e a criptografia. Além disso, você pode usar a auditoria para capturar informações sobre quem acessou o cluster e quando.
    • Colocar servidores clusterizados em sub-redes diferentes: agora você pode colocar servidores clusterizados em sub-redes IP diferentes, o que reduz os requisitos de clusters dispersos geograficamente .
    • Segurança adicional nas comunicações dentro do cluster: agora você tem a opção de assinar digitalmente ou criptografar toda a comunicação interna do cluster. Por padrão, as comunicações internas do cluster são assinadas digitalmente. Geralmente, as comunicações internas do cluster incluem informações sobre alterações na configuração dele ou o estado dos recursos clusterizados.

    Para maiores detalhes técnico do Windows Server 2008, visite o TechCenter do produto no link: http://technet.microsoft.com/pt-br/windowsserver/2008/default.aspx

    Equipe Technet

  • Você conhece o Hyper-V Server?

    O Microsoft Hyper-V Server 2008 fornece uma solução de virtualização otimizada, confiável e simplificada, proporcionando a utilização aprimorada do servidor e redução de custos. Como o Hyper-V Server é uma solução independente e dedicada, contendo apenas o Windows Hypervisor e os componentes de virtualização, ela fornece uma pequena superfície de memória e sobrecarga mínima. Ele se adapta facilmente aos ambientes de TI dos clilentes, potencializando seus conhecimentos, processos e ferramentas de atualização, provisionamento, gerenciamento e suporte.

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    Os profissionais de TI podem facilmente potencializar suas atuais habilidades em produtos de virtualização Microsoft, além do conhecimento da comunidade, minimizando qualquer curva de aprendizado. Além disso, como a Microsoft fornece suporte abrangente para suas aplicações e sistemas operacionais guest heterogêneos, os clientes podem fazer a virtualização com total tranquilidade.

    O Microsoft Hyper-V Server 2008 é uma ótima escolha para clientes que buscam uma solução de virtualização básica e simplificada para consolidar seus servidores, bem como para ambiente de desenvolvimento e teste. O Hyper-V Server 2008 apenas oferece os recursos mais básicos de virtualização, fazendo com que ele seja ideal para:

    • Teste e Desenvolvimento
    • Consolidação Básica de Servidor
    • Consolidação de Escritório Remoto
    • Hosted Desktop Virtualization (VDI)

    O Microsoft Hyper-V Server utiliza o mesmo modelo de máquina virtual que o Windows Server 2008 habilitado para Hyper-V, para que não haja necessidade de adaptar sua infra-estrutura de gerenciamento.

    • Formato VHD: Para migrar uma máquina virtual do Hyper-V Server para um ambiente do Windows Server 2008 Hyper-V (ou vice versa), basta exportar a máquina e importá-la em outro host usando as ferramenas de gerenciamento padrão.
    • Suporte a BitLocker: O Hyper-V Server tira vantagem da tecnologia BitLocker para fazer criptografia de dados, de modo que mesmo se ele for roubado ou se os discos rígidos forem removidos, os dados ainda estarão seguros já que foram criptogrados. Isto é particularmente útil em escritórios remotos ou ambientes onde a segurança física é um fator preocupante.
    • Suporte a Live Backup.: O Hyper-V Server inclui suporte a Serviço de Cópia de Sombra de Volume para que o Live Backup de máquinas virtuais em execução possa ser feito sem tempo de indisponibilidade.
    • Suporte flexível a hardware: O Microsoft Hyper-V Server potencializa o modelo de driver do Windows Server e é compatível com uma ampla variedade de suporte a driver e hardware de servidor para novos periféficos como 10 Gb/E.
    • Armazenamento Flexível: O Hyper-V Server oferece suporte a armazenamento flexível, como:
    • Direct Attach Storage (DAS): SATA, eSATA, PATA, SAS, SCSI, USB, Firewire
    • Storage Area Networks (SANs): iSCSI, Fiber Channel, SAS
    • Network Attached Storage (NAS)
    • Snapshots de máquina virtual: O Microsoft Hyper-V Server suporta snapshots de máquina virtual
    • VSP/VSC/VMBUS: Ambos os produtos potencializam a arquitetura de driver (VSP/VPC/VMBus) para I/O (entrada/saída) de maior desempenho. Não há necessidade de conversão ao migrar máquinas virtuais do Microsoft Hyper-V para o Windows Server 2008 com Hyper-V, ou vice-versa.

