A princípio tal declaração pode ser olhada com desconfiança. Afinal, há um histórico acalorado de Linux x Windows, etc e etc. Entretanto, para o cliente final, o que ele quer, é que as soluções funcionem da melhor maneira possível.
E quando falamos de datacenter, é claro que encontrar ambientes padronizados e homogêneos é o que chamamos de “mosca branca”. Na maioria dos casos, plataformas diferentes convivem lado a lado. E qual o nosso papel? Facilitar ao máximo a administração e gerenciamento deste ambiente.
Uma das frentes para ajudar neste ponto são os esforços que fazemos para garantir que sistemas operacionais Linux funcionem, em nossa plataforma de virtualização (Hyper-V) da maneira mais transparente possível. Como isto é feito?
Basicamente, via 2 frentes:
Significa isto que distribuições não-suportadas não funcionam em Hyper-v? De modo algum. Temos vários clientes que rodam Debian, Ubuntu, etc, em Hyper-V. Não há o suporte oficial (como explicado no item 2), mas muitas vezes, pela própria natureza da distro, já não há suporte comercial.
E quais as distros suportadas oficialmente? Informação oficial: http://www.microsoft.com/windowsserver2008/en/us/hyperv-supported-guest-os.aspx
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Adicionalmente, no mês passado, durante o Teched US 2011, a Microsoft expandiu o suporte também para o CentOS (http://blogs.technet.com/b/openness/archive/2011/05/15/expanding-interoperability-to-community-linux.aspx)
Mas Danilo, CentOS não é uma distro comercial. Exato. E neste caso, nosso suporte significa que nós vamos desenvolver & suportar os IC’s para CentOS e suportar também (via chamado) problemas de ínstalação & setup. Tudo para garantir mais tranquilidade aos clientes.
Somente isto é suficiente? Pode ser que não e nosso compromisso é continuar estudando o mercado (e o Brasil faz parte disto) para entender que outros cenários ou até mesmo distros merecem atenção especial!
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