    O Hyper-V Server (partição pai) fornece:

    • Suporte a sistemas com até 4 processadores com 1, 2 ou 4 núcleos
    • Suporte a sistemas com até 32 GB de memória física
    • Suporte a até 128 máquinas virtuais ou quantas couber em 32 GB de memória (ou o que acontecer primeiro)

    O Hyper-V Server fornece:

    • Máquinas virtuais de 32 bits (x86) e 64 bits (x64)
    • Até 4 processadores virtuais por máquina virtual
    • Até 31 GB de memória para todas as máquinas virtuais em execução (1GB reservado para a partição parente do Hyper-V Server)

    Para saber mais acesse o site brasileiro em http://www.microsoft.com/brasil/servidores/hyper-v-server/default.mspx.

    Equipe Technet

  • IT Hero

    Como já devem ter percebido o Technet Brasil lançou a nova fase do consagrado programa IT Hero.

    Para quem ainda não conhece o IT Hero, ele é um programa onde o profissional pode submeter o seu projeto envolvendo novas tecnologias Microsoft. Os melhores projetos são evidenciados e colocados em destaque no site Technet Brasil. Além dessa exposição, o profissional pode contar com uma série de benefícios para ajudar no seu projeto, indo desde de uma Technet Subscription até fórums e chamados no suporte Microsoft.

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    http://www.microsoft.com/brasil/technet/ithero

    A grande novidade desse ano será a categoria Interoperabilidade e Migração, onde serão considerados projetos que contemplem a migração a partir de uma outra plataforma ou convivência com duas tecnologias (ver tabela abaixo).

    Já em sua terceira “temporada” e de cara nova, o IT Hero contará com a seguinte lista de tecnologias:

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    Uma ótima oportunidade para mostrar o que você e sua equipe estão fazendo. Acesse a página do IT Hero e submeta o seu caso agora mesmo!

    Equipe Technet

  • Quando devo implantar o Windows Vista?

    Para responder esta pergunta, vamos usar parte da carta escrita por Mike Nash, vice-presidente corporativo de produtos Windows Client. Confira abaixo:

    Quando eu devo investir em um novo sistema operacional de desktop? Se você pensa como a maioria dos líderes de TI com quem eu costumo conversar, essa pergunta é feita a você pelo menos uma vez a cada ano além de já ter perguntado a si próprio: “Os benefícios superarão os custos? “Essa terá sido uma boa decisão daqui a dois anos” e “Dados os recursos limitados, investir em um sistema operacional é o melhor a fazer no momento"?

    Nós da Microsoft acreditamos que a resposta para essas perguntas é sim, se você implantar o Windows Vista. Desde o início o caso comercial para o Windows Vista sempre focou o fornecimento de valor e a eficiência através de inovações na plataforma que ajudam os clientes a estabelecerem no local a base para os anos de valor no futuro.

    Quando projetávamos aprimoramentos na plataforma do Windows Vista estávamos sendo ambiciosos. Nossa visão era ampla e ousada e lidávamos com grandes desafios trazidos pelos clientes. Ouvimos deles que a segurança e a confiabilidade deveriam ser prioridades máximas e por isso realizamos investimentos significativos nessas áreas.

    Esses investimentos na maioria das vezes implicavam alterar a forma como aplicativos e drivers são executados no Windows e exerceram impacto sobre o desempenho inicial e a compatibilidade entre os sistemas. Muitas pessoas percebiam a importância do nosso trabalho no campo da proteção de dados, pesquisa, mobilidade e implantação, mas havia uma troca entre esses benefícios e a compatibilidade de dispositivos e aplicativos.

    Desde então, muita coisa mudou, como você constatará mais tarde nesse documento, nós trabalhamos com os parceiros de forma incansável no ecossistema do Windows e obtivemos sucesso. A compatibilidade de dispositivos e aplicativos está muito melhor.

    Eu estou certo de que o Windows Vista está pronto para a sua empresa. Se eu administrasse o setor de TI, iria primeiro testar e atualizar meus aplicativos no Windows Vista. Depois, me certificaria de que todas as máquinas tivessem 2 GB de RAM e tivessem o Windows Vista Enterprise Service Pack 1 em execução. Para as máquinas ali presentes com processadores modernos e menos de 2 GB de RAM, eu pensaria em atualizar a memória, o BIOS e os drivers e, em seguida, carregar o Windows Vista Enterprise SP1.

    Se você não vem observando o Windows Vista, nos acreditamos que você deva fazer isso. Através do trabalho com nossos parceiros, conseguimos melhorar nossa capacidade de implantar, assim você pode experimentar o valor total de negócios do Windows Vista.

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    Para saber mais o Vista, suas funcionalidades e tecnologias embarcadas acesse o TechCenter do produto no Technet Brasil: http://technet.microsoft.com/pt-br/windows/aa904820.aspx

    Equipe Technet

  • SAM – Software Asset Management – Como funciona?

    O Software Asset Management, ou SAM, é um processo de negócios que permite que os clientes obtenham controle sobre seus ativos de software. De acordo com a ITIL, o SAM é tudo de que a infra-estrutura e os processos precisam para gerenciar, controlar e proteger, efetivamente, os ativos de software dentro de uma organização, em todas as fases de seu ciclo de vida. O SAM representa uma função importante de uma organização de médio ou grande porte, mas, às vezes, acaba sendo negligenciado. De acordo com Gartner, menos de 10% da base global de clientes possui um programa efetivo de SAM.

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    Entre os benefícios do SAM para o cliente destaco:

    • Saber Mais sobre Licenciamento: O licenciamento de software é complexo e pode ser difícil de entender. A Análise SAM facilita a compreensão sobre o licenciamento da Microsoft e ajuda os clientes a gerenciar software, assim como outros ativos fixos.
    • Economia Potencial: Um programa SAM permite economizar no TCO (Total Cost of Ownership, ou Custo Total de Propriedade), eliminando o desperdício, a redundância desnecessária, os ativos não utilizados e os custos com suporte, garantindo um desconto adequado no volume. O Gartner quantifica esses benefícios em até 30% do orçamento de TI do cliente no primeiro ano; e de 5 a 10%, anualmente, para os cinco anos seguintes.
    • Suporte da Microsoft: As Análises SAM são iniciadas pelo cliente. A Microsoft cobre o custo de uma descoberta inicial (ativos de software em uso ajustados de acordo com a documentação de licença) e de uma Avaliação de Otimização SAM, conduzida por um Parceiro SAM. O Parceiro SAM avalia os processos para saber como o cliente pode aprimorar, onde ele pode economizar e depois recomenda maneiras de gerenciar melhor os ativos de software no futuro.
    • Conformidade: Uma Análise SAM alivia as preocupações imediatas quanto à conformidade e facilita a implementação de um programa SAM, que trará esse alívio com o tempo.
    • Segurança: Uma Análise SAM pode exibir downloads não autorizados em um ambiente. Um programa SAM permite que a TI controle um software não autorizado, reduza os roubos e minimize a exposição a fraudes.
    • Melhorias na Produvidade e no Processo em Geral: Maior produtividade do usuário, gerenciamento simplificado de TI e processos mais rápidos de helpdesk por meio da padronização de aplicativos e plataformas.

    Para saber mais sobre SAM acesse www.microsoft.com/sam.

    Equipe Technet

  • O Modelo de Otimização de Infra-estrutura

    A Microsoft desenvolveu o IOM (Infrastructure Optimization Model - Modelo de Otimização de Infra-Estrutura) usando práticas recomendadas pela indústria e a experiência da Microsoft com os clientes. O modelo oferece uma estrutura de trabalho para identificar as pessoas, os processos e a tecnologia de uma infra-estrutura de TI e descreve quatro níveis de maturidade através dos quais esses recursos de TI podem evoluir para aumentar cada vez mais o valor estratégico para a organização.

    O modelo IO oferece um ponto de partida para que as grandes empresas e as organizações de médio porte avaliem o estado atual de sua infra-estrutura de TI e aprendam a alcançar o nível de maturidade apropriado para seus negócios. Usando o modelo, os clientes entendem rapidamente o valor estratégico e os benefícios de mudar de um uso “básico” da infra-estrutura, onde o TI geralmente é considerado um centro de custos, para um uso mais “dinâmico”, onde a infra-estrutura é vista como um bem estratégico que contribui significativamente para o desempenho dos negócios.

    Os níveis do modelo podem ser caracterizados desta forma:

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    • Básico — Processos manuais; nenhum controle central; segurança reativa; administração e serviços com alta intervenção e alto custo para usuários
    • Padronizado — Alguns padrões e diretivas; mais controle central; uso limitado de automação; ainda é reativa na segurança; administração e serviços com intervenção e custo médios para usuários
    • Racionalizado/Avançado — Automatizado; processos controlados centralmente; segurança proativa; administração e serviços sem intervenção para usuários; diretivas de TI estão começando a dar suporte e expandir os negócios
    • Dinâmico — Administração e serviços totalmente automatizados para usuários; Contratos de Nível de Serviço vinculados aos negócios; habilidade de adotar e inovar rapidamente com novas tecnologias para satisfazer necessidades estratégicas

    Mais recursos:

    Caso queira se aprofundar no assunto, o Technet Brasil tem uma série de vídeos onde tratamos em detalhes todos os workloads tratados pelo framework de Otimização de Infra-Estrutura.

    Link oficial para a página de Otimização de Infra-Estrutura da Microsoft Brasil: http://www.microsoft.com/brasil/windowsserversystem/solutions/io/default.mspx

    Equipe Technet

  • Afinal, o que é Otimização da Infra-estrutura?

    Uma coisa é fato inegável: A tecnologia da informação leva ao crescimento dos negócios. Algumas pessoas argumentam que a tecnologia da informação se tornou uma mercadoria que confere poucas vantagens às empresas que investem nela — que é apenas mais um custo da prática dos negócios. Eles baseiam seu argumento na falta de relação entre as medidas do investimento em TI, como PCs por funcionário, e o desempenho dos negócios de uma empresa. O Estudo sobre Recursos de TI Corporativo (pesquisa realizada em vários países pela Keystone Strategy, Inc.) oferece novas idéias sobre o impacto que a TI tem nos negócios. O estudo mostra que as empresas com melhores recursos de TI e que habilitam funções fundamentais, alcançam uma produtividade mais alta e têm maior discernimento e controle sobre seus negócios, o que resulta em um crescimento substancialmente mais alto da receita. Esse estudo apresenta evidências claras de que a TI tem realmente importância e que melhores recursos de TI fazem uma diferença positiva e quantificável no desempenho dos negócios.

    Uma infra-estrutura de TI robusta é um fator fundamental para aumentar a produtividade

    O estudo sobre a capacidade do TI também revelou que o principal fator para o aumento da produtividade dos funcionários é uma combinação otimizada ou madura de acesso a informações, segurança, manutenção de hardware, backup/recuperação e sistemas de mensagem. Em outras palavras, o primeiro lugar que a empresa deve verificar para melhorar a produtividade geral e o desempenho dos negócios é sua infra-estrutura básica de TI. Analistas dizem que mais de 70 por cento de um orçamento comum de TI é gasto na infra-estrutura básica, como servidores, sistemas operacionais, armazenamento e rede.

    Embora a maioria dos executivos se dê conta de que sua infra-estrutura de TI é a base sobre a qual eles devem construir os serviços e as aplicações de usuário que uma empresa precisa para operar com eficiência e ter sucesso, eles também admitem que seus sistemas de TI são mais caros e ineficientes do que deveriam ser. Muitas organizações ainda executam tecnologia de legado, usam técnicas de gerenciamento de infra-estrutura manuais em vez de automatizadas, e normalmente não mantêm seus ambientes com base nas atualizações de software e tecnologia disponíveis para eles.

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    Figura: Níveis  de Maturidade trazidos pelo Modelo de Otimização de Infra-Estrutura

    Desafios da infra-estrutura de TI para empresas de médio porte

    As empresas de médio porte normalmente enfrentam o desafio de manter sua infra-estrutura de TI sem o luxo de um grande departamento de TI. Uma ou duas pessoas podem ser responsáveis por toda a estratégia e o gerenciamento do TI. Além disso, podem estar faltando fundos para o desenvolvimento do TI.

    Devido a esses recursos limitados, é crucial para as empresas de médio porte simplificar seus sistemas de TI e usar uma tecnologia que automatize processos, melhore a segurança e minimize os problemas que impedem os funcionários de realizar seu trabalho. Contudo, os membros da equipe de TI em empresas de médio porte se encontram com freqüência em uma situação de simplesmente “combater incêndios” e não se dão conta do valor total de seus investimentos em TI.

    Caso queira se aprofundar no assunto, o Technet Brasil tem uma série de vídeos onde tratamos em detalhes todos os workloads tratados pelo framework de Otimização de Infra-Estrutura.

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    Link oficial para a página de Otimização de Infra-Estrutura da Microsoft Brasil: http://www.microsoft.com/brasil/windowsserversystem/solutions/io/default.mspx

     

    Equipe Technet

  • Chegou a hora de um novo ERP?

    Não importa em que negócio ou segmento você atue, em algum momento você irá se perguntar: "Chegou a hora de mudar nosso sistema de ERP ou devemos continuar com o atual?" Não é uma pergunta fácil de responder. Se você decidir manter seu sistema atual, pode arriscar ficar para trás em termos de tecnologia e funcionalidade. Por outro lado, se decidir mudar seu ERP, enfrentará grandes investimentos, irá passar por vários tipos de contratempos na organização e ainda correrá o risco do insucesso da implantação.

    Após vários anos de estudo a analista SoftResources concluiu que existem 5 elementos principais para esta mudança:

    Processos de Negócios. Processos de negócios baseados em sistemas de ERP mais antigos e inflexíveis se tornam limitados.

    Tecnologia de Sistemas. A tecnologia se torna obsoleta, dificultando a integração e causando uma perda de vantagens tecnológicas estratégicas.

    Fornecedor de Software. Mudanças no fornecedor de software, como fusões e aquisições, têm impacto direto nos recursos do software e sua orientação futura.

    Relatórios. Sistemas mais antigos estão freqüentemente cheios de informação que não podem ser acessadas sem que seja consumida uma quantidade significativa de tempo, energia e esforços.

    Custo Total de Propriedade. O custo total de propriedade do sistema atual justifica o custo de adquirir um novo sistema.

    Outros desafios para empresas com aplicações personalizadas incluem:

    Conhecimento concentrado em poucos. As pessoas que ajudaram a desenvolver e definir as exigências do sistema são as únicas pessoas que podem fazer o sistema funcionar de forma contínua.

    Documentação técnica. Recursos externos têm dificuldade em suportar a aplicação porque não é bem documentado. Se a documentação existe, ela é geralmente muito genérica e não soluciona problemas específicos que possam surgir.

    Treinamento. Somente aqueles funcionários com conhecimento podem treinar novos funcionários, e o treinamento contínuo é mínimo.

    O importante é ter sempre em mente o seguinte: Quando você adquire um sistema ERP, não está adquirindo somente um produto estático. Você está, na verdade, formando um relacionamento com o fornecedor na qual eles continuam a desenvolver e dar suporte ao software de maneira que serão úteis a você por muitos anos.

    A resposta correta para sua organização virá dos desafios específicos que você está enfrentando. À medida que você descobre os motivos pelos quais outras organizações realizaram mudanças em seus sistemas de ERP, você poderá avaliar se é a hora certa para você obter vantagens com os recursos de um software de ERP moderno.

    Para saber mais sobre os sistemas de ERP da Microsoft acesse: www.microsoft.com/brasil/dynamics.

    Equipe Technet

  • As Fases do Ciclo de Vida de TI

    A maioria das organizações usa uma metodologia dividida em fases para projetar, implantar e gerenciar as operações de soluções (embora o número de fases e as tarefas executadas em cada uma delas possam diferir entre as metodologias). A Microsoft desenvolveu o MSF e o MOF com uma metodologia padronizada para todas as fases do ciclo de vida de TI. O MSF enfoca as etapas iniciais do ciclo de vida e continua até que a solução seja implantada. O MOF enfoca a operações continuadas de soluções existentes.

    O MSF é uma abordagem deliberada e disciplinada a projetos de tecnologia baseada em um conjunto definido de princípios, modelos, disciplinas, conceitos, diretrizes e práticas comprovadas da Microsoft. O modelo de processo do MSF inclui as fases de Previsão, Planejamento, Desenvolvimento, Estabilização e Implantação. Para mais informações sobre o MSF, consulte o Microsoft Solutions Framework em http://www.microsoft.com/technet/solutionaccelerators/msf/default.mspx.

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    O MOF fornece orientação operacional que permite que as organizações alcancem confiabilidade, disponibilidade, capacidade de suporte e de gerenciamento de sistemas críticos de produtos e tecnologias Microsoft. O MOF é dividido em quatro quadrantes (Quadrantes de Otimização, de Alteração, de Operação e de Suporte do MOF). Para mais informações sobre o MOF, consulte o Microsoft Operations Framework em http://www.microsoft.com/technet/solutionaccelerators/cits/mo/mof/default.mspx.

    Em muitos documentos da Microsoft você observará que o MSF e o MOF foram combinados e simplificados às seguintes fases:

    • Planejamento. A Fase de Planejamento envolve criar uma visão de negócios e definir o escopo do trabalho necessário para concretizar a visão (por exemplo, justificação de caso comercial, estudos de negócios). A fase continua através do desenvolvimento de requisitos funcionais detalhados, arquiteturas de sistema e aplicativos, o protótipo da UI (interface de usuário) e um plano detalhado para o restante do projeto. Esta fase inclui as Fases de Previsão e de Planejamento do MSF.
    • Construção. A Fase de Construção começa com a primeira iteração de implantação em um ambiente de teste e culmina com a preparação do ambiente de produção para implantação. A fase inclui testes adicionais e aceitação do plano de design e de implantação antes do lançamento final no ambiente de produção. O teste normalmente inclui uma implantação piloto no ambiente de rede de produção. Esta fase inclui as Fases de Desenvolvimento e de Estabilização do MSF.
    • Implantação. Esta Fase inclui a implantação da tecnologia e componentes do site básicos, a transição do projeto para Operações de TI e suporte e a obtenção da aprovação final do projeto. Esta fase inclui a Fase de Implantação do MSF.
    • Operação. A Fase de Operação começa com a transição dos computadores e serviço de destino implantados para a equipe de operações. A fase continua com manutenção, operação, monitoramento e suporte contínuos da solução implantada ao longo do restante do ciclo de vida de TI. Esta fase inclui todos os quadrantes do MOF.

    Equipe Technet

  • A Visão da Microsoft para Plataforma de Dados

    Diversos fatores estão convergindo para a criação de uma revolução no armazenamento de informações. Capacitada por novos tipos de informações, como digitalização de imagens e vídeo, além de sensores em tags de RFID, a quantidade de informações digitais em uma organização não pára de crescer. A globalização e a conformidade com regulamentos cada vez mais exigem que as informações sejam armazenadas e disponibilizadas de forma segura e de forma contínua. Ao mesmo tempo, o custo do armazenamento em disco foi bastante reduzido, permitindo às organizações armazenarem mais dados por real investido. Os usuários precisam filtrar rapidamente grandes volumes de dados para encontrar informações relevantes. Além disso, eles querem usar estas informações em qualquer dispositivo e programa utilizado no dia-a-dia, como as aplicações do 2007 Microsoft® Office system. Gerenciar essa explosão de dados e o aumento na expectativa do usuário pode criar inúmeros desafios para a corporação.

    A visão da Plataforma de Dados da Microsoft ajuda a satisfazer estas necessidades ao oferecer uma solução que as organizações podem usar para armazenar e gerenciar diversos tipos de dados, incluindo XML, e-mails, horário/calendário, arquivos, documentos e dados geoespaciais à medida que oferece um conjunto rico de serviços para interagir com estes dados: busca, consulta, análise, relatórios, integração e sincronização robustas. Os usuários podem acessar as informações desde a sua criação até o seu arquivamento, em praticamente qualquer lugar ou dispositivo.

    O Microsoft® SQL Server® 2008 é baseado nesta visão.

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    Para mais informações sobre o SQL 2008 acesse www.microsoft.com/brasil/sql.

     

    Equipe Technet

  • Novo Blog no Technet Brasil - Gerente de TI

    Dando continuidade as iniciativas que a equipe do Technet Brasil desenvolve para o público de IT Managers, ou seja, todos os profissionais responsáveis por gerenciar processos, projetos e equipes de TI, anunciamos que a partir de hoje teremos mais um canal exclusivo para esse público: o Blog do Gerende de TI.

    A idéia desse blog é trazer além de artigos, vídeos, novidades do mundo corporativo (conteúdo que estamos acostumados a ver em outros blogs), também trazer opiniões de outros times internos e pessoas de fora da Microsoft ligadas aos temas que iremos abordar aqui como: melhores práticas, governança de TI, regulamentações de mercado, tendências tecnólogicas e muitos outros temas de interesse de um gestor da área de Tecnologia da Informação.

    Também já aproveitando esse post inaugural, gostaria de adiantar em primeira mão que durante o ITSMF Brasil Conference 2008, iremos mostrar pela primeira vez uma área exclusiva para o Gerente de TI dentro do Technet Brasil, o portal do IT Manager. Esse portal irá consolidar todos o conteúdo e eventos que temos para esse público, como webcasts, artigos (inéditos), eventos presenciais, associações parceiras, e todos outros recursos para o gestor e sua equipe.

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    Na imagem a versão beta do portal do Gerente de TI que irá pro ar nos próximos dias

    Aguardem novidades nos próximos dias.

    Equipe Technet